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Vai à Câmara prioridade no fomento ao patrimônio cultural imaterial

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A Comissão de Educação e Cultura do Senado (CE) aprovou nesta terça-feira (1º) prioridade nas políticas de fomento para expressões culturais reconhecidas como patrimônio cultural imaterial do Brasil.

A medida está prevista no substitutivo que o senador Camilo Santana (PT-CE) apresentou ao PL 3.061/2024, projeto de lei do senador Rogério Carvalho (PT-SE). Camilo Santana é o presidente da CE.

O texto, aprovado em turno suplementar, segue agora para análise na Câmara dos Deputados.

O patrimônio cultural imaterial reúne práticas, conhecimentos e expressões transmitidos entre gerações e que representam a identidade e a memória de diferentes grupos da sociedade.

De acordo com o substitutivo, terão prioridade nas ações de fomento as expressões que estejam em processo federal de registro, já concluído ou ainda em andamento. O registro é feito por meio de processo técnico conduzido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A prioridade poderá ser aplicada por diferentes mecanismos — como editais, linhas exclusivas em editais, cotas e bônus de pontuação. O texto também permite procedimentos diferenciados para a execução das ações de fomento e para a prestação de contas, além de outros mecanismos semelhantes.

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O substitutivo altera a lei que instituiu o Sistema Nacional de Cultura (Lei 14.835, de 2024).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Fim da 6×1: Paim defende que PEC seja votada no Plenário no mesmo dia da CCJ

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (1º), o senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 seja votada pelo Plenário do Senado no mesmo dia em que for analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

A proposta, que reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais e prevê dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial, está na pauta da comissão nesta quarta-feira (2).

Paim citou outras propostas de emenda à Constituição que, segundo ele, foram votadas pelo Plenário no mesmo dia em que passaram pela CCJ, sem a necessidade de cumprir o interstício de cinco sessões.

O senador ressaltou que o aumento da produtividade proporcionado pelos avanços tecnológicos (como a inteligência artificial, a automação e a robótica) possibilitam a redução do tempo de trabalho.

— O Brasil não pode estar na contramão do mundo e da história. As novas tecnologias são uma realidade; a inteligência artificial e a robótica vieram para ficar. O aumento da produtividade é fato e é real nos países que reduziram a jornada, então façamos da redução da jornada de trabalho também uma realidade — afirmou.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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