CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Brasil já soma 160 casos de gripe aviária

Publicados

AGRONEGOCIOS

O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) confirmou nesta sexta-feira (15.03) a detecção de um novo caso de gripe aviária em animal silvestre. A ferramenta online da pasta que monitora a doença no país identificou o foco em uma ave da espécie trinta-réis-boreal, encontrada na cidade de Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

Com a confirmação, o Brasil soma agora 160 casos de gripe aviária, sendo 157 em animais silvestres e 3 em aves de subsistência. Até o momento, não há registro da doença em plantéis comerciais, o que garante ao país o status de livre da enfermidade perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Riscos e impactos da doença

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é considerada uma doença de alto risco para aves quando causada por subtipos de vírus altamente patogênicos. Nesses casos, a doença é grave e de notificação obrigatória aos órgãos oficiais nacionais e internacionais de controle de saúde animal.

A confirmação da doença em um país pode resultar em barreiras sanitárias para a comercialização de produtos avícolas no mercado interno e externo, gerando grande prejuízo econômico para a avicultura comercial. Até o momento, apenas os vírus com as hemaglutininas identificadas como H5 e H7 foram considerados altamente patogênicos para galinhas e algumas outras espécies de aves domésticas e aquáticas.

Leia Também:  CNA destina R$ 100 milhões anuais para pesquisa agropecuária

Orientações à população

Em caso de aves mortas ou que apresentem dificuldades nervosas, motoras ou respiratórias, a orientação é manter distância segura, não mexer nos animais e acionar o Serviço Veterinário Oficial local.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Instituto Biológico amplia produção de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina no Brasil

Publicados

em

A sanidade animal segue como um dos pilares estratégicos da pecuária brasileira, especialmente em um cenário de expansão das exportações de carne e leite e aumento das exigências sanitárias internacionais. Nesse contexto, o Instituto Biológico vem ampliando sua atuação na produção nacional de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, reforçando o controle sanitário dos rebanhos em todo o país.

Com apoio da Fundepag, o Laboratório de Inovação em Imunobiológicos do instituto já produziu cerca de 30 milhões de testes diagnósticos desde 2021. Os imunobiológicos abastecem programas sanitários em diferentes regiões do Brasil e são utilizados por médicos-veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Os kits fazem parte das ações do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal, iniciativa coordenada pelo MAPA para monitoramento e controle dessas doenças que impactam diretamente a produtividade pecuária e a saúde pública.

Diagnóstico sanitário fortalece competitividade da pecuária brasileira

A brucelose e a tuberculose bovina estão entre as principais zoonoses monitoradas no país. Além dos prejuízos econômicos causados pela redução da produtividade dos rebanhos, as doenças podem provocar restrições comerciais, limitar o trânsito de animais e comprometer exportações brasileiras de carne e leite.

Leia Também:  Índice de Xangai alcança maior patamar em quase 10 anos com impulso do setor imobiliário e de terras raras

Segundo o médico-veterinário e responsável técnico pelo laboratório, Ricardo Spacagna Jordão, a modernização dos processos produtivos tem sido fundamental para ampliar a eficiência dos diagnósticos e garantir maior confiabilidade nos resultados.

“O objetivo é aplicar tecnologias mais avançadas na produção dos imunobiológicos, garantindo maior pureza, rastreabilidade e segurança sanitária nos testes realizados”, explica.

Tecnologia aumenta precisão dos testes diagnósticos

O sistema utilizado pelo laboratório é baseado em proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias, permitindo a identificação de animais infectados sem risco de transmissão da doença.

Segundo Jordão, os imunobiológicos simulam uma resposta imunológica semelhante à infecção real, possibilitando detectar se o animal teve contato com o agente infeccioso.

“As proteínas produzidas pelas bactérias simulam a presença da doença no organismo. Com isso, conseguimos identificar animais infectados utilizando apenas proteínas purificadas, sem qualquer capacidade de causar enfermidade”, destaca.

O diagnóstico pode ser realizado tanto por inoculação quanto por exames sorológicos, aumentando a precisão do monitoramento sanitário nos rebanhos bovinos.

Fundepag impulsiona expansão da capacidade produtiva

A parceria com a Fundepag foi decisiva para ampliar a estrutura operacional do laboratório, incluindo investimentos em infraestrutura, manutenção de equipamentos, contratação de profissionais especializados e expansão da produção.

Leia Também:  CNA destina R$ 100 milhões anuais para pesquisa agropecuária

De acordo com o Instituto Biológico, o suporte técnico e financeiro permitiu fortalecer a capacidade industrial do laboratório e viabilizar o desenvolvimento de novos kits diagnósticos.

“A parceria contribui diretamente para melhorias estruturais, manutenção da operação laboratorial e fortalecimento das atividades técnicas desenvolvidas pelo instituto”, afirma Jordão.

Sanidade animal ganha importância estratégica no agronegócio

O avanço da produção nacional de kits diagnósticos reforça a importância da ciência e da inovação para a sustentabilidade da pecuária brasileira.

Além de reduzir riscos sanitários e fortalecer o controle epidemiológico, o monitoramento eficiente das doenças bovinas contribui para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Especialistas do setor avaliam que investimentos contínuos em pesquisa, tecnologia laboratorial e biossegurança serão cada vez mais estratégicos para garantir segurança alimentar, ampliar mercados e preservar a credibilidade sanitária da produção pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA