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Brasil é homenageado na Expomalocas 2026, maior feira agropecuária da Orinoquia colombiana

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No último fim de semana, a cidade de Villavicencio sediou a Expomalocas 2026, reconhecida como a maior feira agropecuária da região colombiana da Orinoquia. A região, também conhecida como Llanos Orientales, apresenta características semelhantes ao Cerrado brasileiro, com produção consolidada, especialmente na produção de grãos e na pecuária bovina.

A semelhança de clima e solo tem favorecido sistemas produtivos similares, contribuindo para a ampliação das exportações brasileiras de genética animal e vegetal, além de máquinas e insumos agropecuários para a região.

O Brasil foi o país convidado de honra desta edição da feira. O embaixador do Brasil na Colômbia, Paulo Estivallet de Mesquita, participou da cerimônia de abertura ao lado da governadora do Departamento de Meta, cuja capital é Villavicencio, Marcela Amaya.

Paralelamente, o adido agrícola do Brasil no país, Clóvis Serafini, integrou um painel acadêmico sobre a consolidação de modelos de pecuária bovina sustentável em diferentes escalas produtivas, com a participação de representantes dos setores público, privado e acadêmico.

O debate destacou a importância de uma visão de longo prazo, da coordenação entre os diversos atores e da adoção progressiva de inovações tecnológicas, ressaltando que a sustentabilidade deve ser um fator de competitividade, preservação ambiental e desenvolvimento social, e não uma barreira ao comércio.

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O evento representou uma oportunidade relevante para valorizar a imagem da agropecuária brasileira, seus produtos e as políticas públicas voltadas à construção de soluções para o desenvolvimento sustentável.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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