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BNDES Aprova R$ 29,7 Bilhões no Plano Safra 2024-2025 e Reforça Apoio ao Agronegócio na Agrishow
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BNDES no Plano Safra 2024-2025
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou, até o momento, R$ 29,7 bilhões em crédito para o Plano Safra 2024/2025, beneficiando mais de 125 mil operações. Essas operações foram realizadas por meio da rede de agentes financeiros credenciados, que permite a descentralização dos recursos, abrangendo 93% dos municípios brasileiros. Esse modelo facilita o desenvolvimento e a execução da política pública voltada ao apoio do setor agropecuário no país.
Aumento no Crédito ao Setor Agropecuário
Aprovado sob a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o valor total de crédito aprovado pelo BNDES no ano de 2024 já superou o total do governo anterior, alcançando R$ 53,2 bilhões, estabelecendo um recorde histórico. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância dessa conquista, especialmente em relação ao estímulo ao agronegócio sustentável e à inovação tecnológica. “Estamos fomentando um agronegócio que respeita as normas ambientais e investe em tecnologias de ponta”, afirmou Mercadante.
Agrishow 2025: O Maior Evento do Setor Agropecuário
A edição de 2025 da Agrishow, a principal feira de tecnologia do agronegócio da América Latina, tem início nesta segunda-feira (28), em Ribeirão Preto (SP). Os organizadores da feira esperam receber 195 mil visitantes em 520 mil metros quadrados de área expositiva. Em 2024, a feira gerou R$ 13,6 bilhões em negócios. Em razão da relevância do evento, o BNDES é um dos patrocinadores e participará com equipes no local, promovendo agendas com clientes e parceiros e destacando sua atuação no financiamento de investimentos para os diversos segmentos do agronegócio.
Linhas de Crédito Próprias e Inovadoras
Além de atuar como operador dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF), o BNDES oferece linhas de crédito próprias, com condições vantajosas e sem necessidade de equalização com o Tesouro Nacional. Entre essas linhas, destaca-se o BNDES Crédito Rural, voltado para projetos de investimento, aquisição de máquinas, custeio e apoio a cooperativas. Desde sua criação em 2020, a linha já aprovou mais de R$ 29 bilhões em cerca de 45 mil operações.
Deste total, mais de R$ 12 bilhões foram aprovados por meio de uma linha que utiliza um custo financeiro em dólares, permitindo que exportadores tenham um hedge natural com seus recebíveis em dólar, além de oferecer taxas de juros mais competitivas. Lançada na Agrishow 2023, essa linha visa ampliar e diversificar as alternativas de crédito com custos mais acessíveis, especialmente para o setor agropecuário intensivamente exportador.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Preços de carnes e ovos recuam no atacado, enquanto leite mantém alta, aponta DATAGRO
O mercado atacadista de proteínas animais apresentou comportamento misto na última semana, com queda nos preços da carne suína, carne de frango e ovos, enquanto o leite manteve trajetória de valorização. Os dados foram divulgados pela DATAGRO e refletem diferentes dinâmicas de oferta e demanda entre as principais cadeias pecuárias do país.
Enquanto proteínas como suínos, aves e ovos enfrentam pressão baixista, o segmento de lácteos segue sustentado por fatores que impulsionam os preços. Já a pecuária bovina apresentou sinais de recuperação na arroba do boi gordo, acompanhados por redução nas escalas de abate.
Carne suína lidera movimento de queda no mercado
Entre as proteínas analisadas pela DATAGRO, a carne suína registrou recuo nas cotações e foi negociada a R$ 8,55 por quilo.
O movimento também atingiu a carne de frango, cotada a R$ 7,23 por quilo, além dos ovos, cujo preço caiu para R$ 142,26 por 30 dúzias.
Segundo a consultoria, o desempenho reforça o cenário de pressão sobre as proteínas animais fora do segmento bovino, em um ambiente marcado por ajustes entre oferta e consumo.
Leite UHT segue em alta e contraria tendência das proteínas
Na direção oposta, o mercado de lácteos manteve valorização durante a semana.
O leite UHT apresentou alta de 2,1% em relação ao período anterior, alcançando R$ 5,37 por litro.
De acordo com a DATAGRO, o desempenho positivo do leite contrasta com o comportamento das demais proteínas monitoradas, evidenciando fundamentos específicos que continuam sustentando os preços no setor de lácteos.
Arroba do boi gordo volta a subir em São Paulo
No mercado bovino, o comportamento foi diferente do observado para suínos, aves e ovos.
A arroba do boi gordo na praça paulista registrou valorização de 0,26%, encerrando o período cotada a R$ 327,59, após a queda observada na semana anterior.
O avanço das cotações ocorre em meio ao encurtamento das escalas de abate, indicador que acompanha a disponibilidade de animais prontos para o frigorífico e serve como importante termômetro das condições de oferta.
Escalas de abate diminuem e atacado bovino permanece estável
A DATAGRO informou que a programação média de abates no Brasil recuou para 8,61 dias corridos, sinalizando menor disponibilidade de animais terminados em diversas regiões produtoras.
Apesar da recuperação da arroba, o mercado atacadista de carne bovina manteve estabilidade.
O preço da carcaça casada permaneceu em R$ 23,25 por quilo, indicando equilíbrio entre oferta e demanda no segmento industrial, mesmo diante das oscilações registradas nas negociações do boi gordo.
Mercado de proteínas segue dividido entre pressão e valorização
O comportamento dos diferentes segmentos reforça a heterogeneidade do mercado brasileiro de proteínas animais.
Enquanto suínos, frango e ovos enfrentam um ambiente de maior pressão sobre os preços, o leite continua sustentado por fatores próprios da cadeia produtiva, e a bovinocultura apresenta sinais de recuperação nas cotações da arroba.
A expectativa do setor é que os próximos movimentos do mercado dependam da evolução da demanda doméstica, do ritmo das exportações e da disponibilidade de animais para abate, fatores que continuarão influenciando a formação dos preços nas próximas semanas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


