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Recordista do Guinness, que ‘zerou’ o mapa-múndi é destaque na programação do Salão do Turismo, em Fortaleza
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Apenas sete dias de sua abertura, o 10º Salão do Turismo revela uma agenda robusta, voltada para a inteligência estratégica do setor. Entre os dias 7 e 9 de maio, o Centro de Eventos do Ceará será palco do Núcleo do Conhecimento, um espaço dedicado a transformar a teoria em prática, abordando desde a preservação dos oceanos até estratégias para transformar destinos em fontes de renda global.
A programação, que começa na sexta-feira (8), traz temas de vanguarda, que prometem atrair tanto o trade turístico quanto o público interessado em inovação.
O Salão do Turismo, organizado pelo Ministério do Turismo, é aberto ao público e gratuito. É a primeira vez que o evento é realizado no Nordeste.
No sábado (9), o painel “Turismo na Prática” será comandado por Robson Jesus, que percorreu os 196 países no menor tempo já registrado, tendo completado a jornada em 2 anos e 42 dias, começando na Tailândia e finalizando no Brasil, com o objetivo de inspirar pessoas com origens humildes.
O recorde oficial foi confirmado em outubro de 2024, após análise minuciosa da organização do Guinness Book. Robson nasceu em Osasco (SP) e superou uma infância difícil para realizar seu sonho de viajar. Ele percorreu 35 nações americanas, 49 europeias, 54 africanas, 44 asiáticas e 14 na Oceania.
Em sua participação no Salão do Turismo, ele discutirá como transformar experiências de viagem em posicionamento e geração de renda.
Destaques
A programação traz temas de vanguarda, que prometem atrair tanto o trade quanto o público interessado em inovação. confira:
- Turismo Azul – O professor Hermógenes de Oliveira, da Universidade Federal do Ceará (UFC), apresenta uma abordagem que integra ciência e conservação marinha como motor de desenvolvimento sustentável. (Sexta, às 15h).
- Turismo Religioso e Aviação – Painéis com especialistas da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e representantes da Infraero discutirão a governança da fé e o papel crucial da aviação regional na conectividade dos municípios. (Turismo religioso, às 11h; e aviação, às 14h).
- Taxista e Marketing Digital – O evento também olha para a hospitalidade na ponta final. No sábado (9), às 10h, o papel dos taxistas será debatido como peça-chave na experiência do visitante. Estratégias de marketing de destinos e cases de sucesso, como o planejamento sustentável de Araguaína (TO), fecham a programação técnica, às 16h, oferecendo um roteiro completo de como estruturar um destino turístico de sucesso.
Coração intelectual
Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o espaço é o coração intelectual do evento. “O Núcleo do Conhecimento é uma das áreas mais dinâmicas do Salão do Turismo, onde vamos debater diferentes temas, de vários segmentos. Teremos abordagens inovadoras que, com certeza, farão a diferença para o desenvolvimento do setor em todo o país”, afirma.
Sobre o Salão do Turismo – Em sua histórica 10ª edição, o Salão do Turismo desembarca pela primeira vez no Nordeste, transformando Fortaleza na capital do turismo brasileiro.
Realizado pelo Ministério do Turismo, com apoio do Governo do Estado do Ceará e Prefeitura da Cidade de Fortaleza, o evento é uma vitrine viva das 27 unidades da Federação, promovendo uma imersão que une o sabor da gastronomia regional, a riqueza do artesanato e o pulsar das manifestações culturais com o que há de mais moderno em tecnologia e inovação no setor.
Mais do que uma exposição, o evento é o ponto de encontro estratégico para o trade e uma viagem completa pelo Brasil; tudo em um só lugar.
Programe-se
Data: 7 a 9 de maio
Local: Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza
Entrada: Gratuita e aberta ao público.
Credenciamento: Inscreva-se aqui
Como chegar: Confira as rotas para o Centro de Eventos
Fortaleza: Dicas do que curtir na cidade durante o evento
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação



