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Plano de Logística Sustentável: saiba como funciona e a importância para o Poder Judiciário
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O Plano de Logística Sustentável (PLS) é um instrumento obrigatório instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para organizar e monitorar as ações de sustentabilidade no Poder Judiciário.
Por meio do PLS, os tribunais monitoram, com indicadores e metas, temas como consumo de papel, água, energia e combustível, gestão de resíduos, contratações sustentáveis, qualidade de vida no trabalho, descarbonização e inovação. Atualmente, o plano reúne 20 temas estratégicos definidos nacionalmente.
Os dados são acompanhados de forma contínua, com envio mensal ou anual ao CNJ pela Plataforma PLS-JUD. Ao final de cada ano, os resultados são consolidados no Relatório de Desempenho do PLS, que permite avaliar a evolução das ações e apoiar a tomada de decisões.
No Poder Judiciário de Mato Grosso, a gestão do Plano de Logística Sustentável é coordenada pelo Núcleo de Sustentabilidade, que atua de forma articulada com as áreas gestoras do Judiciário mato-grossense. Cabe ao Núcleo consolidar e analisar os dados, acompanhar o cumprimento das metas, orientar as unidades responsáveis e realizar o envio das informações ao CNJ, assegurando a conformidade com as normas nacionais e o aprimoramento contínuo das práticas institucionais.
Mais informações sobre as ações, projetos e indicadores acompanhados pelo Núcleo de Sustentabilidade do TJMT estão disponíveis no portal https://nucleodesustentabilidade.tjmt.jus.br/
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Autor: Emily Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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MP denuncia homem por homicídio triplamente qualificado de PM
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, pela morte do policial militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos. O crime foi registrado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, enquanto a vítima dava uma aula de artes marciais em um projeto social.
Segundo as investigações, o assassinato teria sido motivado por vingança. Conforme o Ministério Público, Renato teve um relacionamento com a companheira do acusado, o que caracteriza motivo torpe.
A Promotoria também aponta que o policial foi surpreendido durante a aula e não teve condições de se defender. Por isso, o crime foi denunciado com a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Outra qualificadora atribuída ao caso é o perigo comum. Conforme a acusação, os disparos foram feitos em um local com grande circulação de pessoas, incluindo crianças e adolescentes que participavam das atividades do projeto social.
Para o Ministério Público, a ação colocou em risco não apenas a vítima, mas também as pessoas que estavam presente.
Além do homicídio triplamente qualificado, Jonathan Vieira dos Santos foi denunciado por posse ilegal e porte ilegal de arma de fogo.
Com a apresentação da denúncia, se a acusação for aceita pela Justiça, o processo seguirá na 1ª Vara Criminal de Várzea Grande. Ao fim dessa etapa, o Ministério Público poderá pedir que o denunciado seja levado a julgamento pelo Tribunal do Júri, responsável por julgar crimes dolosos contra a vida.
Fonte: Ministério Público MT – MT



