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Araguaína recebe etapa estratégica do Indicador do Boi DATAGRO na Estrada com foco no mercado pecuário de 2026
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Após percorrer importantes polos da produção agropecuária brasileira, o circuito Indicador do Boi DATAGRO na Estrada 2026 chega a Araguaína, no Tocantins, no próximo dia 28 de maio. A cidade sediará a quinta etapa do projeto, reforçando sua relevância estratégica para a pecuária nacional e consolidando-se como um dos principais centros de discussão sobre o mercado bovino brasileiro.
A realização do encontro em Araguaína amplia a presença do circuito em regiões-chave da bovinocultura e fortalece a proposta da DATAGRO de aproximar produtores, frigoríficos, investidores e demais agentes da cadeia pecuária. O objetivo é promover uma leitura mais ampla das tendências de mercado, gestão de risco e oportunidades para o setor em 2026.
A programação contará com workshop voltado à comercialização futura em bolsa, além de painéis sobre perspectivas econômicas, comportamento dos preços do boi gordo e estratégias para o mercado pecuário. O evento também deve aprofundar debates sobre integração entre mercado físico e financeiro, cenário das exportações e competitividade da carne bovina brasileira.
Entre os participantes confirmados estão representantes do Banco Pine, Nova Futura Investimentos, Genial Investimentos, Supera Invest | Necton, Corteva – Probeef | Cargill, Mitsubishi Motors, Naturafrig e da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). A presença da indústria exportadora deve ampliar as discussões sobre demanda internacional, abertura de mercados e tendências globais para a proteína animal brasileira.
Indicador do Boi DATAGRO ganha protagonismo no mercado futuro
O Indicador do Boi DATAGRO consolidou-se como uma das principais referências de preços da pecuária brasileira. O índice é construído a partir de coleta auditada de informações junto a pecuaristas e frigoríficos em todo o país, abrangendo mais de 60% do abate nacional.
Desde 2025, o indicador passou a ser a referência oficial para liquidação dos contratos futuros de boi gordo negociados na B3, fortalecendo a conexão entre os mercados físico e financeiro e ampliando a transparência na formação de preços da cadeia pecuária.
Criado em 2019, o indicador reúne dados de milhares de produtores e unidades frigoríficas distribuídas em mais de mil municípios brasileiros, garantindo maior confiabilidade e abrangência às informações do setor.
Visitas técnicas e networking fortalecem integração da cadeia pecuária
Mantendo o formato já consolidado nas etapas anteriores, o circuito em Araguaína incluirá visitas técnicas a confinamentos e indústrias da região, além de um encontro exclusivo com pecuaristas locais.
A proposta é estimular a troca de experiências práticas, fortalecer o networking entre os participantes e ampliar o entendimento sobre as dinâmicas do mercado pecuário tocantinense. A iniciativa também busca contribuir para maior transparência comercial e disseminação de estratégias de gestão em um cenário de crescente profissionalização da pecuária brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Açúcar inicia safra com mercado travado, queda nas cotações e pressão do câmbio
O mercado do açúcar atravessa um período de baixa liquidez e pressão sobre os preços no Brasil e no exterior neste início da safra 2026/27. Segundo levantamentos do Cepea, compradores seguem priorizando contratos já firmados anteriormente, enquanto as usinas ajustam sua estratégia comercial diante do novo ciclo produtivo, cenário que limita o volume de negociações no mercado spot.
De acordo com pesquisadores do Cepea, as negociações têm se concentrado em lotes de açúcar com coloração mais escura e qualidade inferior, enquanto a oferta de açúcar cristal de melhor padrão segue mais restrita. Mesmo diante da pressão baixista, muitas usinas continuam resistentes em aceitar preços menores, fator que contribui para o ritmo lento das operações.
A expectativa do mercado é de que uma recuperação mais consistente das cotações internas dependa principalmente do comportamento do mercado internacional, especialmente de uma reação mais firme do contrato nº 11 do açúcar bruto negociado na Bolsa de Nova York.
Bolsas internacionais encerram semana em queda
O mercado internacional encerrou a última semana em baixa, refletindo o avanço da safra brasileira, a volatilidade cambial e as oscilações do petróleo.
Na ICE Futures, em Nova York, os contratos do açúcar bruto registraram novas perdas. O vencimento julho/26 caiu 0,19 centavo de dólar por libra-peso, encerrando o pregão a 14,80 cents/lbp. O contrato outubro/26 recuou para 15,29 cents/lbp, enquanto o março/27 fechou a 16,14 cents/lbp.
Em Londres, na ICE Europe, o açúcar branco também acompanhou o movimento negativo. O contrato agosto/26 terminou negociado a US$ 438,50 por tonelada, enquanto os vencimentos outubro e dezembro/26 fecharam em US$ 439,00 e US$ 441,40 por tonelada, respectivamente.
Analistas destacam que o mercado continua sensível ao aumento da oferta global, especialmente com o avanço da moagem no Centro-Sul do Brasil, principal região produtora do mundo.
Mercado físico brasileiro acumula perdas em maio
No mercado interno, os preços também seguem pressionados. O indicador do açúcar cristal branco CEPEA/ESALQ, referência para o estado de São Paulo, fechou a sexta-feira cotado a R$ 95,04 por saca de 50 quilos, registrando recuo diário de 0,20%.
Com o desempenho recente, o indicador acumula desvalorização de 2,93% ao longo de maio, refletindo a maior disponibilidade de produto neste começo de safra e a postura cautelosa dos compradores.
Segundo agentes do setor, a combinação entre oferta crescente e demanda mais retraída mantém o mercado físico em compasso de espera.
Câmbio e Índia seguem no radar do mercado
Além da safra brasileira, o comportamento do dólar frente ao real continua exercendo forte influência sobre as cotações internacionais do açúcar.
A desvalorização da moeda brasileira favorece as exportações, aumenta a competitividade do açúcar nacional no exterior e amplia a pressão sobre os preços nas bolsas internacionais.
Por outro lado, o mercado ainda monitora as restrições nas exportações indianas. A Índia manteve a proibição para embarques de açúcar até setembro de 2026, medida que segue gerando preocupação sobre a oferta global e ajudando a evitar quedas mais intensas nas cotações internacionais.
O cenário segue marcado por elevada volatilidade, com investidores atentos ao ritmo da safra brasileira, ao comportamento do petróleo e às movimentações do câmbio nas próximas semanas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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