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Alta da paridade de exportação sustenta preços do algodão no Brasil, aponta Cepea
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Os preços do algodão no mercado brasileiro seguem sustentados pela alta da paridade de exportação e pela valorização do Índice Cotlook A, referência internacional para a pluma posta no Extremo Oriente. A análise é de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Segundo o levantamento, o cenário externo favorável tem sido determinante para a firmeza nas cotações internas, refletindo o aquecimento da demanda global pela fibra.
Demanda internacional fortalece preços internos
Com o mercado externo mais atrativo, vendedores brasileiros mantêm firmeza nos preços pedidos. A valorização do Índice Cotlook A tem contribuído diretamente para elevar a competitividade da pluma no cenário internacional.
Esse movimento também tem incentivado tradings a oferecer valores mais altos pelo algodão, ampliando a sustentação dos preços no mercado doméstico.
Indústrias enfrentam desafios no mercado spot
Parte das indústrias têxteis segue atuando no mercado spot, mas encontra dificuldades na aprovação de lotes e na negociação de preços com os vendedores.
Diante desse cenário, algumas empresas optam por trabalhar com matéria-prima previamente contratada ou mantida em estoque, direcionando suas operações para a comercialização de produtos manufaturados.
Fretes influenciam decisões de negociação
Outro fator relevante apontado pelo Cepea é o comportamento dos fretes, que segue sendo monitorado pelos agentes do setor.
Os custos logísticos impactam diretamente a viabilidade de novos negócios, além de influenciarem o cumprimento de contratos a termo, especialmente em um contexto de forte demanda internacional.
Mercado segue atento ao cenário externo
Com a combinação entre demanda aquecida, valorização internacional e custos logísticos, o mercado de algodão no Brasil permanece atento às oscilações externas.
A tendência, segundo o Cepea, é de continuidade na sustentação dos preços, enquanto o ambiente internacional seguir favorecendo as exportações brasileiras.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Brasil leva cerca de 50 empresas à Alimentec e fortalece promoção do agro brasileiro na Colômbia
O Brasil participou da Alimentec | Anuga Select Colombia com cerca de 50 empresas do setor agroalimentar, em uma ação voltada à promoção comercial e à ampliação da presença de produtos brasileiros no mercado colombiano. Considerada uma das principais feiras internacionais de alimentos e bebidas da América Latina e do Caribe, a Alimentec reuniu expositores, compradores e representantes da cadeia de abastecimento de diversos países.
A participação brasileira contou com o Pavilhão Brasil, organizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). O espaço apresentou a diversidade e a qualidade da produção agropecuária nacional, reunindo empresas de diferentes segmentos e promovendo o contato direto com importadores, distribuidores, compradores e representantes dos setores de varejo, alimentação fora do lar e serviços.
A delegação brasileira contou com a participação do embaixador do Brasil na Colômbia, Paulo Estivallet; do adido agrícola do Brasil no país, Clóvis Serafini; e da representante da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Larissa Maluf. Durante o evento, foram realizadas reuniões institucionais, visitas técnicas e encontros com representantes do setor produtivo e empresarial dos dois países.
A Alimentec reúne empresas e profissionais dos segmentos de alimentos, bebidas, hotelaria, restaurantes, catering, varejo e distribuição, constituindo-se como importante plataforma para a geração de negócios e o fortalecimento de parcerias comerciais. Para o Brasil, a participação na feira representa uma oportunidade estratégica para ampliar o acesso de produtos agropecuários ao mercado colombiano e fortalecer o relacionamento com potenciais compradores.
A Colômbia está entre os principais mercados do agronegócio brasileiro na América do Sul. Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 873 milhões em produtos agropecuários para o país, com destaque para café, produtos florestais e bebidas. Os números evidenciam a relevância do mercado colombiano para o setor e o potencial de expansão e diversificação da pauta exportadora brasileira.
Os contatos realizados durante a Alimentec deverão contribuir para o avanço das negociações entre empresas brasileiras e colombianas, ampliando as oportunidades de negócios e fortalecendo a presença do agro brasileiro no mercado colombiano.
Informações à imprensa
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