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Ações de Hong Kong avançam com maior fluxo de entrada em três semanas

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Alta nas bolsas chinesas e forte entrada de capital impulsionam Hong Kong

As ações de Hong Kong encerraram o pregão desta segunda-feira (23) em alta, impulsionadas pelo maior fluxo de entrada via programa Stock Connect nas últimas três semanas, mesmo diante da cautela dos investidores com possíveis condições de mercado mais restritivas.

O índice Hang Seng, referência na bolsa de Hong Kong, subiu 0,67%, alcançando 23.689 pontos. Em Xangai, o índice SSEC também teve desempenho positivo, com alta de 0,65%, fechando a 3.381 pontos. Já o CSI300, que reúne as principais companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,29%, chegando a 3.857 pontos.

Maior compra via Stock Connect desde maio

Os investidores do continente chinês adquiriram 7,9 bilhões de iuanes (equivalentes a US$ 1,11 bilhão) em ações de Hong Kong por meio do Stock Connect nesta segunda-feira, marcando o maior valor desde 30 de maio.

Apesar da contribuição significativa desses investidores para a valorização do mercado de Hong Kong ao longo do ano, a participação vinda da China continental havia diminuído nos últimos dois meses.

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Semicondutores lideram ganhos com expectativa de restrições dos EUA

Entre os destaques do pregão, as ações das empresas de semicondutores Hua Hong Semiconductor e SMIC avançaram cerca de 4,5% cada. A alta veio após notícias de que o governo dos Estados Unidos avalia impor novas restrições à China, incluindo a revogação de isenções que atualmente permitem a fabricantes globais de chips utilizar tecnologia americana no território chinês.

Desempenho dos principais mercados asiáticos
  • Tóquio (Nikkei 225): queda de 0,13%, a 38.354 pontos
  • Seul (Kospi): recuo de 0,24%, a 3.014 pontos
  • Taiwan (Taiex): baixa mais expressiva do dia, com queda de 1,42%, a 21.732 pontos
  • Cingapura (Straits Times): leve desvalorização de 0,11%, a 3.879 pontos
  • Sydney (S&P/ASX 200): queda de 0,36%, a 8.474 pontos

O otimismo pontual nos mercados chineses, especialmente em Hong Kong, reforça a influência das políticas de conectividade entre as bolsas da região e o apetite de investidores do continente. Ainda assim, o cenário global permanece marcado por incertezas, especialmente quanto às ações futuras dos Estados Unidos em relação à tecnologia chinesa.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Conheça a história de uma aquicultora que vive na região da pérola do Tapajós

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Era apenas um passatempo em 2009, mas, aos poucos, ganhou espaço na rotina e se transformou em uma atividade que hoje envolve toda a família. Vilma Clea Oliveira da Silva, 64 anos, começou a criar peixes em uma barragem de grande porte sem pretensão comercial, para consumo próprio e para observar o desenvolvimento dos animais. Foi justamente a curiosidade do que acontecia dentro dos tanques que despertou o interesse pela aquicultura. Com o passar do tempo, a observação do dia a dia e o rendimento da criação fizeram com que ela percebesse que havia uma possibilidade de trabalho. A experiência que nasceu de maneira simples levou Vilma a buscar conhecimento e a investir cada vez mais na criação de peixes.

É olhando exatamente para as águas da Amazônia que a aquicultora enxerga uma das maiores possibilidades para o futuro. Seu sonho é que os rios da região possam ser mais bem aproveitados, sempre dentro das regras ambientais e de forma responsável. “Nós temos dois grandes rios, o Amazonas e o Tapajós”, destaca ao falar sobre o potencial que vê.

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Esse olhar para o futuro também se estende à própria família. Os filhos seguem próximos da aquicultura e ajudam de maneiras diferentes. A filha, que está se formando em medicina, contribui principalmente na parte clínica e laboratorial, enquanto o filho participa das atividades práticas do dia a dia relacionadas ao cultivo nos tanques. Assim, aquilo que começou como uma experiência pessoal foi gradualmente se tornando também uma vivência compartilhada entre gerações.

Vilma Clea Oliveira da Silva
Vilma Clea Oliveira da Silva

Se a continuidade da atividade passa pela família, Vilma acredita que também depende de quem está chegando agora. Para os jovens que pensam em trabalhar com aquicultura, ela recomenda buscar conhecimento e qualificação. Há caminhos de formação ligados à área, como o curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e capacitações em Aquicultura oferecidas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Investir em conhecimento significa também ampliar a capacidade de quem trabalha diretamente com a criação de peixes e de quem poderá ajudar outros produtores a enfrentarem os desafios da atividade.

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Aquicultura é o cultivo de organismos aquáticos com alimentação controlada, monitoramento constante e boas práticas de produção. A atividade pode ser realizada em águas marinhas e continentais. Dentro de espaços como rios, lagos, reservatórios, utilizando água destes em viveiros escavados em terra ou em aquários. Há diversas formas de cultivo e diversas espécies.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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