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Secel abre calendário 2026 dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis Mato-grossenses em Primavera do Leste

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) abre o calendário 2026 dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses, nesta sexta-feira (17.4), com a etapa regional Sudeste, sediada em Primavera do Leste (a 235 km de Cuiabá). As competições envolvem estudantes de 12 a 17 anos, que disputam nas modalidades coletivas de basquetebol, futsal, handebol e voleibol.

Até a próxima quinta-feira (23.4), cerca de 800 atletas participam das competições, representando os municípios de Campo Verde, Chapada dos Guimarães, Guiratinga, Paranatinga, Poxoréu, Primavera do Leste, Planalto da Serra e São José do Povo.

Nos Jogos Escolares, que abrangem estudantes de 12 a 14 anos, serão 33 equipes de escolas públicas e privadas desses municípios. Já nos Jogos Estudantis, alunos de 15 a 17 anos competem por 38 seleções municipais. As duas competições ocorrem simultaneamente e abrangem equipes masculinas e femininas.

A edição 2026 dos Jogos Escolares e Jogos Estudantis de Seleções Mato-grossenses promete ser a maior da história, conforme calendário publicado no site www.secel.mt.gov.br/eventos-esportivos. Neste ano, as competições terão 11 etapas regionais e quatro estaduais em Mato Grosso, numa agenda que vai de abril a julho.

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Para realizar os eventos esportivos, a Secel conta com a parceria dos municípios-sedes e o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

“Mais uma vez, nossas equipes irão percorrer todas as regiões do Estado para realizar os Jogos Escolares e Estudantis Mato-grossenses, começando pela região Sudeste. Agradecemos a parceria de Primavera do Leste na realização do evento e a todos os demais municípios envolvidos, por acreditarem no poder do esporte para a formação de campeões dentro e fora de quadra”, menciona o secretário da Secel, David Moura.

Abertura oficial e locais dos jogos

A abertura oficial da etapa regional Sudeste será na sexta-feira (17), às 19h30, no Ginásio Municipal “Pianão”, em Primavera do Leste. Com presença de público e autoridades, a solenidade marca a entrada oficial das delegações e acendimento do fogo simbólico.

As competições prosseguem até a próxima quinta-feira (23), em diferentes espaços esportivos, de acordo com a modalidade. Confira:

Futsal: ginásio municipal Pianão
Basquetebol: ginásio da Escola Estadual Cremilda de Oliveira Viana
Handebol: ginásio da Escola Estadual Maria Dallafiora Costa – Parma Vida
Voleibol: ginásio da Faculdade Anhanguera

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Fonte: Governo MT – MT

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Como fundações privadas impulsionam o desenvolvimento humano?

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Se o Estado não alcança e nem o mercado se interessa, quem assume a responsabilidade pelo futuro? A pergunta não é apenas retórica, mas o ponto de partida para compreendermos o papel da sociedade civil organizada na contemporaneidade, afinal, como bem observa o pensador Jean-Jacques Chevallier, o chamado “Estado Pós-Moderno” é aquele que reconhece suas limitações e admite que os problemas de massa não podem mais ser resolvidos exclusivamente pelo aparato governamental. Nesse novo paradigma, é que proponho uma reflexão sobre o papel do chamado Terceiro Setor e principalmente das fundações privadas.Segundo a nossa legislação, as fundações, embora entidades privadas, desempenham atividades de relevância pública e social que sustentam os pilares de uma nação: educação, saúde, proteção do meio ambiente, assistência social, defesa da ética, cidadania e fomento à pesquisa.É preciso em um primeiro momento desmistificar a ideia de que fundações privadas existem apenas para a filantropia e o assistencialismo paliativo. Embora esse tipo de apoio imediato seja vital, deve-se avançar para compreendê-las como peças chaves que ocupam espaço estratégico muito maior no Terceiro Setor. Elas operam onde o Estado se mostra lento e onde a economia de mercado não encontra incentivos financeiros. Ao atuar nessas “zonas de sombra”, as fundações tornam-se o braço executor do Investimento Social Privado e da agenda de ESG (Environmental, Social and Governance) — pilar central do capitalismo consciente, onde o sucesso corporativo está intrinsecamente ligado à promoção de um ambiente socialmente desenvolvido.Mas isso não esgota o tema. Um dos pontos mais desconhecidos pelo público é a capacidade operacional dessas entidades. Uma fundação privada pode exercer atividades econômicas comuns, produzindo bens ou prestando serviços. A grande diferença não reside na forma de arrecadação, mas no destino do capital. Diferente de uma empresa comercial, o superávit de uma fundação é obrigatoriamente reinvestido em suas finalidades altruístas. É a eficiência da gestão privada sendo integralmente convertida em benefício público, permitindo que a própria sociedade gere recursos para financiar sua evolução. Dessa forma, as fundações podem ocupar uma posição estratégica dentro de uma política desenvolvimentista, atuando como núcleos de inovação e execução que aceleram o progresso nacional de forma sustentável e responsável.Por isso que a importância das fundações privadas está diretamente ligada ao fortalecimento de uma pauta de desenvolvimento nacional que não dependa apenas do governo de turno. O envolvimento nessas instituições é, em última análise, uma forma poderosa de cidadania ativa e de participação política, permitindo que o indivíduo ou a empresa influenciem diretamente o interesse público e coletivo sem depender de estruturas partidárias.Este setor fundamental precisa ser melhor compreendido para que possa ser ampliado. Por isso quero deixar neste texto uma mensagem para o leitor sentir-se devidamente convocado: conhecer melhor o funcionamento das fundações privadas, entender seu impacto e, quem sabe, tornar-se o instituidor de uma nova iniciativa. Transformar o Brasil exige mais do que votos; exige a coragem de organizar a sociedade para resolver, por conta própria, os desafios que o futuro nos impõe.*Renee do Ó Souza é promotor de Justiça em Mato Grosso, titular da Promotoria de Velamento de Fundações em Cuiabá e Várzea Grande, doutorando e Mestre em Direito e professor e autor de direito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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