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MPMT abre inscrições para curso de governança pública focado no iESGo

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) está com inscrições abertas para o curso de extensão “Governança Pública: o que você precisa saber!”, estruturado em um ciclo de webinars que integra o projeto institucional “Governança no MPMT”. Voltado ao público interno da instituição, a capacitação começa no dia 11 de março de 2026, com encontros sempre às quartas-feiras, às 9h, em formato on-line, via plataforma Microsoft Teams.O curso busca ampliar a compreensão sobre princípios e práticas de governança pública e gestão estratégica dentro da instituição. A subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão e coordenadora do projeto, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, destaca que a iniciativa “cria linguagem comum, com potencial de reduzir ruídos e aumentar consistência decisória”.Segundo o projeto pedagógico, o objetivo é capacitar servidores e gestores a aplicar fundamentos e ferramentas de governança, incentivando uma cultura institucional pautada por integração, transparência, sustentabilidade e uso de evidências. Para Patrícia de Cássia Valério Fachone, gerente do projeto, a escolha por webinars amplia o alcance. “Apresenta conceitos, democratiza o conhecimento e possibilita melhor compreensão dos fundamentos”, argumenta.A também gerente do projeto Gabriela Silva Marques reforça que a proposta vai além da transmissão de conteúdo. “A aposta é transformar conhecimento em capacidade institucional: aprender conceitos, testar ferramentas e sustentar melhorias ao longo do tempo”, explica.O coordenador Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, Caio Márcio Loureiro, afirma que apoiar o curso representa mais do que ofertar capacitação. “É um movimento institucional estruturado, que conecta aprendizagem, estratégia e governança. O formato em webinars democratiza o acesso e integra a reflexão sobre governança à rotina institucional”, revelou.Conteúdo – O curso é composto por oito webinars semanais, com até duas horas de duração. A matriz curricular abrange desde fundamentos de governança e gestão até ferramentas contemporâneas aplicadas à administração pública, como liderança, cultura organizacional, gestão de processos, políticas públicas baseadas em evidências, riscos, integridade, indicadores estratégicos e transparência.Um dos diferenciais está na convergência entre capacitação e instrumentação prática. O Índice de Governança e Sustentabilidade (iESGo) aparece como eixo final do ciclo, com um webinar dedicado exclusivamente ao tema dentro do módulo “Governança para resultados sustentáveis”. O Ceaf dará suporte completo aos participantes, incluindo sistema de inscrição, controle de presença e emissão dos certificados.Servidores e gestores interessados em compreender os resultados do iESGo, identificar lacunas e transformar diagnósticos em planos de ação priorizados podem se inscrever aqui no curso de extensão “Governança Pública: o que você precisa saber!”.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Justiça e Corpo de Bombeiros se unem pela pacificação social em Rondonópolis

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Bombeiros de uniforme laranja perfilados em frente ao quartel

O Corpo de Bombeiros é reconhecido por salvar vidas e apagar incêndios que destroem o patrimônio físico, mas, nesta terça-feira (16), transformou-se em um espaço de diálogo voltado à cultura da paz social, direitos fundamentais e cooperação institucional.
Numa parceria inédita, o Poder Judiciário de Mato Grosso e o comando da unidade de bombeiros militares de Rondonópolis realizou um ciclo de palestras direcionado a todo o efetivo militar local e da região, com foco em duas ferramentas essenciais para a harmonia comunitária: a Autocomposição e a Justiça Restaurativa.
O encontro foi conduzido pelo juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, que expôs sobre duas políticas públicas judiciárias.
O objetivo central da iniciativa foi estreitar os laços entre as instituições e a sociedade civil, demonstrando como os métodos consensuais podem transformar a realidade local, mitigar a judicialização e promover a verdadeira reparação de danos.
Homem de terno preto dá entrevista a repórter de camisa verde, que segura um celular. Ao fundo, um bombeiro de uniforme laranja observa a cena em frente ao batalhão, sob céu nublado.Logo na abertura dos trabalhos, às 8h da manhã, o juiz Wanderlei Reis traçou um paralelo entre a nobre missão dos bombeiros e a atuação do Judiciário moderno. Para o magistrado, as duas instituições atuam, cada uma à sua maneira, na preservação da integridade e no restabelecimento da ordem.
“O que trazemos hoje, em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso, aos bombeiros militares é a proposta de agirmos juntos também como pacificadores, utilizando o diálogo e as práticas restaurativas para ‘apagar os incêndios’ sociais e relacionais antes que eles se transformem em tragédias ou em processos judiciais. A farda militar carrega disciplina e proatividade, valores fundamentais para propagar essa cultura de pacificação social”, destacou o juiz coordenador.
O comando do 3º Batalhão ressaltou que receber o Judiciário no quartel amplia os horizontes da corporação e contribui diretamente para a formação humana do efetivo. “A aproximação das instituições é muito saudável e importante para conhecimento dos instrumentos que a Justiça dispõe e que ainda não conhecíamos, como a justiça restaurativa. Ficamos muito felizes pela parceria com o Poder Judiciário e pelo conhecimento adquirido por toda tropa aqui hoje. Nosso desejo é participar e divulgar esse trabalho de maneira cidadã à toda a sociedade”, pontuou o comandante Tenente-coronel BM Ednaldo Fernando Rodrigues.
O ciclo foi dividido em dois eixos temáticos que prenderam a atenção dos militares durante toda a manhã. Na primeira conferência, intitulada “A Autocomposição e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e seus papéis na pacificação social”, o palestrante esmiuçou como a estrutura do Cejusc atua como porta de entrada para uma justiça mais ágil e humana, baseada na cooperação mútua.
Na sequência, o magistrado aprofundou o debate com o tema “O papel da Justiça Restaurativa em promover a reparação de danos e a pacificação social”. O foco foi demonstrar que o modelo restaurativo, que recentemente teve sua apresentação em parceria com o Exército Brasileiro e em escolas cívico-militares, busca reparar as relações rompidas pelo conflito, gerando autorresponsabilidade.
“O conhecimento e a empatia são instrumentos definitivos de transformação. Quando o militar compreende a profundidade da Justiça Restaurativa, ele se torna um agente multiplicador da paz social nas ruas, nas ocorrências e nos projetos sociais que a própria corporação desenvolve em nossa terra. Ou seja, todos saem ganhando com o conhecimento e prática dessas ferramentas que são políticas públicas judiciárias”, concluiu o juiz Wanderlei José dos Reis.
O capitão BM Roberto Coelho de Lima, que também atua diretamente na gestão da tropa, enalteceu a aplicabilidade prática das metodologias restaurativas na rotina militar. “Contamos com um contingente expressivo e a Justiça Restaurativa surge como uma ferramenta viável para solucionar eventuais conflitos internos no cotidiano do batalhão. Nossa expectativa é a formação de facilitadores para que possamos aplicar essas técnicas de forma contínua no nosso dia a dia”, pontuou o oficial.
Ainda novo na instituição militar, mas já imbuído de um espírito pacificador, o Tenente BM Felipe Cruz Vieira confidenciou que busca aplicar princípios da cultura de paz dentro do batalhão. “Buscamos sempre adotar princípios semelhantes aos da justiça restaurativa e seguindo essa linha de cultura de paz aqui dentro do batalhão, procurando resolver os problemas através do diálogo e da paz, assim como o Cejusc tem buscado fazer para toda a sociedade”, completou.

Autor: Assessoria

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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