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Agronegócio abre 2026 com superávit de R$ 14,4 bilhões nas exportações

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Nos dois primeiros meses do ano, o agronegócio de São Paulo registrou superávit de cerca de R$ 14,4 bilhões, resultado de exportações de R$ 19,4 bilhões frente a importações de aproximadamente R$ 5 bilhões, considerando a cotação média de R$ 5,15 por dólar.

O desempenho confirma o peso do setor na economia paulista. No período, o agronegócio respondeu por 40,2% de tudo o que o Estado exportou, enquanto as importações ligadas ao setor representaram 7,5% das compras externas. Os números constam de levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado.

Entre os principais produtos vendidos ao exterior, o destaque continua sendo o complexo sucroenergético, formado por açúcar e etanol. O segmento respondeu por 28% das exportações do agro paulista, com receitas próximas de R$ 5,4 bilhões no primeiro bimestre. A maior parte desse valor vem do açúcar, que concentra quase toda a pauta do setor, enquanto o etanol participa com parcela menor das vendas externas.

Logo atrás aparece o setor de carnes, que movimentou cerca de R$ 3,2 bilhões no período, equivalente a 16,6% das exportações do agronegócio paulista. A carne bovina domina esse grupo e responde pela maior parte das vendas internacionais do segmento.

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Produtos tradicionais da agroindústria do Estado também continuam relevantes na pauta exportadora. O suco de laranja, um dos símbolos da agricultura paulista, gerou aproximadamente R$ 1,74 bilhão em receitas externas no primeiro bimestre. O café aparece em seguida, com cerca de R$ 1,43 bilhão, sendo a maior parte das vendas formada por café verde, seguido pelo café solúvel.

Mesmo com participação menor na pauta, o complexo soja também aparece entre os itens exportados pelo Estado, movimentando cerca de R$ 620 milhões no período. A maior parte desse valor corresponde à soja em grão, seguida pelo farelo.

A comparação com o mesmo período do ano passado mostra comportamentos diferentes entre os produtos. As exportações de produtos florestais cresceram cerca de 16,5%, enquanto o setor de carnes avançou 9,8%, indicando aumento de demanda ou melhora nos preços. Por outro lado, houve queda na receita de alguns segmentos importantes, como sucos, soja, açúcar e café, reflexo principalmente das oscilações de preços internacionais e de variações no volume embarcado.

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No destino das exportações, a China segue como o principal mercado para o agronegócio paulista, respondendo por 20,5% das compras externas. Na sequência aparecem a União Europeia, com 16,9%, e os Estados Unidos, com 9,7% das vendas.

No cenário nacional, São Paulo mantém posição de destaque nas exportações do setor. O Estado responde por 16,6% de tudo o que o agronegócio brasileiro vende ao exterior, ficando atrás apenas de Mato Grosso, que lidera o ranking nacional impulsionado pela forte produção de grãos.

O resultado reforça a característica particular do agro paulista: mais do que volume de produção agrícola, o Estado se destaca pela forte presença da agroindústria, que processa e agrega valor a produtos como açúcar, suco de laranja, carnes e café antes de serem enviados ao mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

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Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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