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3ª edição do Coffee More reúne 1,2 mil participantes e destaca liderança da Fortgreen no agronegócio
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A 3ª edição do Coffee More, realizada em 28 de junho no Centro Esportivo Conilon, em Jaguaré (ES), contou com a participação de mais de 1,2 mil produtores, distribuidores e revendas parceiras. Organizado pela Fortgreen e F1rst Agbiotech, empresas do Grupo Origin Enterprises, o evento ofereceu uma imersão em tendências e novidades para as culturas de café conilon, cacau, pimenta-do-reino e banana, com foco em nutrição e fisiologia vegetal, além de tecnologias de aplicação e adjuvantes.
Palestras técnicas abordam desafios climáticos e estratégias agronômicas
A programação contou com palestras voltadas para desafios atuais do campo. Alexandrius de Moraes Barbosa, professor da Unoeste, destacou o fenômeno da “noite quente” no norte do Espírito Santo e seus impactos na aplicação de defensivos e irrigação. Guilherme Messias, consultor da GT Agro, apresentou estratégias nutrifisiológicas para fortalecer plantas diante de estresses ambientais, enquanto Edmar Tessarolo, da Tessarolo Consultoria Agronômica, falou sobre manejo de excelência para alta produtividade no café Conilon.
Na área de bananicultura, Anderson Pilon ressaltou a importância da nutrição e ativação constante da fotossíntese para alcançar alta performance produtiva. Franco Cosme, consultor de pimenta-do-reino, comentou sobre os efeitos do clima e eventos como El Niño e La Niña na produtividade e valorização do produto.
Mesa-redonda e troca de experiências com produtores locais
Após as palestras, produtores da região participaram de uma mesa-redonda para compartilhar práticas e experiências no campo. Marcos Túlio, Carlos Junior e Anderson Gonçalves destacaram a importância do encontro para aproximar diferentes realidades da produção agrícola.
Parcerias fortalecem o agronegócio local e ampliam conhecimento técnico
Representantes de revendas parceiras enfatizaram o papel do Coffee More no fortalecimento da agricultura regional e no aprimoramento técnico. Adriano Mauricio Gonçalves da Silva, da Agro Gonçalves, ressaltou a contribuição do evento para elevar a excelência dos produtores. Marcio Freire, da Agrosol Agronegócios, destacou a aceitação positiva dos produtos Fortgreen e o suporte oferecido. Produtores como Cláudio Agrizzi e Manoel Ferreira afirmaram que as informações recebidas impactam diretamente o manejo e a produtividade.
Lançamentos e demonstrações práticas marcam o evento
O gerente comercial regional da Fortgreen, Pablo Silva, reforçou que o evento visa trazer conhecimento, tecnologia e resultados. Na ocasião, foi lançada a nova variação da linha Fortblen, composta por fertilizantes de liberação controlada que agora incluem micronutrientes essenciais como boro, manganês, cobre e zinco, fundamentais para corrigir deficiências comuns dos solos brasileiros.
A Fortgreen também apresentou seu Laboratório Móvel de Tecnologia de Aplicação e Adjuvantes, demonstrando a eficácia dos produtos desde o preparo da calda até a aplicação no alvo. O consultor Renan Queiroz, da F1rst Agbiotech, compartilhou o projeto Solo Ideal, que oferece diagnósticos e soluções biológicas para problemas como nematoides e pragas, com crescente demanda entre produtores.
Evento fortalece conexão entre diferentes regiões produtoras
O diretor comercial da Fortgreen, Frederico Peres, destacou a participação de produtores e distribuidores de diversas regiões, incluindo o norte do Espírito Santo, sul da Bahia e Rondônia, segundo maior parque cafeeiro de conilon do país, ampliando o alcance e impacto do Coffee More.
Coffee More consolida legado de conhecimento e inovação
Desde sua estreia em 2023, o Coffee More vem crescendo em público e relevância. A primeira edição reuniu mais de 600 participantes e focou em cases de sucesso; a segunda, com mais de mil visitantes, trouxe lançamentos tecnológicos, debates sobre gestão feminina no agro e conteúdo técnico de alto nível. A terceira edição reafirma o compromisso da Fortgreen em promover inovação, conhecimento e resultados para o agronegócio regional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil
O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.
O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.
Porto de Santos concentra maior parte dos embarques
O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.
Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.
Predomínio do açúcar VHP nas exportações
A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.
Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.
Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho
Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.
A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.
Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual
Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.
A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.
Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.
Preço médio do açúcar recua no mercado externo
O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.
O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.
O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio

