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Izalci destaca iniciativas de apoio a ciência e tecnologia e aponta avanços no setor

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O senador Izalci Lucas (PL-DF), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (23), destacou iniciativas legislativas dele voltadas a ciência, tecnologia e educação e defendeu investimentos nesses setores.

Izalci disse que, com base em sua experiência no Executivo (ele foi secretário do Distrito Federal em dois governos), buscou reduzir as dificuldades para o avanço da C&T, atuando como parlamentar para incluir a inovação na Constituição e para atualizar o marco regulatório do setor, com o objetivo de reduzir entraves à pesquisa e à relação entre universidades e empresas.

— Mudamos toda a legislação de ciência e tecnologia. Hoje o pesquisador pode participar da patente, pode atuar em projetos com empresas, e a inovação passou a ter respaldo legal — disse.

O senador também mencionou a aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), relatado por ele, com ampliação de recursos para educação infantil e profissional. O parlamentar ressaltou, porém, desafios na alfabetização e na estrutura das escolas públicas.

— Hoje 70% dos jovens saem do ensino médio sem saber matemática, e 60% sem saber português. A gente precisa investir na base, na primeira infância, e melhorar a estrutura das escolas — afirmou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Projeto reforça proteção a crianças vítimas de negligência parental

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O Projeto de Lei 1191/26, do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), obriga profissionais e agentes públicos a informar ao Ministério Público situações de negligência parental, como abandono afetivo ou omissão no dever de assistência moral ou material a crianças e adolescentes. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Pelo texto, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a obrigação alcança:

  • oficiais de registro civil;
  • servidores de cartórios;
  • dirigentes e funcionários de escolas públicas e privadas;
  • profissionais de saúde;
  • assistentes sociais; e
  • outros agentes públicos que, no exercício de suas funções, identifiquem situações de vulnerabilidade em razão da negligência dos responsáveis legais.

Atualmente, o ECA já prevê a comunicação de determinadas situações ao Conselho Tutelar, mas não lista categorias profissionais responsáveis por fazê-la.

Conforme o projeto, a comunicação ao Ministério Público deverá conter identificação do menor de idade, bem como descrição dos motivos que levaram o agente público a constatar a vulnerabilidade da criança.

Segundo Crivella, a iniciativa aprimora a aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente. “A medida não cria um outro regime jurídico, mas densifica e aperfeiçoa os instrumentos já existentes de proteção à infância”, afirma.

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Próximos passos
O Projeto de Lei 1191/26 será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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