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MPA divulga calendário da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca
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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) divulgou o calendário das etapas estaduais da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, deflagradas pelos governos estaduais. Retomado após 16 anos, o evento marca o fortalecimento da participação social na construção de políticas públicas para os setores pesqueiro e aquícola.
Nesta edição, a conferência traz como tema: “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”. O objetivo é mobilizar pescadores, aquicultores, trabalhadores do setor, comunidades tradicionais, pesquisadores e demais atores envolvidos na cadeia produtiva do pescado no país.
A conferência é organizada pelo Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (CONAPE), principal instância consultiva do MPA. Além das etapas estaduais e distrital, também estão previstas conferências livres e temáticas, que poderão ser realizadas até o dia 3 de julho; uma etapa virtual, entre 3 de junho e 3 de julho; e a etapa nacional presencial, em Brasília (DF), de 11 a 13 de novembro.
Em breve, também serão divulgadas as datas das conferências nos demais estados, nas quais a sociedade civil participa diretamente do processo de organização das etapas estaduais.
Confira as datas das 13 conferências estaduais já confirmadas pelos governos estaduais.
Rio Grande do Norte – 03/06
Sergipe – 10/06
Minas Gerais – 11 e 25/06
Bahia – 16 e 17/06
Ceará – 17/06
Amapá – 17 e 18/06
Distrito Federal – 19/06
Alagoas – 20/06
Amazonas – 30/06
Tocantins – 30/06
Pernambuco – 02/07
Rio Grande do Sul – 02/07
Roraima – 03/07
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Exportação de milho do Brasil deve cair em 2025/26 com pressão dos EUA, Argentina e dólar mais fraco
O mercado brasileiro de milho enfrenta um cenário mais desafiador para as exportações na temporada 2025/26. A forte concorrência dos Estados Unidos e da Argentina no mercado global, somada ao fortalecimento do real frente ao dólar, levou o Itaú BBA a reduzir sua estimativa para os embarques brasileiros do cereal.
Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira, o banco revisou a projeção de exportação de milho do Brasil de 44 milhões para 40 milhões de toneladas na safra 2025/26.
Caso a previsão se confirme, o volume ficará abaixo do registrado na temporada passada, quando o Brasil exportou 41,6 milhões de toneladas e manteve a posição de segundo maior exportador mundial de milho, atrás apenas dos Estados Unidos e à frente da Argentina.
Concorrência internacional reduz competitividade do milho brasileiro
De acordo com a análise do Itaú BBA, o milho brasileiro enfrenta atualmente uma disputa mais intensa no mercado internacional, principalmente diante da elevada oferta dos Estados Unidos e da Argentina.
Além disso, a valorização do real frente ao dólar reduz a competitividade do cereal brasileiro nas exportações, tornando o produto nacional relativamente mais caro para compradores internacionais.
O cenário cambial, combinado com a maior disponibilidade global do grão, vem limitando o avanço dos embarques brasileiros e pressionando a participação do país no comércio internacional de milho.
Segunda safra preocupa mercado
Outro fator de atenção está relacionado à produção brasileira, especialmente à segunda safra, responsável pela maior parte da colheita nacional de milho.
Segundo o Itaú BBA, a oferta brasileira deverá ser menor do que o esperado inicialmente, após ajustes negativos nas estimativas da safrinha.
A segunda safra de milho está agora projetada em 110 milhões de toneladas, enquanto a produção total brasileira foi estimada em 138 milhões de toneladas, volume que representa queda anual de 2%.
O banco destaca que, apesar de o mercado interno ainda apresentar oferta relativamente confortável e estoques considerados adequados, novas revisões negativas podem alterar significativamente o equilíbrio do setor.
Mercado doméstico pode reter mais milho
O relatório também alerta que eventuais perdas adicionais na segunda safra podem incentivar retenção do cereal no mercado doméstico, reduzindo ainda mais o potencial exportador do Brasil.
Segundo o banco, caso a quebra da safrinha se intensifique, o mercado tende a manter estímulos de preços para segurar o milho internamente, priorizando o abastecimento nacional.
Esse movimento pode impactar diretamente os embarques brasileiros, especialmente em um momento de forte competição internacional e custos logísticos ainda elevados.
Brasil segue como protagonista global no milho
Mesmo com a redução nas projeções de exportação, o Brasil continua entre os principais players globais do mercado de milho.
O país mantém forte participação no comércio internacional graças ao avanço tecnológico no campo, à expansão da segunda safra e à elevada capacidade produtiva do Centro-Oeste.
No entanto, o cenário para 2025/26 mostra um ambiente mais competitivo e sensível às condições climáticas, ao câmbio e às oscilações da demanda global.
Analistas do setor seguem monitorando principalmente:
- o desenvolvimento final da segunda safra;
- o comportamento do dólar;
- a competitividade frente aos Estados Unidos e Argentina;
- o ritmo da demanda chinesa;
- e os estoques globais do cereal.
A expectativa é de manutenção da volatilidade nos preços e ajustes constantes nas projeções ao longo dos próximos meses, conforme o avanço da colheita e das negociações internacionais.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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