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Argentina passa a aceitar CVI com assinatura eletrônica do Mapa em todas as fronteiras e aeroportos

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A partir desta terça-feira (16), brasileiros que viajam com cães ou gatos para a Argentina não precisam mais obter a assinatura física e o carimbo do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) no Certificado Veterinário Internacional (CVI). O documento emitido com assinatura eletrônica pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) passa a ser aceito em todos os postos de fronteira e aeroportos argentinos.

Na prática, o viajante poderá solicitar a emissão do certificado pela internet, fazer o download do documento e apresentá-lo diretamente às autoridades argentinas. A mudança elimina a necessidade de comparecimento a uma unidade do Vigiagro para validação do certificado.

O reconhecimento foi comunicado pelo Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa), após articulação entre Secretaria de Defesa Agropecuária e a autoridade sanitária argentina. A assinatura eletrônica permite verificar a validade e a autenticidade do documento, mantendo os controles sanitários exigidos para o trânsito internacional de animais de companhia. “Essa medida facilita enormemente a preparação e viagem dos passageiros que levam seus pets para a Argentina” frisou o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart.

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Embora o certificado seja disponibilizado digitalmente, recomenda-se que o responsável pelo animal imprima o documento e mantenha uma cópia física para apresentação durante o embarque e na entrada no país.

Como solicitar o CVI

O pedido deve ser realizado por meio do serviço “Solicitar Certificado Veterinário Internacional para viajar com seu cão ou gato“, disponível no portal gov.br. Para a emissão do certificado, o responsável deverá apresentar a carteira de vacinação com o comprovante da vacina antirrábica e um laudo veterinário que ateste as condições de saúde do animal e informe a data da última vermifugação.

O tratamento contra parasitas deve ter sido realizado no máximo 15 dias antes da viagem. Após o envio e a análise da documentação, o certificado é emitido em até 48 horas e fica disponível na seção “Minha Área” do portal gov.br.

As demais exigências sanitárias para o ingresso de cães e gatos na Argentina permanecem válidas.

Informações sobre documentos, prazos e acompanhamento do pedido podem ser consultadas na página do serviço no portal gov.br. Dúvidas também podem ser encaminhadas por meio da plataforma Fala.BR.

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Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportações de proteínas animais em junho: carne de frango dispara, pescado avança e carne suína perde ritmo

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As exportações brasileiras de proteínas animais apresentaram desempenho desigual na parcial de junho de 2026. Enquanto o setor de carne de frango registrou forte expansão da receita, dos embarques e dos preços médios, a carne suína apresentou retração nos principais indicadores. Já o pescado avançou em faturamento e valorização do produto exportado, apesar da leve redução no volume embarcado.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e consideram o desempenho acumulado até a segunda semana de junho.

Carne de frango lidera crescimento das exportações

O segmento de carnes de aves e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, foi o destaque entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil.

A receita média diária alcançou US$ 50,26 milhões, representando crescimento de 78,9% em comparação aos US$ 28,10 milhões registrados no mesmo período de junho de 2025.

Na parcial do mês, o faturamento acumulado chegou a US$ 452,34 milhões.

O volume embarcado somou 226,98 mil toneladas, enquanto a média diária de exportações atingiu 25,22 mil toneladas, avanço de 61,2% frente às 15,64 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado.

Além do aumento dos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização dos preços internacionais. O preço médio da carne de aves exportada passou de US$ 1.796,30 para US$ 1.992,90 por tonelada, alta de 10,9%.

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O desempenho reforça a competitividade da proteína avícola brasileira no mercado global e a forte demanda dos principais países importadores.

Exportações de carne suína recuam em receita e preço

Ao contrário do desempenho observado nas aves, a carne suína registrou queda nos indicadores de exportação.

A receita média diária ficou em US$ 15,09 milhões, abaixo dos US$ 16,03 milhões observados em igual período de 2025.

O faturamento acumulado na parcial de junho atingiu US$ 135,89 milhões, enquanto o volume exportado totalizou 54,71 mil toneladas.

Na média diária, os embarques ficaram em 6,08 mil toneladas, ligeiramente abaixo das 6,11 mil toneladas registradas no mesmo período do ano passado, representando recuo de 0,4%.

Os preços também apresentaram retração. O valor médio por tonelada caiu de US$ 2.626,40 para US$ 2.483,50, redução de 5,4%.

A combinação entre menor preço médio e estabilidade no volume embarcado contribuiu para o enfraquecimento das receitas do segmento na parcial do mês.

Pescado aumenta receita diária e registra valorização

O setor de pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou comportamento misto em junho.

A receita média diária avançou para US$ 224,8 mil, superando os US$ 213,5 mil registrados no mesmo período de 2025.

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O faturamento acumulado chegou a US$ 2,02 milhões até a segunda semana do mês.

Por outro lado, o volume embarcado apresentou leve retração. A média diária passou de 39,3 toneladas para 38,9 toneladas, queda de 1,1%.

Apesar disso, os preços internacionais contribuíram para sustentar o resultado financeiro do setor. O preço médio do pescado exportado aumentou de US$ 5.435,80 para US$ 5.784,30 por tonelada, valorização de 6,4%.

Mercado externo segue favorecendo proteínas brasileiras

Os números da Secex mostram que a demanda internacional continua favorecendo parte relevante das proteínas animais brasileiras, especialmente a carne de frango, que combina aumento de volume e valorização dos preços.

Enquanto isso, a carne suína enfrenta um cenário mais desafiador, marcado pela redução dos preços médios de exportação. Já o pescado mantém trajetória de valorização, mesmo com estabilidade nos volumes embarcados.

O desempenho das exportações ao longo das próximas semanas será acompanhado de perto pelo setor, principalmente diante das oscilações do comércio internacional, dos custos de produção e da demanda dos principais mercados compradores.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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