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Banco do Nordeste investe mais de R$ 3,5 bilhões em Minas Gerais no 3º trimestre de 2025
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Contratações somam R$ 3,5 bilhões e registram forte crescimento
As contratações de crédito do Banco do Nordeste em Minas Gerais ultrapassaram R$ 3,5 bilhões até o final do terceiro trimestre de 2025, representando um aumento de 17,3% em relação ao mesmo período do ano passado — mais de R$ 520 milhões aplicados no estado neste exercício.
A principal fonte de recursos da instituição, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), respondeu por R$ 2,9 bilhões das aplicações em Minas, com crescimento de 23,6% em comparação a setembro de 2024.
Agricultura lidera expansão percentual, infraestrutura em volume
Por segmento, a agricultura registrou o maior aumento percentual, com 71,7% a mais de crédito em 2025, totalizando R$ 603,4 milhões.
Já em termos de valores absolutos, o setor de infraestrutura concentrou o maior volume de recursos, com R$ 1,1 bilhão contratados. Outros destaques em Minas incluem:
- Pecuária: R$ 629,6 milhões
- Comércio e serviços: R$ 518,9 milhões
- Indústria: R$ 57,3 milhões
- Agroindústria: R$ 16 milhões
- Turismo: R$ 13,5 milhões
- Pessoa física: R$ 11,9 milhões
Microcrédito ultrapassa R$ 1 bilhão no estado
Os programas de microcrédito do Banco do Nordeste também tiveram desempenho expressivo, somando R$ 1,1 bilhão até setembro de 2025.
- Crediamigo: R$ 592,4 milhões
- Agroamigo: R$ 547,9 milhões
Ambos já superaram a marca de meio bilhão de reais em contratações, fortalecendo pequenos negócios e produtores rurais mineiros.
Atuação regional e expansão de agências
O Banco do Nordeste atua em 249 municípios de Minas Gerais, abrangendo o Norte, parte do Noroeste e os Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce.
A instituição mantém 24 agências no estado, sendo três inauguradas em 2025 nas cidades de Guanhães, Inhapim e Mantena, ampliando a presença e facilitando o acesso ao crédito em regiões estratégicas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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MPA entrega Selo da Pesca Artesanal do Brasil à associação de pescadores em Maricá (RJ)
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) entregou, nesta terça-feira (1º), em Maricá (RJ), o Certificado do Selo da Pesca Artesanal do Brasil – Identificação de Origem e o Selo Nacional da Agricultura Familiar (SENAF) à Associação Livre de Aquicultura e Pesca de Itaipuaçu (ALAPI). A entrega foi realizada pelo ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, e representa um avanço no reconhecimento e na valorização da produção da pesca artesanal no estado do Rio de Janeiro.
O Selo da Pesca Artesanal do Brasil – Identificação de Origem é uma iniciativa conjunta do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e do MPA, criada para reconhecer e identificar produtos e empreendimentos relacionados à pesca artesanal. A certificação foi instituída pela Portaria Interministerial MDA/MPA nº 14, de 23 de dezembro de 2025.
Além de identificar a origem dos produtos, a certificação considera os modos de vida, os saberes tradicionais e as práticas culturais das comunidades pesqueiras. A iniciativa contribui para dar maior visibilidade à produção artesanal e a identidade dos produtos associados a essas comunidades. Para o ministro Edipo Araujo, “o Selo da Pesca Artesanal é a valorização do produto que vem da mão dos homens e mulheres das águas. Hoje a gente valoriza esses produtos que saem das mãos desses trabalhadores, fortalecendo a pesca artesanal, a aquicultura familiar, mas também tendo uma relação muito próxima com a indústria, para que esse produto possa chegar cada vez mais na mesa da nossa população e na merenda escolar”.
Entre os objetivos do Selo estão a certificação de produtos e empreendimentos, o reconhecimento institucional da atividade e a identificação e divulgação dos produtos da pesca artesanal. A iniciativa também pode contribuir para ampliar a valorização da produção junto aos consumidores e fortalecer a inserção dos pescadores e pescadoras artesanais nos mercados.
Como solicitar
Para solicitar o Selo da Pesca Artesanal do Brasil – Identificação de Origem, é necessário possuir o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) na categoria de Pescador ou Pescadora Profissional Artesanal, com licença ativa ou deferida; estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF); e atender às exigências sanitárias e regulatórias aplicáveis.
Mais informações sobre o Selo e os procedimentos para solicitação estão disponíveis na Vitrine da Agricultura Familiar.
Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]



