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VLI bate recorde na movimentação de grãos e farelos em 2025 e registra crescimento financeiro sólido
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A VLI registrou resultados históricos em 2025, com recordes na movimentação de grãos e farelos, consolidando seu papel como protagonista no transporte integrado de cargas do agronegócio. O desempenho positivo refletiu eficiência operacional, investimentos estratégicos e expansão das operações em ferrovias, portos e terminais.
Recordes na movimentação de grãos e farelos
No ano passado, a VLI transportou 23 milhões de toneladas úteis (MTU) em suas ferrovias, representando crescimento de 16% em relação a 2024. Nos portos operados pela companhia, foram embarcadas 15,4 MTU, alta de 14% na comparação anual.
Carolina Hernandez, diretora Comercial da VLI, destacou que os resultados refletem a proximidade com os clientes e a capacidade da empresa de oferecer soluções logísticas integradas. “Os recordes demonstram a confiança dos clientes na VLI e a solidez do nosso modelo operacional. Atuamos de forma integrada nos principais corredores do país, conectando regiões produtoras aos portos com eficiência, segurança e logística de baixo carbono”, afirmou.
Principais corredores logísticos da companhia
A VLI opera em três corredores estratégicos:
- Corredor Sudeste: conecta o Centro-Oeste à Baixada Santista via Ferrovia Centro-Atlântica (FCA)
- Corredor Leste: liga o Triângulo Mineiro aos portos de Vitória (ES), integrando FCA e Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM)
- Corredor Norte: conecta regiões produtoras do Centro-Norte aos portos do Maranhão, combinando a Ferrovia Norte-Sul (FNS), Estrada de Ferro Carajás (EFC) e terminais integradores
Esses corredores são responsáveis pelo transporte de grãos, farelos e outros produtos essenciais para a cadeia produtiva do agronegócio brasileiro.
Crescimento sustentável nos indicadores gerais
Em 2025, a VLI movimentou 43,5 bilhões de TKU em seus corredores ferroviários, alta de 4% frente a 2024. Nos portos, foram embarcadas 43,9 milhões de toneladas, crescimento de 2% em relação ao ano anterior.
Financeiramente, a companhia manteve desempenho sólido:
- Ebitda: R$ 5,26 bilhões
- Receita líquida: R$ 9,95 bilhões
- Lucro líquido: R$ 1,40 bilhão (+5,3% vs. 2024)
- Margem Ebitda: 52,9% (recorde, +0,5 ponto percentual)
A gestão financeira foi reforçada por iniciativas de refinanciamento de dívidas, que reduziram despesas financeiras e impulsionaram a lucratividade.
Investimentos estratégicos garantem expansão operacional
Pelo segundo ano consecutivo, a VLI investiu cerca de R$ 3,5 bilhões em seus ativos próprios e concessões, equivalente a 35% da receita líquida e 2,5 vezes o lucro líquido reportado.
Os recursos foram direcionados à modernização das ferrovias, terminais e portos, reforçando a capacidade de atendimento às cadeias produtivas do agronegócio, mineração, indústria e construção civil.
Perspectiva: eficiência e integração como motores de crescimento
O desempenho da VLI em 2025 demonstra que eficiência operacional, logística integrada e investimentos estratégicos são fatores determinantes para o crescimento sustentável da empresa. O recorde na movimentação de grãos e farelos reforça a importância da companhia para o agronegócio brasileiro e para a competitividade do país no mercado global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações de café do Brasil crescem em maio, mas acumulado da safra segue em queda
As exportações brasileiras de café registraram crescimento de 3,6% em maio de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, sinalizando a entrada da nova safra no mercado. Apesar do avanço mensal, o desempenho acumulado da temporada 2025/26 ainda reflete uma oferta mais restrita, com queda nos embarques em relação ao ciclo anterior.
Dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) mostram que o país exportou 3,089 milhões de sacas de 60 quilos em maio. No entanto, a receita cambial gerada pelos embarques recuou 16% no período, totalizando US$ 1,05 bilhão.
