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ABHB encerra 2025 com avanços históricos e consolida protagonismo das raças Hereford e Braford na pecuária nacional
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2025: um ano marcante para a pecuária de corte
A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) encerra 2025 celebrando um ciclo histórico para a pecuária de corte nacional. O ano foi marcado por conquistas em eventos nacionais e internacionais, crescimento nas exposições e avanço expressivo das exportações de carne certificada.
De acordo com o presidente da ABHB, Eduardo Soares, 2025 consolidou definitivamente o papel das raças Hereford e Braford como referências na produção de carne de alta qualidade, unindo eficiência genética, produtividade e rentabilidade.
“Foi um ano marcante dentro da história da Associação. Em todos os aspectos, conseguimos firmar ainda mais os propósitos das duas raças como produtoras de carne de excelência, entregando rentabilidade aos criadores que apostam nelas”, destacou Soares.
Mundial Braford em Esteio reforça reconhecimento internacional
Um dos principais destaques do ano foi a realização do Mundial da Raça Braford, que ocorreu entre 28 de abril e 4 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). O evento reuniu delegações de diversos países e foi considerado uma vitrine internacional da genética brasileira.
“Recebemos o mundo Braford aqui no Rio Grande do Sul e mostramos a pujança, a importância e o nível de excelência que a raça alcançou”, celebrou o presidente.
Paralelamente, a Nacional Hereford também apresentou resultados expressivos, confirmando o protagonismo da raça mãe na produção de carne de qualidade e na eficiência do cruzamento industrial.
“O Hereford segue como uma alternativa estratégica para produtores que buscam padronização e desempenho nos rebanhos”, acrescentou Soares.
Expointer 2025 consolida crescimento das raças
Outro marco do ano foi a Expointer 2025, realizada entre o fim de agosto e início de setembro. As raças Hereford e Braford figuraram novamente entre as mais representativas do evento, evidenciando a força da genética nacional e o empenho dos criadores.
Segundo Soares, o desempenho nas pistas e nos negócios reforçou o orgulho dos pecuaristas e o posicionamento da ABHB como referência em qualidade genética.
Exportações em alta e novos mercados para carne Hereford
O avanço nas exportações de carne Hereford também foi um dos pontos altos de 2025. A entidade destacou a ampliação da presença brasileira em mercados internacionais, com destaque para Maldivas, Portugal, México, Itália, Holanda, Canadá e Suíça, entre outros países que passaram a importar o produto.
Essa expansão fortalece o selo de certificação de carne da ABHB, que garante origem, qualidade e rastreabilidade, elevando o padrão da carne brasileira no mercado global.
Perspectivas otimistas para 2026
Para o próximo ano, a ABHB pretende intensificar suas ações em exposições, programas de registro genealógico e certificação de carne, consolidando ainda mais a presença das raças Hereford e Braford no Brasil e no exterior.
“As perspectivas para 2026 são muito positivas. Vamos seguir ampliando o trabalho da ABHB para oferecer aos pecuaristas uma opção genética de alto valor, capaz de garantir rentabilidade e eficiência nos sistemas de produção”, concluiu Soares.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Preço da tilápia sobe com oferta restrita e exportações alcançam maior volume de 2026
A baixa disponibilidade de peixes continuou sustentando os preços da tilápia no mercado brasileiro durante o mês de maio. Levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) aponta que a oferta restrita favoreceu novas altas em algumas das principais regiões produtoras acompanhadas pelo instituto.
Apesar da valorização observada em parte do mercado, algumas praças registraram recuo nos preços. Segundo pesquisadores do Cepea, a retração esteve relacionada ao enfraquecimento da demanda, especialmente pela redução das compras por parte dos frigoríficos, que adotaram uma postura mais cautelosa diante do cenário de consumo.
Oferta deve aumentar gradualmente nos próximos meses
De acordo com o Cepea, a partir de maio os peixes entram em uma fase de maior ganho de peso, fator que tende a ampliar gradualmente a oferta disponível para comercialização.
Esse movimento pode contribuir para um maior equilíbrio entre oferta e demanda ao longo do segundo semestre, reduzindo parte da pressão altista observada nos primeiros meses do ano.
Ainda assim, o setor segue atento à evolução dos custos de produção, ao ritmo de consumo no mercado interno e ao desempenho das exportações, fatores que continuarão influenciando a formação dos preços da proteína.
Exportações de tilápia atingem maior volume do ano
No comércio exterior, a piscicultura brasileira registrou resultados expressivos em maio. Os embarques de tilápia e produtos derivados alcançaram o maior volume exportado em 2026 e o mais elevado desde junho de 2025.
O desempenho reforça a competitividade da proteína brasileira no mercado internacional e demonstra a recuperação do fluxo comercial após um período de ajustes provocados por mudanças tarifárias e oscilações na demanda global.
Novas tarifas dos EUA preocupam setor
Apesar do avanço das exportações, o setor acompanha com atenção as recentes decisões do governo dos Estados Unidos relacionadas à política comercial.
Segundo o Cepea, a administração norte-americana anunciou novas tarifas de importação com previsão de entrada em vigor a partir de julho. A medida poderá impactar novamente a competitividade da tilápia brasileira no principal mercado comprador do produto.
Os Estados Unidos seguem como um dos destinos estratégicos para as exportações brasileiras de pescado, e eventuais barreiras comerciais podem influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses.
Perspectivas para a cadeia aquícola
O cenário para a tilapicultura brasileira combina fundamentos positivos e desafios relevantes. Enquanto a oferta ainda limitada sustenta os preços em diversas regiões e as exportações mostram forte desempenho, o mercado monitora o aumento gradual da produção interna e os possíveis efeitos das novas tarifas norte-americanas.
A evolução da demanda doméstica, o comportamento dos compradores internacionais e o ambiente comercial global deverão definir os rumos do setor ao longo do segundo semestre de 2026.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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