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Agronegócio brasileiro participa de feira na Alemanha e espera negociar US$ 3,5 bilhões

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O Brasil está representado na Anuga 2023, uma renomada feira internacional da indústria de alimentos e bebidas sediada em Colônia, Alemanha, reconhecida como uma das maiores do mundo.

As expectativas são elevadas, com previsões de que empresas brasileiras possam fechar negócios avaliados em cerca de US$ 3,5 bilhões durante o evento, abrangendo acordos imediatos de venda e contratos futuros para o agronegócio.

A feira deste ano, de acordo com os organizadores, reúne mais de 7 mil expositores oriundos de cerca de 100 países. O tema da feira é: abertura e transparência, confiança e parceria, tendências e transformação: No caminho para um sistema alimentar sustentável e justo, a indústria alimentar global está atualmente a passar por mudanças dinâmicas. Sendo a principal feira mundial de alimentos e bebidas, a Anuga reúne a maior comunidade industrial internacional e gera um espírito positivo de otimismo.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, que está na Alemanha com uma comitiva, representando o Brasil, enfatiza a Anuga como uma vitrine crucial para exibir a qualidade dos produtos brasileiros, destacando o compromisso com a sustentabilidade. Ele também participou da inauguração do Pavilhão Brasileiro, onde as negociações para ampliação de acordos internacionais, a conquista de novos mercados e a promoção de produtos estão em curso.

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O evento conta com a presença de 254 empresas brasileiras, distribuídas em seis pavilhões, organizados pela ApexBrasil, Abiec e ABPA, demonstrando a relevância da indústria alimentícia brasileira no cenário global, conforme destacado pelo presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

Fonte: Pensar Agro

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Mercado de etanol amplia perdas no início de junho com avanço da safra e maior oferta no Centro-Sul

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O mercado brasileiro de etanol encerrou a primeira semana de junho sob pressão, refletindo o avanço da colheita de cana-de-açúcar no Centro-Sul do país e o aumento da oferta do biocombustível. Dados divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq) mostram novas quedas nos preços do etanol hidratado e do etanol anidro entre os dias 1º e 5 de junho.

O movimento reforça o cenário de maior disponibilidade do produto no mercado interno, em um momento em que a demanda segue moderada, contribuindo para a continuidade da pressão baixista sobre as cotações.

Etanol hidratado registra nova queda semanal

De acordo com o indicador semanal do Cepea/Esalq, o etanol hidratado combustível foi negociado a R$ 2,2166 por litro na primeira semana de junho, representando recuo de 0,67% em comparação com o período anterior.

O resultado confirma a tendência de enfraquecimento dos preços observada desde o início da safra 2026/27, impulsionada pelo aumento da moagem de cana e pela maior produção de etanol nas usinas da região Centro-Sul, principal polo sucroenergético do país.

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Etanol anidro tem desvalorização mais intensa

O etanol anidro, utilizado na mistura obrigatória à gasolina, apresentou queda ainda mais expressiva no período analisado.

Segundo o Cepea, o indicador semanal fechou em R$ 2,5108 por litro, acumulando desvalorização de 2,11% frente à semana anterior. O desempenho evidencia a pressão exercida pelo aumento da oferta e pelo comportamento mais cauteloso dos agentes do mercado de combustíveis.

Analistas destacam que a combinação entre safra em ritmo acelerado e consumo doméstico sem grandes avanços tende a manter o mercado atento à evolução dos estoques e da demanda nas próximas semanas.

Paulínia também fecha semana em baixa

No mercado spot paulista, referência para o setor, o Indicador Diário Paulínia apontou o etanol hidratado a R$ 2.318,50 por metro cúbico na sexta-feira (5), registrando queda de 0,41% em relação ao fechamento anterior.

Com esse desempenho, o indicador acumula retração de 1,40% desde o início de junho, demonstrando que a pressão sobre os preços permanece mesmo após a virada do mês.

Perspectivas para o mercado de etanol

O comportamento das cotações nas próximas semanas continuará sendo influenciado pelo ritmo da safra de cana-de-açúcar, pela estratégia comercial das usinas e pelo desempenho do mercado de combustíveis.

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Enquanto a produção segue avançando e amplia a oferta disponível, o setor acompanha a evolução do consumo interno e a competitividade do etanol frente à gasolina, fatores que poderão determinar a intensidade dos movimentos de preços ao longo de junho.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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