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Bioestimulante Blackjak® da Sipcam Nichino eleva produtividade e saúde dos pomares de citros
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A Sipcam Nichino, pioneira na introdução de bioestimulantes no Brasil, tem consolidado sua plataforma de produtos voltados para o manejo tecnológico da citricultura. Estudos conduzidos pela equipe técnica da empresa demonstram que o uso do bioestimulante Blackjak®, composto por ácidos húmicos, fúlvicos e micronutrientes, trouxe ganhos significativos em áreas de laranja onde foi aplicado.
Resultados positivos em produtividade e sanidade
Segundo Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e coordenador de marketing de especialidades da Sipcam Nichino, o produto proporciona desenvolvimento vegetativo superior, aumento da capacidade fotossintética e melhor fixação de flores e frutos. “Os testes mostraram que frutos colhidos em áreas tratadas com Blackjak® são mais robustos e saudáveis em comparação com áreas não-bioestimuladas”, destaca.
Tecnologia que reduz estresse e melhora eficiência
De acordo com a companhia, Blackjak® é rapidamente absorvido pelas plantas mesmo em baixas doses, ajudando a reduzir o estresse causado por condições climáticas adversas. O produto também ativa os sistemas de defesa natural das plantas e aumenta a absorção de nutrientes e água, resultando em maior produtividade e rentabilidade para os produtores.
Perspectivas de adoção pelo setor
Palazim acredita que os bioestimulantes tendem a se consolidar como parte integrante das estratégias de manejo do citricultor. “O uso correto da tecnologia oferece ganhos reais, com relação custo-benefício favorável, e contribui para uma produção mais eficiente e sustentável”, afirma o especialista.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Senado aprova uso do Fundo Social do Pré-Sal para renegociar dívidas do agro
O Senado aprovou na quarta-feira (11.06) o projeto de lei que autoriza o uso de recursos do Fundo Social do Pré-Sal para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais afetados por eventos climáticos extremos. A proposta, que também prevê a utilização de recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), segue para sanção presidencial.
O texto aprovado estabelece condições especiais para produtores que registraram perdas em pelo menos duas safras e prevê taxas de juros entre 3,5% e 7,5% ao ano. Diferentemente da versão aprovada pela Câmara dos Deputados, que previa a destinação de R$ 30 bilhões a R$ 100 bilhões para a operação, o parecer do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), transferiu ao Poder Executivo a definição do volume de recursos que poderá ser utilizado.
A proposta foi defendida por parlamentares ligados ao agronegócio como uma alternativa para enfrentar o aumento do endividamento no campo, agravado pelas perdas provocadas por secas e enchentes em diferentes regiões do País. O projeto beneficia produtores atingidos por eventos climáticos reconhecidos oficialmente.
O governo federal, no entanto, manteve restrições ao texto durante a tramitação. O Ministério da Fazenda defendia mudanças nos critérios de enquadramento dos produtores e propôs juros mais elevados para a renegociação. Parte das sugestões foi rejeitada pelo relator.
Criado em 2010, o Fundo Social do Pré-Sal tem como objetivo financiar políticas públicas permanentes com recursos da exploração de petróleo. Atualmente, metade das receitas é destinada à educação e a parcela restante atende áreas como saúde, habitação, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente.
Críticos da proposta argumentam que a medida pode reduzir recursos disponíveis para outros programas financiados pelo fundo. Estimativas indicam que o Fundo Social do Pré-Sal destinou cerca de R$ 35 bilhões ao programa Minha Casa, Minha Vida entre 2025 e 2026, contribuindo para a ampliação da meta de contratação de moradias.
A aprovação ocorre em meio à pressão do setor agropecuário por medidas de socorro financeiro. O aumento do endividamento dos produtores levou entidades do setor e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) a defenderem a criação de mecanismos permanentes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção.
Fonte: Pensar Agro

