CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

AÇÚCAR/CEPEA: Vendas continuam fracas, e preço do cristal flutua conforme o tipo

Publicados

AGRONEGOCIOS


Cepea, 15/2/2022 – O mercado spot paulista de açúcar cristal seguiu desaquecido por mais uma semana. Segundo colaboradores do Cepea, a liquidez esteve baixa, e somente em casos pontuais é que foram observadas negociações envolvendo maiores volumes. A demanda tem sido menor desde o início oficial da entressafra 2021/22 (em janeiro/22), conforme esperado, uma vez que compradores normalmente se abastecem antecipadamente para este período. Do lado das usinas, as unidades que tinham a intenção de vender lotes do cristal Icumsa 180 estiveram flexíveis quanto aos preços – contexto que levou o Indicador CEPEA/ESALQ cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, a operar na casa dos R$ 145,00/saca de 50 kg em alguns dias da semana passada. Já na sexta-feira, 11, o Indicador fechou em R$ 148,61/sc, alta de 2,44% sobre o dia anterior, devido a uma concentração de negócios envolvendo o Icumsa 150, produto que continua restrito no correr de toda a safra 2021/22. No balanço do período (de 7 a 11 de fevereiro), a média do Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 146,63/sc, pequeno aumento de 0,08% em relação à da semana anterior. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Leia Também:  Farsul alerta que BNDES cobre apenas 20% das dívidas rurais no Rio Grande do Sul e cobra mais recursos
Fonte: CEPEA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Manejo de pastagens antes da seca pode reduzir custos e garantir ganho de peso na pecuária

Publicados

em

Manejo antecipado das pastagens é decisivo para enfrentar a seca

A aproximação da estação seca exige atenção redobrada dos pecuaristas no manejo das pastagens. Com a redução das chuvas, há queda na produção e na qualidade da forragem, o que impacta diretamente o desempenho dos rebanhos.

Esse período de transição é considerado estratégico, pois ainda permite a formação de reserva de pasto e ajustes no sistema produtivo para reduzir perdas ao longo dos meses de menor crescimento das plantas.

Oferta de forragem pode cair até 70% na seca

De acordo com o técnico em agricultura e vendedor externo da Nossa Lavoura, Robson Luiz Slivinski Dantas, o manejo adequado nesse momento é determinante para evitar prejuízos.

Segundo ele, a redução das chuvas desacelera o crescimento das pastagens e compromete sua qualidade nutricional.

“Um manejo adequado pode garantir uma oferta de matéria seca entre 2% e 3% do peso vivo dos animais, evitando déficits que comprometem o ganho de peso e geram perdas econômicas importantes”, explica.

Além da redução na oferta, a qualidade da forragem também cai significativamente, com aumento da fibra e redução de proteína e digestibilidade.

Falta de planejamento aumenta custos e degrada pastagens

Entre os principais erros cometidos por produtores nesse período estão:

  • Superlotação das áreas
  • Ausência de pastejo rotacionado
  • Falta de adubação estratégica
  • Não monitoramento da altura do pasto
Leia Também:  Plantio da soja 2025/2026 avança pelo Brasil após fim do vazio sanitário

Essas práticas aceleram a degradação das áreas e reduzem a capacidade de suporte.

“Quando o produtor não mede a oferta de pasto e mantém a lotação elevada, ele consome a reserva antes do período crítico. O resultado é aumento dos custos e menor produtividade”, alerta Dantas.

Ajuste de lotação é chave para preservar forragem

Uma das principais estratégias recomendadas é o ajuste gradual da taxa de lotação.

A redução planejada do número de animais por hectare ajuda a preservar a reserva de forragem para a seca.

“É possível preservar até 50% a mais de pasto quando a lotação é ajustada de forma estratégica”, afirma o especialista.

O manejo também deve priorizar áreas de descanso e organização do pastejo rotacionado.

Adubação no fim das águas ainda traz ganhos produtivos

Mesmo no fim do período chuvoso, a adubação pode contribuir para aumentar a produção de forragem.

A aplicação de nitrogênio, em áreas com bom potencial produtivo, pode elevar a produção entre 20% e 40%, favorecendo a formação de reservas.

Essa prática melhora o aproveitamento da área e ajuda a sustentar o rebanho durante a seca.

Planejamento garante desempenho e reduz perdas na seca

Com planejamento adequado, é possível manter ganhos de peso entre 0,5 kg/dia e 0,8 kg/dia, mesmo com suplementação mínima.

Leia Também:  Preço do Milho Alcança Maior Valor em Três Anos no Brasil

Segundo Dantas, a antecipação das decisões reduz impactos produtivos e reprodutivos no rebanho.

Quando não há planejamento, os prejuízos podem ser significativos, incluindo queda de desempenho e aumento de custos operacionais.

Boas práticas ajudam a atravessar o período crítico

Entre as recomendações práticas para o produtor estão:

  • Monitoramento semanal da altura do pasto
  • Planejamento da lotação futura
  • Adubação nitrogenada em áreas prioritárias
  • Implantação de pastejo rotacionado

Essas medidas ajudam a preservar tanto a quantidade quanto a qualidade da pastagem.

Falta de manejo pode gerar perdas de até R$ 500 por hectare

A ausência de planejamento pode resultar em perdas econômicas expressivas, incluindo:

  • Redução do ganho de peso
  • Maior necessidade de suplementação
  • Aumento da mortalidade
  • Queda na produtividade do abate

“Sem planejamento, os prejuízos podem chegar a R$ 500 por hectare”, destaca o especialista.

Soluções para manejo eficiente das pastagens

A Nossa Lavoura oferece insumos e soluções voltadas ao manejo estratégico, incluindo:

  • Adubos NPK balanceados
  • Sementes de pastagens mais resistentes
  • Corretivos de solo

Segundo Dantas, o uso combinado dessas ferramentas permite ampliar a reserva de forragem e reduzir custos.

“Com planejamento e tecnologia, o produtor atravessa a seca com mais segurança e produtividade”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA