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Aurora Coop amplia contratações e reforça geração de empregos no setor agroindustrial brasileiro

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Aurora Coop anuncia novas vagas e reforça presença em quatro estados

A Aurora Coop, uma das maiores cooperativas agroindustriais do país, anunciou a abertura de novas vagas de emprego em suas unidades localizadas nos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. As oportunidades abrangem principalmente funções operacionais nas áreas de suínos, aves e leite, além de posições administrativas, comerciais e logísticas.

De acordo com a cooperativa, as contratações fazem parte do plano de expansão e do fortalecimento das operações industriais, com foco na geração de empregos e valorização dos profissionais do setor.

Valorização das pessoas é destaque na política da cooperativa

A Aurora Coop reforça que sua cultura organizacional é baseada na valorização das pessoas, um dos pilares do cooperativismo que guia a instituição desde sua fundação. O modelo prioriza relações de longo prazo, oportunidades de crescimento profissional e desenvolvimento humano.

Os interessados em participar dos processos seletivos podem se inscrever diretamente no site oficial da Aurora Coop (www.auroracoop.com.br), onde estão disponíveis informações detalhadas sobre as vagas e o cadastro para as oportunidades abertas.

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Cooperativa soma 50 mil colaboradores e mais de 70 unidades no Brasil

Com mais de 50 mil colaboradores distribuídos em mais de 70 unidades, a Aurora Coop vive um momento de expansão e consolidação no mercado. A cooperativa oferece um pacote de mais de 15 benefícios aos seus colaboradores, incluindo:

  • Plano de saúde gratuito;
  • Plano odontológico;
  • Auxílio alimentação e vale-transporte;
  • Seguro de vida e alimentação na empresa;
  • Programa de Participação nos Resultados (PPR);
  • Prêmio por Tempo de Serviço (PTS);
  • Brinde de final de ano.

Essas iniciativas reforçam o compromisso da Aurora Coop em manter um ambiente de trabalho atrativo e sustentável, incentivando o engajamento e a retenção de talentos em todas as suas unidades.

Cooperativismo impulsiona desenvolvimento e gera impacto social

O cooperativismo é a base do modelo de gestão da Aurora Coop e orienta sua atuação junto a produtores rurais, colaboradores e comunidades locais. Essa filosofia contribui para o fortalecimento das cadeias produtivas, o desenvolvimento do campo e o crescimento econômico das regiões onde está presente.

Graças a esse trabalho, a marca Aurora figura entre as 50 mais valiosas do Brasil e ocupa a 10ª posição em presença nos lares brasileiros, segundo dados de mercado.

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Expansão internacional consolida marca Aurora no cenário global

Além do protagonismo no mercado interno, a Aurora Coop vem ampliando sua presença global. Em 2025, a cooperativa inaugurou sua primeira subsidiária em Xangai, na China, reforçando a estratégia de internacionalização da marca.

Atualmente, a empresa está habilitada a exportar para mais de 80 países, levando seu portfólio de mais de 850 produtos das marcas Aurora, Aurora Premium, Aurora Bem Leve, Nobre, Alegra e Gran Mestri.

Com essa expansão, a Aurora Coop consolida sua posição como uma das principais exportadoras brasileiras de proteína animal, unindo eficiência produtiva, responsabilidade social e sustentabilidade.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%

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A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.

Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.

Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.

A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.

Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.

A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.

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O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.

A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.

Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.

A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.

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A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.

O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.

O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.

Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.

A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.

Fonte: Pensar Agro

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