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15º Simpósio Técnico da ACAV debate influenza aviária e avanços da avicultura em Florianópolis

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Com uma programação abrangente e focada em temas estratégicos para a avicultura industrial, o evento promete reunir profissionais, pesquisadores e lideranças do setor para três dias de conhecimento, troca de experiências e networking.

Tema central: Influenza aviária

A influenza aviária, considerada uma das maiores ameaças à avicultura mundial, será o destaque do Simpósio deste ano. A palestra de abertura, no dia 6 de agosto, será ministrada pelo Dr. David E. Swayne, reconhecido especialista global com quase 40 anos de experiência no controle da doença. Dr. Swayne já atuou em instituições renomadas como o USDA, OFFLU, WOAH e ONU/FAO.

Programação técnica diversificada

O evento contará com 16 palestras técnicas e 5 mesas-redondas, que abordarão temas fundamentais para o setor, tais como:

  • Sanidade: Atualizações sobre influenza aviária, doenças virais emergentes e biosseguridade;
  • Inovação e incubação: Fisiologia, gestão de pessoas e novas tecnologias para incubatórios;
  • Manejo: Boas práticas no cuidado com ovos férteis, ambiência e equipamentos;
  • Nutrição: Qualidade de matérias-primas, saúde intestinal e impacto nos reprodutores;
  • Genética: Avanços em nutrição e fisiologia para reprodutoras modernas.
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O coordenador-geral do Simpósio, Bento Zanoni, ressalta que a escolha cuidadosa dos temas e palestrantes garante a excelência do evento.

Posicionamento do setor e desafios

Segundo Marcondes Aurélio Moser, presidente da ACAV, o Simpósio reafirma o papel de liderança do setor avícola: “Esta iniciativa faz parte da busca contínua por eficiência, biosseguridade e pelo fortalecimento das cadeias produtivas. A sanidade representa um desafio constante, mas Santa Catarina mantém-se livre das doenças mais graves que afetam outras regiões.”

Atividades paralelas e celebrações

Além da programação técnica, o Simpósio inclui pré-eventos, palestras de empresas parceiras e momentos de confraternização. A tradicional celebração do Jantar do Galo também acontece neste ano, marcando os 30 anos do Simpósio da ACAV.

Inscrições abertas com desconto

As inscrições estão abertas até 30 de junho com valores promocionais: R$ 720 para profissionais e R$ 360 para estudantes. A programação completa está disponível no site oficial: www.simposioacav.com.br/programacao.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil amplia exportações de carne suína e fortalece competitividade global com genética, sanidade e eficiência

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O Brasil segue consolidando sua posição entre os principais exportadores mundiais de carne suína, impulsionado por avanços em genética, elevados padrões sanitários e ganhos contínuos de eficiência produtiva. O cenário foi destacado pelo diretor técnico da PIC, José Henrique Piva, durante a abertura da programação técnica da Suinfair 2026, realizada nesta quinta-feira (2), em Ponte Nova (MG).

Na avaliação do especialista, o desempenho da suinocultura brasileira é resultado de um trabalho conjunto envolvendo produtores, cooperativas, empresas de genética, assistência técnica e toda a cadeia produtiva. Esse conjunto de fatores tem permitido ao país ampliar sua presença no mercado internacional, mesmo diante de um ambiente global marcado por desafios econômicos e sanitários.

Produção cresce acima da expansão do plantel

Durante a apresentação, Piva destacou que a produção nacional de carne suína apresentou crescimento consistente ao longo da última década, mesmo sem um aumento proporcional no número de matrizes.

Segundo ele, esse desempenho reflete os avanços tecnológicos incorporados às granjas, a evolução dos programas de melhoramento genético e o aprimoramento dos índices zootécnicos.

“O crescimento da produção brasileira está diretamente ligado aos ganhos de produtividade e à eficiência dos sistemas de produção”, ressaltou.

Esse avanço também se reflete no desempenho das exportações brasileiras, que vêm conquistando espaço em importantes mercados internacionais e fortalecendo a competitividade do setor.

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Genética e tecnologia elevam produtividade

Entre os fatores responsáveis pela evolução da suinocultura nacional, o diretor técnico destacou:

  • investimentos contínuos em genética;
  • melhoria da conversão alimentar;
  • evolução dos índices produtivos;
  • avanços no controle sanitário;
  • integração entre produtores, empresas e entidades do setor.

Segundo Piva, a genética moderna tem permitido produzir animais mais eficientes, capazes de converter melhor a alimentação em ganho de peso, reduzindo custos e aumentando a rentabilidade das granjas.

No entanto, ele reforçou que os resultados dependem diretamente da qualidade do manejo, das instalações, da sanidade dos rebanhos e das condições ambientais oferecidas aos animais.

Mercado internacional enfrenta desafios distintos

Ao comparar o cenário brasileiro com outros grandes produtores mundiais, o especialista explicou que cada país enfrenta obstáculos específicos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a escassez de mão de obra e a ocorrência de doenças que afetam os rebanhos têm limitado a expansão da atividade e reduzido a competitividade de parte das granjas.

Piva também lembrou que a suinocultura norte-americana vive ciclos econômicos caracterizados por períodos alternados de alta rentabilidade e prejuízos. Nos últimos anos, esse cenário levou ao fechamento de diversas propriedades, principalmente aquelas de menor porte e com menor capacidade de adaptação às oscilações do mercado.

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Segundo ele, compreender essas movimentações internacionais é fundamental para que os produtores brasileiros planejem investimentos de longo prazo e aproveitem as oportunidades abertas no comércio global.

Eficiência será o principal diferencial competitivo

Na avaliação do diretor técnico da PIC, o futuro da suinocultura mundial será cada vez mais pautado pela eficiência produtiva.

Produtores capazes de reduzir custos, elevar a produtividade e investir continuamente em inovação estarão mais preparados para enfrentar oscilações do mercado e ampliar sua participação nas exportações.

Piva destacou ainda que o Brasil possui um dos maiores patrimônios da cadeia: seu elevado status sanitário, reconhecido internacionalmente, fator que abre portas para novos mercados consumidores.

Para ele, preservar essa condição será essencial para garantir a continuidade da expansão das exportações brasileiras de carne suína e fortalecer ainda mais a competitividade do setor nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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