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Brasil fecha acordo para exportar gergelim à África do Sul em 2024
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O Brasil concluiu negociações fitossanitárias que permitem a exportação de gergelim para a África do Sul. O anúncio foi feito pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que destaca o acordo como um avanço importante para o setor produtivo nacional e para o fortalecimento do agronegócio brasileiro.
África do Sul: mercado estratégico para produtos agropecuários brasileiros
Com mais de 63 milhões de habitantes, a África do Sul é a economia mais diversificada e industrializada da África. Em 2024, o país importou cerca de US$ 635 milhões em produtos agropecuários brasileiros, incluindo carnes, açúcar refinado, café verde e produtos florestais, evidenciando o potencial comercial entre as duas nações.
Exportações de gergelim do Brasil crescem mais de 58% em 2024
As exportações brasileiras de gergelim alcançaram aproximadamente US$ 348 milhões em 2024, apresentando um crescimento superior a 58% em relação a 2023. Esse aumento reflete a crescente demanda internacional pelo produto e a expansão da presença brasileira nos mercados globais.
Agronegócio brasileiro conquista 398 novas oportunidades comerciais desde 2023
Segundo o Ministério da Agricultura, desde o começo de 2023, o agronegócio do Brasil ampliou sua atuação no exterior com a abertura de 398 novas oportunidades comerciais. Essa expansão reforça o papel do país como um dos principais exportadores mundiais de alimentos e produtos agrícolas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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El Niño: probabilidade de 75% de ser o evento climático mais forte registrado desde 1950
Nova projeção do Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA) sobre o El Niño/La Niña indica intensificação até o final de 2026. Conforme dados repercutidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), há probabilidade superior a 90% de ocorrência de um evento climático muito forte durante a primavera e durante o verão de 2026–2027 no Hemisfério Sul. Também há probabilidade de 75% de ser o El Niño mais forte registrado desde 1950.
A vida dos trabalhadores e trabalhadoras da pesca e da aquicultura pode ser impactada diretamente pelo El Niño/La Niña. Isso ocorre devido às mudanças nas condições de chuva, de temperatura e de disponibilidade de água em diferentes regiões do Brasil.
No Norte e no Nordeste a previsão de chuvas abaixo da média pode contribuir para a redução dos níveis dos rios e afetar a navegação, o acesso às comunidades, a atividade pesqueira e o abastecimento de água. Em áreas do Sul, a ocorrência de chuvas acima da média pode aumentar o risco de enchentes e danos a estruturas utilizadas pela pesca e pela aquicultura. Em outras regiões, temperaturas elevadas também podem exigir mais atenção às condições da água e dos cultivos.
Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) visando a preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.
Ana Célia Costa
Ministério da Pesca e Aquicultura
Com informações do INMET



