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Café opera em direções opostas nas bolsas internacionais nesta sexta-feira (20)
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Movimentação mista nas bolsas internacionais
O mercado do café registrava comportamentos distintos nas bolsas internacionais na manhã desta sexta-feira (20). Enquanto os contratos do café arábica apresentavam leve alta na Bolsa de Nova York, o robusta operava em queda em Londres.
Café arábica em alta após feriado nos EUA
Os preços do café arábica subiam de forma moderada na Bolsa de Nova York, impulsionados pela retomada das negociações após o feriado local que manteve a bolsa fechada no dia anterior. Às 9h (horário de Brasília), o contrato com vencimento em julho de 2025 subia 235 pontos, cotado a 327,25 cents por libra-peso. Os vencimentos para setembro e dezembro de 2025 também registravam altas, de 80 pontos cada, negociados a 323,10 e 318,60 cents/lbp, respectivamente.
Alta volatilidade e atenção ao clima no Brasil
Segundo a consultoria Hedgepoint Global Markets, os preços futuros do café vêm passando por forte volatilidade nos últimos dias. O mercado segue atento às condições climáticas e ao avanço da colheita no Brasil, que já atingia 35% da safra até o dia 13 de junho.
Pressão da safra brasileira e cenário global incerto
De acordo com o boletim do Escritório Carvalhaes, a colheita da nova safra brasileira avança de forma acelerada, sem previsão de geadas ou ondas de frio intensas nos próximos dias. Esse cenário, aliado à instabilidade geopolítica global – marcada especialmente pela escalada do conflito entre Israel e Irã – tem levado fundos e especuladores a pressionar as cotações para baixo.
Queda nos preços do robusta em Londres
Na Bolsa de Londres, os contratos do café robusta operavam em baixa. O vencimento de julho/25 recuava US$ 5, sendo negociado a US$ 4.029 por tonelada. Já os contratos para setembro e novembro/25 caíam US$ 14 e US$ 7, cotados a US$ 3.873 e US$ 3.817 por tonelada, respectivamente.
O mercado do café segue influenciado por fatores climáticos, ritmo da colheita no Brasil e instabilidade no cenário internacional. Enquanto o arábica apresenta sinais de recuperação, o robusta sente a pressão negativa, evidenciando a complexidade do setor neste momento.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Mapa e representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos discutem temas comerciais do agronegócio
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebeu, nesta terça-feira (28), representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos e do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos para tratar de oportunidades comerciais entre os dois países. O encontro ocorreu na sede da Pasta, em Brasília (DF).
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, participaram da abertura da reunião.
Entre os temas abordados, estiveram os pontos de interesse agrícola entre os países, o fluxo comercial dos últimos meses e as oportunidades ligadas à ciência e tecnologia, biocombustíveis, entre outros.
O secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Augusto Billi, destacou o potencial de ampliação da pauta exportadora brasileira e as negociações em curso para abertura de ampliação do acesso ao mercado americano.
Os Estados Unidos se destacam como um dos principais destinos das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 11,4 bilhões em produtos agropecuários para o mercado norte-americano, enquanto as importações somaram aproximadamente US$ 1,05 bilhão. Entre os principais itens exportados estão café, carnes, produtos do complexo sucroalcooleiro e cacau.
CÂMARA DE COMÉRCIO DOS EUA
A Câmara de Comércio dos Estados Unidos (US Chamber Of Commerce) é considerada a maior organização comercial do mundo, representando os interesses de empresas americanas. Atua como o principal braço de influência em Washington e globalmente, trabalhando para promover políticas públicas que estimulem o crescimento econômico, a livre iniciativa e o comércio internacional.
Já o Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Brazil-U.S. Business Council) faz parte da Câmara e é a principal organização empresarial dedicada exclusivamente a fortalecer a parceria econômica entre o Brasil e os EUA.
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