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RAR Agro & Indústria lidera produção de leite no RS e entra no top 15 do Brasil, aponta MilkPoint

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RAR Agro & Indústria fortalece posição no setor lácteo brasileiro

A RAR Agro & Indústria consolidou sua liderança na produção de leite no Rio Grande do Sul e passou a integrar o grupo das 15 maiores produtoras do Brasil, segundo ranking divulgado pelo MilkPoint. O resultado reforça a relevância da companhia na cadeia láctea nacional e evidencia a expansão de sua operação integrada.

Fazenda NTR sustenta alta produtividade no RS

O desempenho da empresa é impulsionado pela Fazenda NTR, localizada em Vacaria (RS), que registra produção média de cerca de 50 mil litros de leite por dia.

Toda a produção é destinada à industrialização própria, com destaque para queijos premium, como:

  • Gran Formaggio, considerado o primeiro queijo tipo grana produzido fora da Itália
  • Parmesão da linha RAR Gastronomia

O modelo reforça a estratégia de agregação de valor ao leite produzido internamente.

Tecnologia, genética e bem-estar animal como pilares produtivos

A Fazenda NTR, que integra a Rasip Agro, unidade da RAR Agro & Indústria, combina tecnologia de ponta, melhoramento genético e rigorosos padrões de manejo.

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A propriedade também foi pioneira no Sul do Brasil ao obter certificação de Bem-Estar Animal, concedida por entidades independentes como Integral Certificações e FairFood, assegurando critérios elevados de sanidade, conforto e manejo responsável dos animais.

Modelo verticalizado começou nos anos 1990

A operação leiteira da RAR teve início na década de 1990 com um movimento considerado inovador para a época: a importação de 140 vacas da raça holandesa, transportadas ao Brasil em aeronave.

A iniciativa marcou o início de um modelo produtivo verticalizado, que hoje integra toda a cadeia, da produção primária à industrialização de derivados lácteos.

Estratégia de longo prazo sustenta crescimento

Segundo o presidente executivo da RAR Agro & Indústria, Sergio Martins Barbosa, o avanço da companhia reflete planejamento e investimentos contínuos em tecnologia e qualidade.

“O reconhecimento como maior produtora de leite do Rio Grande do Sul reflete uma trajetória construída com planejamento de longo prazo, investimento em tecnologia e foco absoluto em qualidade. Estar entre as maiores do Brasil reforça a consistência desse modelo e a capacidade da RAR de competir em nível nacional”, afirmou.

Destaque no setor lácteo brasileiro

Com a nova posição no ranking nacional, a RAR Agro & Indústria reforça sua presença entre os principais players do setor lácteo, ampliando sua relevância na produção de leite e na industrialização de derivados de alto valor agregado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil avança na OMC em negociações sanitárias para abertura de mercados

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O Brasil obteve avanços nas negociações sanitárias e fitossanitárias para a abertura e ampliação de mercados durante a 95ª reunião do Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC), realizada entre os dias 22 e 26 de junho, em Genebra, na Suíça. A atuação conjunta do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE) incluiu 17 reuniões bilaterais com países estratégicos para o agronegócio brasileiro, contribuindo para destravar negociações, atualizar certificados sanitários e fortalecer o comércio internacional de produtos agropecuários.

A delegação brasileira foi composta pela adida agrícola do Brasil junto à OMC, Andréa Moura; pelo coordenador de Temas Multilaterais da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, César Vandesteen; pelo auditor fiscal federal agropecuário Bernardo Todeschini; e pelos diplomatas do MRE que atuam na OMC, Diego Fernandes Alfieri e Paulo Henrique Moraes Tapajós.

No âmbito do Comitê SPS, o Brasil tratou diretamente com parceiros comerciais de temas que impactam o acesso de produtos agropecuários aos mercados internacionais. As reuniões bilaterais tiveram como foco o avanço de negociações sanitárias pendentes, a ampliação de mercados, a atualização de certificados sanitários internacionais e a defesa dos interesses do agronegócio brasileiro.

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Entre os principais resultados, a Ucrânia sinalizou a possibilidade de realizar, ainda em setembro deste ano, uma auditoria no sistema brasileiro de inspeção. A medida representa uma etapa importante para a retomada das exportações brasileiras de carne suína ao país europeu, suspensas desde 2018.

Também houve avanços nas tratativas com o Canadá, que confirmou a realização de uma auditoria no início de outubro para o reconhecimento da regionalização brasileira para Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) e Doença de Newcastle. A iniciativa permitirá dar continuidade às negociações para a atualização dos Certificados Sanitários Internacionais aplicáveis às exportações brasileiras de carne de aves, processo conduzido pelo Brasil desde 2023.

Ao longo da semana, também foram discutidas 13 Preocupações Comerciais Específicas (PCEs), instrumento utilizado pelos membros da OMC para buscar esclarecimentos sobre medidas sanitárias e fitossanitárias que possam afetar o comércio internacional. Aproximadamente metade das PCEs é solucionada em até dois anos. Por privilegiar o diálogo técnico entre os países-membros, o mecanismo consolidou-se como uma importante ferramenta para prevenir disputas comerciais, apoiar a abertura de mercados e defender os interesses do agronegócio brasileiro.

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Sobre o Comitê SPS

O Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) é o principal foro internacional para discutir medidas sanitárias e fitossanitárias que afetam o comércio de produtos agropecuários. Seu objetivo é assegurar que as medidas adotadas para proteger a saúde humana, animal e vegetal sejam fundamentadas em critérios científicos e não constituam barreiras injustificadas ao comércio internacional.

O Brasil mantém atuação ativa no Comitê SPS e atualmente é o segundo país que mais apresenta notificações ao colegiado, atrás apenas dos Estados Unidos. Essa atuação contribui para ampliar a transparência, a previsibilidade e a segurança jurídica das regras aplicadas ao comércio internacional de produtos agropecuários.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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