Safra menor impacta desempenho acumulado
No acumulado dos 11 primeiros meses do ano-safra 2025/26, entre julho de 2025 e maio de 2026, o Brasil exportou 35,373 milhões de sacas de café, volume 17,7% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior.
A receita obtida com as exportações alcançou US$ 13,612 bilhões, apresentando leve recuo de 0,7% na comparação anual.
Já entre janeiro e maio de 2026, os embarques somaram 14,745 milhões de sacas, queda de 12,4% frente às 16,825 milhões de sacas exportadas no mesmo período de 2025. As receitas geradas atingiram US$ 5,552 bilhões, redução de 14,6%.
Segundo o Cecafé, o comportamento do mercado está alinhado com o período de transição entre a entressafra e a entrada da nova produção brasileira.
Entrada dos cafés canéforas impulsiona embarques
O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, destaca que a recuperação observada em maio está diretamente ligada à chegada dos primeiros volumes da safra 2026/27, especialmente dos cafés canéforas, grupo que engloba conilon e robusta.
A expectativa é de que os embarques ganhem força nos próximos meses, acompanhando o avanço da colheita dos cafés arábica e o aumento da disponibilidade de produto.
O setor trabalha com perspectiva positiva para a nova temporada, impulsionada pelas boas condições climáticas registradas na maior parte das regiões produtoras e pelo potencial de uma safra volumosa e de qualidade.
Logística e cenário internacional seguem no radar
Apesar das perspectivas favoráveis para o aumento das exportações no segundo semestre, o setor acompanha fatores que podem limitar o desempenho dos embarques.
Entre os desafios apontados estão os gargalos logísticos nos portos brasileiros, as tensões geopolíticas internacionais e as incertezas relacionadas à política comercial dos Estados Unidos, um dos principais mercados consumidores de café.
Colheita avança, mas ritmo permanece abaixo da média
Levantamento da Safras & Mercado indica que a colheita da safra brasileira de café 2026/27 alcançou 30% da área até 10 de junho.
O avanço representa crescimento de sete pontos percentuais em relação à semana anterior, mas ainda permanece abaixo dos 35% registrados no mesmo período de 2025 e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 33%.
Conilon apresenta maior avanço nos trabalhos
A colheita dos cafés canéforas segue mais adiantada, com 43% da produção já colhida.
Mesmo assim, o ritmo continua abaixo do observado no ano passado e da média histórica para o período, ambos em 49%.
No Espírito Santo, principal produtor nacional de conilon, apenas 39% da safra havia sido colhida até o início de junho. Segundo analistas do mercado, o atraso está relacionado à maturação mais lenta das lavouras nesta temporada.
Chuvas atrasam colheita do café arábica
A colheita do café arábica também avança em ritmo mais lento. Os trabalhos alcançaram 23% da produção, abaixo dos 26% registrados em igual período de 2025 e da média de 25% observada nos últimos cinco anos.
As chuvas frequentes têm dificultado a operação das máquinas e o andamento dos trabalhos em importantes regiões produtoras, especialmente no Sul de Minas Gerais, maior polo de produção de café arábica do país.
Apesar do atraso, as avaliações iniciais da safra são positivas. Técnicos do mercado destacam bom potencial produtivo e qualidade satisfatória dos grãos, especialmente em relação à formação e ao padrão das peneiras, fator importante para a valorização do produto no mercado.
Perspectiva é de aumento da oferta no segundo semestre
Com o avanço da colheita e a expectativa de uma das maiores safras dos últimos anos, o setor projeta crescimento da disponibilidade de café ao longo do segundo semestre.
Caso as condições climáticas permaneçam favoráveis e a logística de exportação opere sem maiores restrições, o Brasil deverá ampliar sua presença no mercado internacional nos próximos meses, reforçando sua posição como maior exportador mundial de café.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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