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Algodão Recupera Preços em NY e Exportações Brasileiras Mantêm Receita Positiva

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Alta do Algodão em Nova York Nesta Sexta-feira

O mercado de algodão iniciou o pregão desta sexta-feira (20) em alta na Bolsa de Nova York (ICE Futures). Às 9h25, pelo horário de Brasília, o contrato março era negociado a 62,57 centavos de dólar por libra-peso, com alta de 64 pontos. O contrato maio operava a 64,87 centavos, registrando ganho de 73 pontos, enquanto junho era cotado a 64,42 centavos, com alta de 69 pontos.

O mercado segue com estrutura de contango invertida, em que contratos de entrega mais próximos apresentam preços acima dos vencimentos mais longos. Esse padrão indica maior demanda imediata ou ajustes técnicos nas posições mais curtas, refletindo a cautela e a movimentação dos investidores no início do pregão.

Influência do Petróleo e Fatores Técnicos

Na quinta-feira, o algodão também fechou em alta, impulsionado pela valorização do petróleo, que torna as fibras sintéticas mais caras em comparação à fibra natural. Fatores técnicos e ajustes de posições contribuíram para os ganhos, consolidando suporte acima da faixa de 62 centavos no contrato mais curto.

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Exportações Brasileiras de Algodão em Fevereiro

Segundo dados do Ministério da Economia, as exportações brasileiras de algodão em fevereiro (10 dias úteis) totalizaram 149,172 mil toneladas, com receita de US$ 228,723 milhões. A média diária exportada foi de 14,917 mil toneladas, com receita média de US$ 22,872 milhões.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda de 1,1% no volume diário exportado, mas a receita média diária cresceu 8,6%, indicando valorização do preço médio do algodão brasileiro no mercado internacional.

Cenário Econômico do Brasil e Política Monetária

O Banco Central do Brasil (BCB), conforme o Relatório Focus, projeta inflação em 3,95% para 2026, dentro da meta do Conselho Monetário Nacional (CMN), e crescimento do PIB em cerca de 1,8%.

O Copom manteve a taxa Selic em 15% ao ano, nível elevado que mantém o crédito restritivo no país. A autoridade monetária sinalizou que cortes nos juros devem começar apenas na reunião de março de 2026, monitorando de perto a evolução da inflação e da atividade econômica.

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Conclusão

O algodão demonstra recuperação na Bolsa de Nova York, apoiado pelo aumento do petróleo e fatores técnicos do mercado. No Brasil, apesar da alta da Selic, as exportações mantêm receita positiva, indicando equilíbrio entre demanda externa e desafios da política monetária interna.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa se une à Embrapa na realização da Feira Brasil na Mesa para valorizar alimentos da sociobiodiversidade brasileira

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) se une à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na realização da Feira Brasil na Mesa, que ocorre de 23 a 25 de abril na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF). A abertura oficial do evento será realizada na manhã de quinta-feira (23) e contará com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

A feira reúne produtores, pesquisadores, gestores públicos e o público em geral para apresentar a diversidade de alimentos produzidos no país e ampliar o conhecimento sobre a riqueza da sociobiodiversidade brasileira. Interessados em participar do evento podem se credenciar clicando aqui. 

A iniciativa busca aproximar produção, ciência, políticas públicas e consumo, destacando alimentos que fazem parte da diversidade produtiva brasileira, mas que ainda são pouco conhecidos em nível nacional. O Brasil possui uma das maiores diversidades alimentares do mundo, com frutas nativas, castanhas, farinhas, cafés, fermentados e carnes diferenciadas, muitos deles produzidos por agricultores familiares, pequenos produtores e povos e comunidades tradicionais.  

Um dos espaços centrais do evento é o Estande Brasil, que reúne ministérios e instituições públicas, entre eles o Mapa, para apresentar programas de governo e iniciativas voltadas ao fortalecimento da produção de alimentos, inclusão socioprodutiva e desenvolvimento regional. Além disso, durante a programação técnica do evento, especialistas do ministério apresentarão iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor agroalimentar e à ampliação das oportunidades para produtores e agroindústrias brasileiras. 

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Na sexta-feira (24), às 17h, no Auditório Pequi, a coordenadora-geral de Articulação da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Fabiana Maldonado, apresenta a palestra “Promoção comercial e internacionalização do setor agroalimentar brasileiro”. A apresentação abordará estratégias voltadas à ampliação da presença dos alimentos brasileiros nos mercados internacionais.

No sábado (25), às 17h, na Sala Mangaba, Judi Maria da Nóbrega, diretora do Departamento de Planejamento e Estratégia do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, apresenta a palestra “SISBI-POA e sua repercussão para as agroindústrias de produtos de origem animal no Brasil”. A exposição tratará do funcionamento do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal e do impacto da iniciativa na ampliação das oportunidades para agroindústrias em todo o país.

Ciência, alimentos e políticas públicas

A Feira Brasil na Mesa foi criada para dar visibilidade à riqueza alimentar do país e fortalecer economias locais associadas à agricultura familiar e à produção regional. A programação reúne degustações, feira de produtores, vitrines de tecnologias, seminários técnicos e atividades culturais, conectando ciência, mercado e políticas públicas voltadas ao setor agroalimentar. 

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Entre as atrações também estão a Estação das Delícias Brasileiras, com degustação de alimentos nativos, a Feira dos Sabores, que reúne produtores de diferentes regiões do país, e a Cozinha Show, com chefs preparando receitas ao vivo utilizando ingredientes da biodiversidade brasileira. 

Mapa
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Saiba como chegar à Embrapa Cerrados clicando aqui.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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