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MEC inaugura sede própria do Campus Viamão do IFRS

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O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta quinta-feira, 7 de maio, a sede própria do Campus Viamão do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). O espaço foi adquirido pelo Governo do Brasil, com investimento de R$ 42 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), encerrando o período de funcionamento da unidade em imóvel locado. 

Durante a cerimônia, que contou a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, do reitor do IFRS, Júlio Xandro Heck, e da reitora do Instituto Federal Farroupilha (IF Far), Nídia Heringer, também foi assinada ordem de serviço, no valor de R$ 12,9 milhões, para a construção da reitoria do Instituto Federal Farroupilha em Santa Maria (RS). 

Ao todo, o IFRS recebe R$ R$ 97,2 milhões em obras do programa para a melhoria da infraestrutura das unidades existentes e construção de novos campi. Com a aquisição da sede própria do Campus Viamão, o IFRS também passa a contar com um Parque Científico e Tecnológico (IFRS TecnoParque), espaço que une ensino, pesquisa, extensão, inovação e setor produtivo em um só lugar. 

Nós teremos o compromisso de enviar os códigos de vagas que faltam para que a gente possa ter um campus que, de fato, atende à sua tipologia, chegando a 1.500 alunos atendidos no ano que vem.” Leonardo Barchini, ministro da Educação 

Na solenidade de inauguração, o ministro Leonardo Barchini ressaltou o crescimento do campus e o compromisso do MEC com a ampliação de seu quadro de servidores. “O Campus Viamão tem cerca de 50 professores, mas ele é um campus com número de estudantes relativos à tipologia de 70 professores. Então, nós teremos o compromisso de enviar os códigos de vagas que faltam para que a gente possa ter um campus que, de fato, atende à sua tipologia, chegando a 1.500 alunos atendidos no ano que vem”. 

A estudante do curso superior de tecnologia em processos gerenciais e primeira aluna surda a ingressar no Campus Viamão, Rafaela Leal, representou os estudantes na cerimônia e comemorou os investimentos. Segundo ela, “Estudar no Campus Viamão foi uma ótima oportunidade para a minha vida, para o meu desenvolvimento pessoal, para a minha formação acadêmica e mostra que uma pessoa surda é capaz de quebrar barreiras através da educação”.  

Para o reitor Júlio Heck, a conquista da sede própria reforçará o compromisso da instituição com a educação pública. “Sonhávamos em ter um lugar para chamar de nosso, pois este era o único campus do IFRS sem sede própria. Reafirmamos o nosso compromisso de fazer bom uso deste espaço, para servir e continuar fazendo educação pública de qualidade”. 

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07/05/2026 - Visita ao Campus Viamão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul.

Sede própria – O campus do IFRS, que antes pertencia a uma universidade privada, tem área total do terreno de 157 mil metros quadrados, dos quais 34 mil metros quadrados correspondem à área construída adquirida. O IFRS passou a utilizar integralmente todo o espaço, que inclui, além do TecnoParque, o polo audiovisual Tecna, onde são realizadas produção de longa metragens, documentários e campanhas publicitárias. Além disso, o IFRS planeja a criação de uma Incubadora Tecnológica e de um Polo de Inovação focado em Agroecologia e Resiliência Climática no complexo. 

Fundado em março de 2025, o TecnoParque visa integrar os setores acadêmico e produtivo para gerar um ambiente de cocriação, onde os resultados podem ser observados em duas dimensões fundamentais: desenvolvimento econômico e tecnológico com impacto social. O espaço abriga 13 empresas residentes e oferece suporte necessário para que pesquisas avançadas em robótica, manufatura avançada e cultura digital possam atravessar a fase de prototipagem e validação, assegurando maiores chances de sucesso para os estudantes. 

Barchini destacou o potencial do modelo adotado no campus. “Esperamos que os outros institutos sigam essa ideia de unir tecnologia, organizações sociais e cooperativas, todos juntos pelo desenvolvimento dos institutos federais”. 

O Instituto Federal do Rio Grande do Sul possui 18 campi, sendo eles: Alvorada; Bento Gonçalves; Canoas; Caxias do Sul; Erechim; Farroupilha; Feliz; Ibirubá; Osório; Porto Alegre; Porto Alegre – Restinga; Porto Alegre – Zona Norte; Rio Grande; Rolante; Sertão; Vacária; Veranópolis; e Viamão. A instituição conta com cerca de 665 mil estudantes matriculados, incluindo os cursos de qualificação profissional. São mais de 371 cursos disponíveis em seus campi. 

IF Farroupilha – A nova sede da Reitoria, que recebe recursos do Novo PAC, terá uma área construída de 4.082,35 metros quadrados, composta de dois pavimentos, contendo um hall de entrada, auditório, refeitório, salas administrativas, sala de reuniões, amplo jardim interno, copa e bloco de sanitários. A obra dará um destino ao terreno de propriedade do próprio instituto, acabando com os custos de aluguel. 

