MATO GROSSO
Politec supera 100 mil consultas digitais com sistema CIN e assistente ÍRIS
MATO GROSSO
A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) ultrapassou 100 mil acessos no sistema digital de Consulta CIN e na assistente virtual ÍRIS. O volume de consultas reflete a consolidação das ferramentas digitais desenvolvidas pela instituição para modernizar o atendimento ao cidadão, ampliar a eficiência dos serviços e facilitar o acesso às informações.
As soluções foram desenvolvidas integralmente com recursos próprios da Politec e mão de obra interna, o que permitiu baixo custo de implementação e ampliação da eficiência na prestação de serviços. A iniciativa integra as ações de modernização da instituição voltadas à inovação e à melhoria contínua do atendimento ao cidadão.
Para o Diretor da Politec Jaime Trevizan, o expressivo número de acessos reflete o avanço da instituição na modernização dos serviços e no fortalecimento de soluções que colocam o cidadão no centro do atendimento.
“Alcançar a marca de mais de 100 mil acessos aos nossos sistemas é um resultado muito significativo, que demonstra a confiança da população e a efetividade das soluções desenvolvidas pela Politec. São ferramentas que facilitam o acesso do cidadão aos serviços, trazendo mais autonomia, agilidade e comodidade no dia a dia. Outro ponto importante é que esses sistemas foram desenvolvidos com recursos próprios e mão de obra da própria Politec, o que garante baixo custo e alta eficiência. investir em tecnologia acessível, com responsabilidade e foco no cidadão.”
A ferramenta Consulta CIN permite que o cidadão acompanhe, de forma simples e rápida, o andamento da emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), utilizando apenas o número do CPF. Já a assistente virtual ÍRIS foi desenvolvida para facilitar o acesso à informação, especialmente em dispositivos móveis, possibilitando a localização de postos de identificação, consulta de contatos telefônicos e esclarecimento das dúvidas mais frequentes.
De acordo com o ouvidor da Politec, Etevaldo Aguiar, o resultado demonstra a efetividade das ferramentas e a confiança da população nos canais digitais da instituição.
“A Ouvidoria da Politec destaca que os sistemas digitais Consulta CIN e a assistente virtual ÍRIS já ultrapassaram a marca de 100 mil acessos, evidenciando a crescente adesão da população às soluções tecnológicas disponibilizadas. A Consulta CIN representa um importante avanço na autonomia do cidadão, permitindo o acompanhamento do processo de emissão do documento de identidade de forma simples, utilizando apenas o número do CPF.”
Além das plataformas digitais, a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), vinculada à Ouvidoria, permanece como um importante canal de suporte direto à população, assegurando orientação e atendimento humanizado de forma presencial ou pelo telefone 65 98108 0213.
O avanço das soluções digitais também já apresenta resultados práticos: houve redução média de 20% no volume de ligações telefônicas, o que contribui para a otimização dos atendimentos e maior celeridade nos serviços prestados.
“Com iniciativas como essas, a Politec segue investindo em soluções próprias, eficientes e de baixo custo, fortalecendo a modernização institucional e ampliando o acesso do cidadão aos nossos serviços”, salientou Jaime Trevizan.
Fonte: Governo MT – MT
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TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.
Fonte: Ministério Público MT – MT



