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Deputado Max Russi destaca reconhecimento de subtenente e mais 24 militares da Operação Canguçu

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Nesta quarta-feira (18), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), participou da solenidade de promoção de 25 policiais militares por Ato de Bravura, no Palácio Paiaguás. O evento marcou o reconhecimento aos esforços dos militares que atuaram em todas as fases da Operação Canguçu em 2023, após ataques criminosos em Confresa.

A cerimônia teve um significado histórico para a Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), impulsionado por uma articulação direta do deputado Max Russi junto ao governo do estado. Até então, militares na graduação de subtenente não podiam ser promovidos por ato de bravura, restrição que impedia a ascensão de profissionais com atuação destacada.

Com a nova legislação, o cenário mudou. Um dos beneficiados foi o agora segundo-tenente Luciano Baldoino dos Santos, cuja promoção simboliza essa conquista. “Nós só temos a agradecer ao deputado Max, que articulou o projeto, e ao governador, que sancionou a lei. Hoje, a promoção de subtenente por ato de bravura é uma realidade em Mato Grosso. Sinto uma felicidade indescritível. Agradeço a Deus e ao deputado Max por essa conquista”, declarou o oficial.

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Durante o evento, o deputado Max Russi destacou a importância do trabalho conjunto entre o Legislativo e o Executivo para corrigir o que classificou como uma “injustiça histórica”. “Tivemos a oportunidade de, junto ao governo, realizar correções. Uma delas, em especial, nasceu do caso em Confresa, com o subtenente Luciano. Levamos a demanda ao comando e ao governador, que teve a sensibilidade de abraçar a causa”, afirmou o presidente da ALMT.

Russi ressaltou ainda o impacto motivacional da medida para toda a corporação. “Antes, a tropa chegava a esse nível e não tinha essa oportunidade de ascensão. O governador Mauro corrigiu isso rapidamente, enviando o projeto à Assembleia. Isso não beneficia apenas um caso específico, mas motiva toda a corporação. Saber que o esforço pode levar ao oficialato é um estímulo gigante”, completou.

Os 25 policiais homenageados foram promovidos aos postos de primeiros, segundos e terceiros-sargentos, subtenente e segundo-tenente. Eles atuaram de forma decisiva desde o primeiro momento da invasão em Confresa até as fases de busca, captura e confronto armado com os criminosos, operação que se estendeu até o estado do Tocantins.

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Fonte: ALMT – MT

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Cattani critica proposta de restringir biomassa nativa e diz que medida pode prejudicar setor florestal

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) criticou, durante a sessão desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), a possibilidade de o governo do estado restringir o uso de biomassa de origem nativa para abastecimento de indústrias. Segundo o parlamentar, a medida pode prejudicar o setor florestal e gerar impactos negativos para produtores rurais, madeireiras e áreas de manejo sustentável.

Ao comentar o incentivo ao uso de biomassa proveniente exclusivamente de florestas plantadas em novos empreendimentos industriais, Cattani afirmou ser favorável ao reflorestamento, mas contrário a qualquer iniciativa que enfraqueça atividades já consolidadas no estado. “Eu acredito que nós possamos e devemos sim, ter as florestas plantadas. O reflorestamento tem que ser incentivado pelo Estado. Mas nós não podemos, de forma nenhuma, acabar com um setor para promover o outro”, afirmou.

O deputado também destacou a importância do manejo florestal sustentável e afirmou que a atividade contribui para a conservação ambiental. “Se você entra numa área de manejo, percebe que nunca o meio ambiente é agredido quando se trata do manejo florestal. Pelo contrário, o meio ambiente é promovido pelo manejo florestal”, declarou.

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Cattani demonstrou preocupação com os impactos que uma eventual restrição poderia causar ao setor e aos produtores rurais que realizam a abertura legal de áreas previstas na legislação.

“Uma pessoa comprou uma área de mata hoje e tem direito, pela nossa legislação, de abrir 20% em área de floresta. Esse cidadão pode não fazer isso agora, porque está pagando a terra e vai fazer daqui dez anos. Será que daqui dez anos ele será impedido de abrir esses 20%? E quando abrir, vai jogar fora toda a biomassa que colocou no chão?”, questionou.

Durante o discurso, o parlamentar também citou o aproveitamento dos resíduos gerados pelas serrarias e alertou para o que considera um possível retrocesso ambiental. “Será que o resíduo das serrarias vai ter que voltar a ser queimado para gerar carbono? Será que nós vamos fazer um retrocesso desse tamanho na questão florestal do nosso estado?”, indagou.

O debate ocorre em meio às discussões sobre o acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e o Ministério Público Estadual para regulamentar o uso da biomassa e garantir o abastecimento da indústria.

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Gilberto Cattani afirmou que acompanhará o tema e avisou que a Assembleia Legislativa poderá reagir caso alguma medida chegue ao Parlamento prejudicando o setor. “Eu não acredito que o governador vai levar isso adiante, mas quero deixar bem claro, se um decreto do Governo do Estado chegar a esta Casa, com certeza, no mesmo instante, teremos um decreto legislativo para sustá-lo, porque não podemos deixar perecer um setor tão importante, que é o setor agroflorestal do nosso estado”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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