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Allterra inicia mapeamento nacional sobre o avanço da agricultura regenerativa no Brasil
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Mapeamento inédito quer entender a adoção da agricultura regenerativa
A Allterra, empresa especializada em soluções biotecnológicas para o manejo sustentável do solo, anunciou o início de um mapeamento nacional sobre o avanço da agricultura regenerativa no Brasil. O levantamento terá como ponto de partida os clientes usuários da Biotecnologia Microgeo®, tecnologia exclusiva e patenteada do grupo, reconhecida por restaurar o microbioma do solo e promover a produtividade sustentável.
O objetivo da iniciativa é avaliar o estágio de adoção das práticas regenerativas no país e identificar quais estratégias estão sendo aplicadas pelos produtores brasileiros. A Allterra pretende ainda compreender os principais desafios enfrentados no campo e contribuir para a expansão do conhecimento sobre sustentabilidade agrícola.
Biotecnologia Microgeo®: referência no manejo do solo
A Biotecnologia Microgeo® é considerada uma das pioneiras no manejo microbiológico do solo no Brasil. O sistema atua na recomposição do equilíbrio biológico, potencializando o uso de nutrientes, aumentando a resiliência das lavouras às variações climáticas e promovendo maior eficiência produtiva.
Segundo Walmor Roim, gerente de marketing da Allterra, o trabalho reflete o compromisso da empresa com o futuro da agricultura brasileira.
“Temos parceiros em diversas regiões do país que já perceberam que o equilíbrio do solo e a agricultura regenerativa são o futuro do setor. Nosso propósito é levar esse conhecimento ao maior número possível de produtores”, afirma Roim.
Troca de experiências entre produtores impulsiona a adoção
O mapeamento está sendo conduzido durante eventos técnicos e dias de campo realizados pela Allterra em parceria com a Bioestação. Nessas ocasiões, agricultores que já utilizam a Biotecnologia Microgeo® compartilham suas experiências práticas com outros produtores, demonstrando resultados obtidos em suas propriedades.
As apresentações incluem trincheiras abertas para observação da estrutura do solo e do sistema radicular das plantas, permitindo aos participantes visualizar os benefícios do uso contínuo da tecnologia desde as primeiras aplicações.
“A mensagem é transmitida de agricultor para agricultor, com base em resultados reais de campo. Essa troca de experiências é o que torna o processo de adoção mais sólido e confiável”, destaca Roim.
Levantamento estratégico para acelerar a transição regenerativa
Além de divulgar conhecimento técnico, a Allterra utilizará os encontros para coletar dados estratégicos sobre as práticas agrícolas regenerativas já em uso e os obstáculos enfrentados pelos produtores.
Com as informações reunidas, a empresa espera construir um panorama inédito sobre a agricultura regenerativa no país, que sirva de base para novas soluções tecnológicas e programas de apoio ao produtor.
“Queremos entender a realidade do campo para contribuir com conhecimento, tecnologia e, principalmente, acelerar essa mudança de mentalidade que já está em curso”, reforça Roim.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União no Amazonas
Um marco histórico para a aquicultura no Amazonas foi registrado nesta sexta-feira (25), no município de Iranduba, com a entrega do primeiro contrato de cessão de uso de águas da União para produção de pescado no estado. O documento permitirá ao usuário produzir tambaqui e representa uma nova etapa para o desenvolvimento da atividade aquícola na região, fomentando a geração de emprego e renda.
Durante a agenda em Manaus, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou o caráter inédito da iniciativa e a importância de ampliar o acesso às águas públicas para fortalecer a produção de pescado no país. “É de forma histórica que acontece a primeira entrega aqui no Amazonas. Estamos entregando para um usuário do município de Iranduba, que irá produzir em torno de 120 toneladas de tambaqui ao ano, gerando emprego, gerando oportunidade e gerando renda”, afirmou o ministro.
A iniciativa reforça o potencial do Amazonas para a produção de pescado e a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da cadeia produtiva da pesca e da aquicultura. Segundo o ministro, o estado reúne uma forte vocação para a atividade, com cerca de 151 mil pescadores e pescadoras e uma produção estimada em 80 mil toneladas de pescado por ano.
Ciência e inovação para fortalecer a aquicultura
Na segunda parte da agenda em Manaus, o ministro Edipo Araujo visitou o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), onde conheceu as obras de reforma do laboratório voltado à aquicultura. A visita reforçou a importância da ciência e da pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, formação de profissionais e avanço da produção aquícola na Amazônia.
O espaço é considerado estratégico para a geração de conhecimento e para a formação de novos pesquisadores na área. Para o ministro, o fortalecimento da pesquisa é fundamental para ampliar a capacidade produtiva do setor e aumentar a competitividade do pescado brasileiro. “E só para lembrar que a aquicultura não é futuro, a aquicultura já é presente. Já é a cadeia produtiva do pescado que mais coloca alimento para a nossa mesa advindo das nossas águas. E por isso nós precisamos cada vez mais incentivar a pesquisa na aquicultura, crescer em inovação, crescer em tecnicismo, para que a gente possa despontar e concorrer com o mundo”, afirmou.
A visita ao INPA integra a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura voltada à aproximação com instituições de pesquisa e ao fortalecimento da ciência como instrumento para impulsionar a cadeia produtiva do pescado. A iniciativa também reforça a atuação na Amazônia, região estratégica para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura brasileira.
Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicutura
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