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Brasil fecha acordo para exportação de farinhas de origem animal ao México

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O governo brasileiro e o governo do México concluíram uma negociação sanitária que permitirá a exportação de farinhas de origem animal produzidas a partir de bovinos e suínos para o mercado mexicano. A medida representa um avanço estratégico para o setor de reciclagem animal no país.

Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o México é um grande importador desses produtos, tornando a abertura uma oportunidade significativa para produtores e exportadores brasileiros.

México como mercado estratégico para produtos brasileiros

Com uma população de aproximadamente 130 milhões de habitantes, o México é a segunda maior economia da América Latina, ficando atrás apenas do Brasil. Entre janeiro de 2023 e julho de 2025, o país importou US$ 7,7 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para soja, café e proteína animal, reforçando sua importância como parceiro comercial.

Avanços do agronegócio brasileiro no comércio internacional

O Mapa destacou que, com a nova abertura, o agronegócio brasileiro alcança 417 aberturas de mercado em 71 destinos desde o início de 2023. A pasta também ressaltou que esses resultados são fruto da cooperação com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), fortalecendo a presença do Brasil no comércio internacional de produtos agropecuários.

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Oportunidade para produtores e exportadores

Para o setor de reciclagem animal, a abertura do mercado mexicano representa não apenas aumento de vendas, mas também consolidação da qualidade e segurança dos produtos brasileiros, garantindo maior competitividade no cenário global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Congresso Abramilho debate Plano Safra, seguro rural e armazenagem em meio à pressão no agronegócio

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O 4º Congresso da Abramilho será realizado no próximo dia 13 de maio, em Brasília, com foco nos principais desafios enfrentados pela cadeia produtiva do milho e do sorgo. Entre os temas centrais do encontro estão o Plano Safra, o acesso ao seguro rural, os custos de produção e os gargalos de armazenagem no agronegócio brasileiro.

O painel de abertura contará com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, além do embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao, reforçando a importância estratégica do setor para o comércio internacional e para a segurança alimentar.

Plano Safra e crise no campo estarão no centro das discussões

Com o tema “Agricultura em transformação: desafios atuais e propostas para fortalecer o setor”, o painel irá discutir o atual cenário enfrentado pelos produtores rurais, marcado pela elevação dos custos dos fertilizantes, dificuldades financeiras no campo e incertezas sobre o financiamento da próxima safra.

Também participarão do debate o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins da Silva Júnior, o presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, e o presidente da Maizall, Manuel Ron.

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A mediação será conduzida pelo jornalista Cassiano Ribeiro.

Setor cobra soluções para seguro rural e armazenagem

A expectativa do setor é ampliar o diálogo com o governo federal sobre políticas públicas consideradas estratégicas para a sustentabilidade da produção agrícola.

Segundo o diretor executivo da Abramilho, Glauber Silveira, o congresso acontece em um momento decisivo para os produtores brasileiros.

De acordo com ele, a presença do ministro da Agricultura no evento cria um ambiente importante para discutir medidas concretas voltadas ao crédito rural, à ampliação do seguro agrícola e ao fortalecimento da infraestrutura logística e de armazenagem.

O setor também demonstra preocupação com a pressão sobre o orçamento do Plano Safra, considerada uma das principais ferramentas de financiamento da produção agropecuária nacional.

Segurança alimentar e geopolítica também entram na pauta

Além das discussões econômicas e estruturais, o congresso contará com outros painéis voltados para segurança alimentar, biotecnologia e geopolítica do agronegócio.

A programação busca ampliar o debate sobre o papel estratégico do Brasil no fornecimento global de alimentos, especialmente diante das mudanças no comércio internacional, da crescente demanda por grãos e das transformações tecnológicas no campo.

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O evento reúne produtores, especialistas, autoridades e representantes do mercado para discutir caminhos para aumentar a competitividade do milho brasileiro e fortalecer a cadeia produtiva nos próximos anos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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