CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Açúcar recua nas bolsas internacionais diante de escalada nas tensões comerciais entre EUA e China

Publicados

AGRONEGOCIOS

Os contratos futuros de açúcar registraram queda significativa nesta terça-feira (8) nas bolsas internacionais, impactados pelo agravamento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China. A troca de tarifas entre as duas potências globais elevou a aversão ao risco nos mercados e pressionou os preços da commodity, que atingiram o menor patamar em quatro semanas.

Segundo dados da plataforma Barchart, o aumento da preocupação com uma possível desaceleração da economia global afetou o desempenho dos principais índices acionários, contribuindo para a queda nas cotações do açúcar.

Outro fator que influenciou o mercado foi a valorização do dólar em relação ao real, que levou a moeda brasileira ao menor nível em dois meses e meio. Com isso, o açúcar brasileiro ganhou competitividade no mercado internacional, o que favorece as exportações. No entanto, analistas alertam que o aumento de tarifas pode encarecer o produto e, consequentemente, provocar retração no consumo global.

Desempenho nas bolsas internacionais

Na ICE Futures, em Nova York, os contratos futuros do açúcar bruto encerraram o dia em baixa. O vencimento para maio de 2025 recuou 37 pontos, sendo cotado a 18,31 centavos de dólar por libra-peso. Já o contrato de julho de 2025 teve queda de 35 pontos, negociado a 18,14 centavos de dólar por libra-peso.

Leia Também:  ApexBrasil e Mapa realizam Encontro Nacional do Agro e dos Adidos Agrícolas em Brasília

Na ICE Europe, em Londres, o açúcar branco também apresentou desvalorização. O contrato com vencimento em maio de 2025 caiu US$ 10,70, encerrando a sessão a US$ 523,20 por tonelada. O contrato de agosto de 2025 recuou US$ 9,90, com cotação de US$ 511,10 por tonelada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Propaganda

AGRONEGOCIOS

Conheça a história de uma aquicultora que vive na região da pérola do Tapajós

Publicados

em

Era apenas um passatempo em 2009, mas, aos poucos, ganhou espaço na rotina e se transformou em uma atividade que hoje envolve toda a família. Vilma Clea Oliveira da Silva, 64 anos, começou a criar peixes em uma barragem de grande porte sem pretensão comercial, para consumo próprio e para observar o desenvolvimento dos animais. Foi justamente a curiosidade do que acontecia dentro dos tanques que despertou o interesse pela aquicultura. Com o passar do tempo, a observação do dia a dia e o rendimento da criação fizeram com que ela percebesse que havia uma possibilidade de trabalho. A experiência que nasceu de maneira simples levou Vilma a buscar conhecimento e a investir cada vez mais na criação de peixes.

É olhando exatamente para as águas da Amazônia que a aquicultora enxerga uma das maiores possibilidades para o futuro. Seu sonho é que os rios da região possam ser mais bem aproveitados, sempre dentro das regras ambientais e de forma responsável. “Nós temos dois grandes rios, o Amazonas e o Tapajós”, destaca ao falar sobre o potencial que vê.

Leia Também:  Exportações de arroz cresceram mais de 80% em setembro

Esse olhar para o futuro também se estende à própria família. Os filhos seguem próximos da aquicultura e ajudam de maneiras diferentes. A filha, que está se formando em medicina, contribui principalmente na parte clínica e laboratorial, enquanto o filho participa das atividades práticas do dia a dia relacionadas ao cultivo nos tanques. Assim, aquilo que começou como uma experiência pessoal foi gradualmente se tornando também uma vivência compartilhada entre gerações.

Vilma Clea Oliveira da Silva
Vilma Clea Oliveira da Silva

Se a continuidade da atividade passa pela família, Vilma acredita que também depende de quem está chegando agora. Para os jovens que pensam em trabalhar com aquicultura, ela recomenda buscar conhecimento e qualificação. Há caminhos de formação ligados à área, como o curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e capacitações em Aquicultura oferecidas pelo Instituto Federal do Pará (IFPA). Investir em conhecimento significa também ampliar a capacidade de quem trabalha diretamente com a criação de peixes e de quem poderá ajudar outros produtores a enfrentarem os desafios da atividade.

Leia Também:  Previsões para a Safra de Milho do Brasil e Mato Grosso São Revisadas para Cima

Aquicultura é o cultivo de organismos aquáticos com alimentação controlada, monitoramento constante e boas práticas de produção. A atividade pode ser realizada em águas marinhas e continentais. Dentro de espaços como rios, lagos, reservatórios, utilizando água destes em viveiros escavados em terra ou em aquários. Há diversas formas de cultivo e diversas espécies.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA