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Bicho-mineiro-do-café compromete folhas e reduz produtividade dos cafezais

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O bicho-mineiro-do-café (Leucoptera coffeella) é uma das principais pragas que ameaça a produtividade dos cafezais brasileiros. Pequena mariposa de coloração clara, sua presença pode comprometer até 87% da produção, segundo dados da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).

O problema ocorre ao longo do ciclo reprodutivo do inseto. A mariposa deposita ovos nas folhas do cafeeiro, principalmente nas mais altas. Quando as lagartas eclodem, elas perfuram o tecido foliar, consumindo nutrientes essenciais e enfraquecendo a planta.

Impactos no cafeeiro e na fotossíntese

Segundo Luiz Henrique Marcandalli, Head de Marketing da Rainbow Agro, “ao se instalar no interior da folha, a praga cria pequenas galerias que tornam o tecido quebradiço e reduzem a capacidade de fotossíntese. A planta perde nutrientes essenciais e produz menos grãos de café. A desfolha pode atingir até 75% nas áreas atacadas”.

Soluções para o controle do bicho-mineiro

Para auxiliar os produtores no combate à praga, a Rainbow Agro desenvolveu o inseticida Aceway, que combina modos de ação sistêmico e de efeito rápido, atacando tanto pragas já existentes quanto prevenindo novas infestações.

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Marcandalli explica que o produto, desenvolvido à base de acetamiprido e bifentrina, permite que o cafeicultor proteja o cafezal e mantenha a produtividade ao longo da safra. “Aceway fortalece nosso portfólio, oferecendo soluções eficazes e convenientes para o agricultor”, afirma.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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