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Albaugh divulga Relatório de Sustentabilidade 2024 destacando práticas ambientais e sociais
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A Albaugh LLC lançou o Relatório de Sustentabilidade 2024, intitulado “Nosso Futuro Está Enraizado na Ação” (Our Future is Rooted in Action), destacando avanços em segurança, proteção ambiental, governança, ética e desenvolvimento de colaboradores.
O documento segue as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e apresenta dados quantitativos e exemplos práticos das iniciativas da empresa para promover a sustentabilidade em suas operações globais.
Principais conquistas em 2024
Entre as ações de destaque, o relatório aponta:
- Programa Global de Auditoria de Segurança, reforçando práticas de segurança no ambiente de trabalho;
- Quantificação das emissões de Escopo 3, com uso de plataforma global de monitoramento;
- Reforço de compromissos com direitos humanos, por meio da Declaração anual sobre Trabalho Forçado e Trabalho Infantil nas cadeias de suprimentos;
- Redução de desperdício e aumento da reciclagem, em fábricas na América do Norte e do Sul;
- Investimentos em sistemas de tratamento de efluentes e gases de exaustão, em Kunshan, China.
Segundo Kurt Pedersen Kaalund, CEO da Albaugh:
“Nosso relatório de sustentabilidade demonstra ações com propósito, focando na segurança, no avanço de produtos sustentáveis e em governança sólida. Essas iniciativas nos ajudam a cumprir nossas responsabilidades hoje e posicionam a Albaugh como líder confiável em sustentabilidade no futuro.”
Desenvolvimento e valorização de colaboradores
O relatório também destaca programas voltados para capacitação e reconhecimento de colaboradores, incluindo:
- Treinamentos globais em ética e conformidade;
- Oportunidades de certificação Lean Six Sigma;
- Projetos como a Academia de Liderança do Brasil e participação nos Women MAKE Awards, do U.S. Manufacturing Institute.
Além disso, a Albaugh detalha iniciativas de apoio comunitário, reforçando seu compromisso com o fortalecimento das comunidades onde atua.
Sustentabilidade como estratégia central
Kaalund reforça que a sustentabilidade está no centro da missão da empresa:
“Vemos muitas oportunidades para atender à crescente demanda mundial por alimentos de maior qualidade e quantidade, utilizando produtos que aumentam o rendimento agrícola, protegem o meio ambiente e fortalecem comunidades. A sustentabilidade é uma força motriz do nosso impacto e sucesso.”
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde
O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.
Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.
O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.
Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão
O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.
O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.
A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.
Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.
Interesse pela bebida cresce entre consumidores
O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.
Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.
O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.
Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular
O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.
Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.
Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.
Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular
Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.
De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.
Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.
Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.
Consumo deve ser feito com moderação
Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.
A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.
Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.
Setor vê oportunidades para os próximos anos
Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.
A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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