CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Izalci Lucas pede investigação sobre operações do BRB com o Master

Publicados

POLITÍCA NACIONAL

O senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (4), que Banco de Brasília (BRB) enfrenta um grave problema financeiro e pediu investigação sobre investimentos realizados pela instituição. Segundo ele, operações que somam cerca de R$ 12 bilhões com o Banco Master, que teve a liquidação decretada pelo Banco Central, teriam sido feitas sem as garantias necessárias, o que, na avaliação do parlamentar, compromete a liquidez do banco e pode exigir medidas emergenciais para recompor o capital.

Izalci relatou que esteve recentemente no banco para buscar esclarecimentos junto à direção da instituição e afirmou que os investimentos teriam sido realizados por meio de mecanismos que dispensaram autorização do conselho. Ele também criticou proposta enviada à Câmara Legislativa do Distrito Federal para criação de um fundo imobiliário com a finalidade de captar recursos para capitalizar o banco.

— Vivemos, aqui no Distrito Federal, o maior escândalo da história da capital da República, que é o do BRB. Como um banco faz um investimento de R$ 12,2 bilhões sem checar se tem documento, se tem garantia? — questionou.

Leia Também:  Nova lei cria Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito

O senador afirmou ainda que o Banco Central teria estabelecido prazo para que o banco recomponha seu capital, estimado por ele em cerca de R$ 8 bilhões. Segundo Izalci, caso não haja solução, a instituição poderia enfrentar medidas como liquidação ou federalização. Ele destacou que o BRB é responsável pelo pagamento de diversos programas sociais do governo distrital, o que, segundo ele, aumenta a preocupação com a situação financeira da instituição.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

Publicados

em

selo_eleicoes_claro.jpgA eleição deste domingo (4) definiu os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado para os próximos oito anos. Quarenta vagas serão renovadas, o equivalente a 74% das cadeiras em disputa. As demais serão ocupadas por senadores que conseguiram se reeleger.

Dos 32 atuais senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, o que corresponde a 43,7%. 

Antes mesmo da apuração, já se sabia que haveria mudança significativa na composição da Casa a partir de 2027. Isso porque, entre os ocupantes das 54 cadeiras em disputa, 13 não eram candidatos e outros 9 disputaram cargos diferentes ou participaram das eleições como suplentes. Com o resultado das urnas, a renovação foi ampliada pela derrota de 18 dos 32 senadores que tentavam permanecer no cargo. 

20261004_eleicoes_renovacao_senadores_02.jpg

Foram reeleitos, em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

Leia Também:  Lei inclui Carnatal no calendário turístico oficial do Brasil

Números

A disputa de 2026 repete um dado de 2018: nos dois pleitos, 32 titulares tentaram continuar no Senado. Em 2018, porém, apenas 8 foram reeleitos, e a renovação alcançou 46 das 54 cadeiras, ou 85,19%. Em 2026, o índice de reeleição foi maior, e a taxa de renovação, menor. 

As outras 27 cadeiras do Senado não estavam em disputa neste ano porque foram preenchidas na eleição de 2022 e têm mandato até janeiro de 2031. Ainda assim, algumas terão mudança a partir do próximo ano. 

Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores, enquanto Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno nos respectivos estados. O Senado é renovado alternadamente a cada quatro anos: em uma eleição são escolhidos dois terços da Casa e, na seguinte, um terço. 

 20261004_eleicoes_renovacao_senadores_01.jpg

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA