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Alta do dólar e demanda firme garantem semana positiva para o mercado brasileiro

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O mercado brasileiro de soja registrou bons negócios ao longo da semana passada, com os preços reagindo positivamente tanto nos portos quanto no interior do país. A valorização do dólar frente ao real, somada a uma recuperação técnica nas bolsas internacionais, ajudou a destravar a comercialização, favorecendo as decisões de venda por parte dos produtores e apontando para mais uma semana positiva para o mercado brasileiro.

Apesar do último relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) não ter trazido grandes surpresas, os dados confirmaram estoques internos elevados para a nova temporada. Ainda assim, o impacto foi limitado, e o cenário internacional manteve certo otimismo, sustentando as cotações. O avanço da colheita nos principais países produtores da América do Sul também segue dentro da normalidade, sem grandes revisões até o momento.

No mercado interno, os preços se mantiveram firmes, com leve alta em algumas regiões estratégicas. A demanda nos portos continuou sólida, com prêmios estáveis, o que contribuiu para manter o interesse de compradores. No interior, o chamado basis permaneceu atrativo, abrindo espaço para operações lucrativas mesmo diante de um cenário global mais apertado. A movimentação foi considerada boa para o período, especialmente após semanas de lentidão nas vendas.

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As projeções para a próxima safra seguem otimistas no Brasil, com expectativa de incremento na produção. Já em países vizinhos, como a Argentina, houve leve revisão para cima nas estimativas de colheita. A China, principal importadora mundial da oleaginosa, reduziu ligeiramente a previsão de compras para a temporada em andamento, o que não chegou a impactar negativamente o apetite por soja brasileira, dado o bom ritmo dos embarques nacionais.

Um fator que segue no radar dos agentes de mercado é a escalada das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, além do tarifaço de 50% que Trump ameaça aplicar a partir de primeiro de agosto.

Mesmo com os estoques americanos acima das expectativas, a combinação de dólar forte e demanda firme garantiu ao produtor brasileiro uma semana positiva, com oportunidades de comercialização e margem mais favorável. A tendência agora é de que o ritmo de vendas siga aquecido nos próximos dias, à medida que o câmbio e os prêmios se mantiverem em patamares vantajosos.

Fonte: Pensar Agro

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Modalidade de arrasto de praia supera 80% da cota de captura da tainha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, neste sábado (6/06), a modalidade de arrasto de praia superou 80% da cota de captura da tainha (Mugil liza) estabelecida para a temporada de pesca de 2026.

Para essa modalidade, o limite total de captura foi fixado em 1.332 toneladas, conforme previsto no art. 4º, inciso IV, da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026.

De acordo com a regulamentação vigente, a atividade será encerrada quando a captura alcançar 90% da cota estabelecida.

A medida faz parte das ações de ordenamento e gestão sustentável da pesca da tainha, com o objetivo de garantir a conservação do estoque pesqueiro e a manutenção da atividade econômica para as comunidades que dependem da espécie.

As informações são atualizadas diariamente por meio do Painel de Monitoramento da Temporada, plataforma oficial do Governo Federal destinada ao acompanhamento das capturas. Novos comunicados serão divulgados conforme a evolução dos dados de monitoramento.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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