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EUA ampliam área de algodão para a safra 2026/27, mas clima segue como fator de risco
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Os Estados Unidos devem ampliar a área destinada ao cultivo de algodão na safra 2026/27, conforme dados divulgados em análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), com base em informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Área plantada cresce 4% na nova safra
De acordo com o levantamento, a área total de algodão foi estimada em 3,90 milhões de hectares, o que representa um aumento de 4,0% em relação à safra 2025/26.
O crescimento reflete uma tendência de expansão ou estabilidade em grande parte do país: dos 17 principais estados produtores, 11 devem ampliar ou manter a área cultivada na nova temporada.
Texas lidera expansão do cultivo
O principal destaque é o estado do Texas, maior produtor de algodão dos Estados Unidos. A área plantada na região foi estimada em 2,23 milhões de hectares, acima dos 2,15 milhões de hectares registrados na safra anterior.
O desempenho do Texas é determinante para o resultado nacional, dado o peso do estado na produção norte-americana da fibra.
Área colhida segue como ponto de atenção
Apesar da expectativa de crescimento na área semeada, o relatório chama atenção para a diferença entre o que é plantado e o que efetivamente é colhido.
Na safra anterior, foram colhidos 3,16 milhões de hectares, frente aos 3,76 milhões de hectares plantados, resultando em uma taxa de abandono de 15,96%.
Esse cenário evidencia riscos relevantes para a produção, especialmente diante de fatores climáticos adversos.
Condições climáticas podem impactar produtividade
As condições climáticas seguem como um dos principais pontos de atenção para a safra 2026/27. O desenvolvimento das lavouras e o volume efetivamente colhido dependerão diretamente do comportamento do clima ao longo do ciclo produtivo.
Diante desse cenário, o monitoramento constante das lavouras será essencial para avaliar o potencial produtivo e possíveis perdas.
USDA iniciará acompanhamento semanal das lavouras
O relatório também informa que o USDA dará início à divulgação de dados semanais sobre o andamento das atividades no campo e as condições das lavouras.
Esse acompanhamento permitirá maior transparência ao mercado e ajudará produtores e investidores a acompanharem a evolução da safra em tempo real.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Abertura de mercado para o Brasil no Chile
O governo brasileiro concluiu negociações que permitirão ao Brasil exportar grãos secos de destilaria (DDG/DDGS) para o Chile.
A abertura beneficia importante insumo agrícola gerado a partir da produção de etanol de milho. Os grãos secos de destilaria (DDG/DDGS) são utilizados na produção de ração para aves, bovinos e suínos.
Em 2025, o Brasil exportou mais de US$ 2,2 bilhões em produtos agropecuários para o Chile, com destaque para carnes, produtos florestais e o complexo soja.
Com esse anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 601 aberturas de mercado desde 2023.
Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Informações à imprensa
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