O IF Far conta com 13 campi, sendo eles: Alegrete; Santa Maria; Frederico Westphalen; Jaguari; Júlio de Castilhos; Panambi; Santa Rosa; Santo Ângelo; Santo Augusto; São Borja; São Luiz Gonzaga; São Vicente do Sul; e Uruguaiana. O IF Far oferece, anualmente, cerca de 12,3 mil vagas, e estão matriculados quase 20 mil alunos nos 196 cursos ofertados. 

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Expansão – Além dos campi já disponíveis, o IFRS está recebendo R$ 50 milhões, com recursos provenientes do Novo PAC, para a construção de unidades em Gramado e na Zona Norte de Porto Alegre. Já o IF Farroupilha está recebendo investimentos de R$ 65 milhões para a construção dos campi Caçapava do Sul, São Luiz Gonzaga e Santa Maria. 

Consolidação – O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais. Esta ação visa os campi que ainda não têm infraestrutura completa. As prioridades do investimento na consolidação são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas, como é o caso da sede própria do Campus Viamão. 

Para o IFRS, são R$ 47,2 milhões de investimentos na ação de consolidação. Entre 2023 e 2025, foram repassados R$ 70,4 milhões – este valor descentralizado inclui os aditivos das obras. Até 2026, ainda estão previstos outros R$ 153,7 mil. 

Já para o IF Far, são R$ 31,4 milhões de investimentos na ação de consolidação. Entre 2023 e 2025, foram repassados R$ 17,7 milhões. Até 2026, estão previstos outros R$ 13,7 milhões. Para os valores descentralizados já estão incluídos os aditivos no valor de R$ 48.461,48. 

Agenda – Pela manhã, o ministro visitou o novo Campus Porto Alegre Zona Norte do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), acompanhado do reitor do IFRS, Júlio Xandro Heck, e da reitora do Instituto Federal Farroupilha (IF Far), Nídia Heringer. Na ocasião, ele conheceu o prédio já existente, doado pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), que abriga cursos de qualificação profissional, como o de cuidador de idosos, do programa Mulheres Mil. Além disso, vistoriou as obras do prédio principal — um bloco multiuso que abrigará, entre outros, o curso técnico em enfermagem, cujas aulas estão previstas para iniciar no segundo semestre de 2026. Ainda em Porto Alegre, a comitiva do MEC também visitou o Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 

Resumo | Mais educação para o Rio Grande do Sul 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

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Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Rio Grande do Norte

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De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental do Rio Grande do Norte passou de 5,3 para 5,7 nos anos iniciais e de 4,1 para 4,6 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 3,7 para 4,2. Na rede pública do estado, o resultado passou de 4,8 para 5,2 nos anos iniciais; de 3,7 para 4,2 nos anos finais; e de 3,2 para 3,9 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.  

“Os resultados revelam que o Rio Grande do Norte teve, em 2025, seus melhores resultados no indicador brasileiro. Esse é o melhor Ideb da série histórica, provando que a escola dos nossos filhos é melhor que a escola que nós tivemos. Em 20 anos, o Brasil enfrentou, simultaneamente, três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. Os resultados do Ideb 2025 fecham um balanço de 20 anos de compromisso nacional pelo acesso, pela permanência e pela qualidade da educação. Fizemos muito, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini.

Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto.  

Aprendizagem de língua portuguesa e matemática – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação do Rio Grande do Norte passou de 201,00, em 2023, para 207,99 pontos, em 2025; e em matemática, de 209,07 para 217,68. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em português, a média passou de 250,31 para 255,84, e em matemática, de 246,10 para 254,56. Já no 3º ano do ensino médio, em português, o resultado passou de 267,52 para 269,92; e em matemática, de 263,79 para 265,59.  

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“O Saeb 2025 mostra que o Brasil foi capaz de fazer em apenas quatro anos o que estudos projetavam levar uma década: recuperar a aprendizagem perdida durante a pandemia de Covid-19. Esse resultado demonstra que, com políticas públicas consistentes, investimento e o compromisso de estados, municípios, professores e estudantes, é possível acelerar a aprendizagem. Os melhores resultados de quem passa mais tempo na escola reforçam nosso plano de ampliar a educação em tempo integral e o ensino médio integrado à educação profissional, para que os estudantes aprendam mais, em segurança, e estejam mais preparados para o mundo do trabalho”, defende Barchini.   

O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional.  

Estados – Todas as Unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. 

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas. 

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Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.

Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho obtidas no Saeb, em conjunto com os dados de fluxo escolar do Censo Escolar, compõem o Ideb. Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e UFs ao longo das diferentes edições da avaliação.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep

Fonte: Ministério da Educação

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