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Carreta Agro pelo Brasil inicia roteiro em Santa Catarina com evento da Cooperja em Jacinto Machado

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A Carreta Agro pelo Brasil, iniciativa do Sistema CNA/Senar, inicia sua programação em Santa Catarina com parada no Campo Demonstrativo Cooperja (CDC), em Jacinto Machado, no sul do Estado. O evento, intitulado Campo Agroacelerador Cooperja, será realizado entre os dias 29 e 31 de janeiro, reunindo produtores, técnicos e parceiros do agronegócio regional.

A estrutura itinerante e interativa leva tecnologia, inovação e conhecimento ao campo, promovendo a atualização técnica e o fortalecimento da conexão entre o Sistema CNA/Faesc/Senar e os produtores rurais. O objetivo é incentivar a adoção de novas práticas e ferramentas que impulsionem a produtividade e a sustentabilidade no agro catarinense.

Programação técnica e atividades interativas para o público

Durante os três dias de evento, os visitantes poderão acompanhar palestras com especialistas do Sistema Faesc/Senar, Sindicatos Rurais e empresas parceiras, que abordarão temas ligados à gestão, inovação e boas práticas no campo.

A programação também inclui um quiz agro e um espaço de imersão interativo, onde o público poderá vivenciar a história do agronegócio brasileiro de forma educativa e tecnológica. A proposta é aproximar produtores de diferentes regiões e promover a troca de experiências entre os participantes.

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Estrutura reforça compromisso com o desenvolvimento do agro catarinense

Lançada em 2023, a Carreta Agro pelo Brasil esteve em Santa Catarina pela primeira vez em fevereiro de 2024. Agora, em seu terceiro ano consecutivo no Estado, a iniciativa amplia sua atuação e reforça o compromisso do Sistema Faesc/Senar em levar conhecimento e inovação ao produtor rural.

Para o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, o retorno da Carreta demonstra a importância da ação para o fortalecimento do agronegócio regional.

“É uma honra receber, pelo terceiro ano consecutivo, essa estrutura tão relevante para a disseminação de conhecimentos e inovações. A iniciativa estimula o produtor a adotar novas tecnologias, fator essencial para fortalecer as cadeias produtivas e ampliar a competitividade no campo”, destacou Pedrozo.

O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, também reforçou a relevância do projeto.

“A Carreta Agro é uma oportunidade para apresentar, de forma integrada, as diferentes frentes de atuação do Sistema — da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) à Formação Profissional Rural e Promoção Social. O objetivo é aproximar o produtor das soluções que aumentam a produtividade, melhoram a gestão e promovem mais qualidade de vida às famílias rurais”, explicou.

Próximas paradas: Concórdia, Pinhalzinho e Campos Novos

Após a participação em Jacinto Machado, a Carreta Agro pelo Brasil seguirá seu roteiro por Santa Catarina, marcando presença nos principais eventos do setor:

  • Tecnoeste, em Concórdia (Oeste)
  • Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho (Oeste)
  • Show Tecnológico Copercampos, em Campos Novos (Meio-Oeste)
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Com uma programação diversificada e foco em inovação, a iniciativa reforça o papel do Sistema CNA/Faesc/Senar na capacitação e valorização do produtor rural, levando conhecimento e tecnologia aos quatro cantos do Estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo de pastagens antes da seca pode reduzir custos e garantir ganho de peso na pecuária

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Manejo antecipado das pastagens é decisivo para enfrentar a seca

A aproximação da estação seca exige atenção redobrada dos pecuaristas no manejo das pastagens. Com a redução das chuvas, há queda na produção e na qualidade da forragem, o que impacta diretamente o desempenho dos rebanhos.

Esse período de transição é considerado estratégico, pois ainda permite a formação de reserva de pasto e ajustes no sistema produtivo para reduzir perdas ao longo dos meses de menor crescimento das plantas.

Oferta de forragem pode cair até 70% na seca

De acordo com o técnico em agricultura e vendedor externo da Nossa Lavoura, Robson Luiz Slivinski Dantas, o manejo adequado nesse momento é determinante para evitar prejuízos.

Segundo ele, a redução das chuvas desacelera o crescimento das pastagens e compromete sua qualidade nutricional.

“Um manejo adequado pode garantir uma oferta de matéria seca entre 2% e 3% do peso vivo dos animais, evitando déficits que comprometem o ganho de peso e geram perdas econômicas importantes”, explica.

Além da redução na oferta, a qualidade da forragem também cai significativamente, com aumento da fibra e redução de proteína e digestibilidade.

Falta de planejamento aumenta custos e degrada pastagens

Entre os principais erros cometidos por produtores nesse período estão:

  • Superlotação das áreas
  • Ausência de pastejo rotacionado
  • Falta de adubação estratégica
  • Não monitoramento da altura do pasto
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Essas práticas aceleram a degradação das áreas e reduzem a capacidade de suporte.

“Quando o produtor não mede a oferta de pasto e mantém a lotação elevada, ele consome a reserva antes do período crítico. O resultado é aumento dos custos e menor produtividade”, alerta Dantas.

Ajuste de lotação é chave para preservar forragem

Uma das principais estratégias recomendadas é o ajuste gradual da taxa de lotação.

A redução planejada do número de animais por hectare ajuda a preservar a reserva de forragem para a seca.

“É possível preservar até 50% a mais de pasto quando a lotação é ajustada de forma estratégica”, afirma o especialista.

O manejo também deve priorizar áreas de descanso e organização do pastejo rotacionado.

Adubação no fim das águas ainda traz ganhos produtivos

Mesmo no fim do período chuvoso, a adubação pode contribuir para aumentar a produção de forragem.

A aplicação de nitrogênio, em áreas com bom potencial produtivo, pode elevar a produção entre 20% e 40%, favorecendo a formação de reservas.

Essa prática melhora o aproveitamento da área e ajuda a sustentar o rebanho durante a seca.

Planejamento garante desempenho e reduz perdas na seca

Com planejamento adequado, é possível manter ganhos de peso entre 0,5 kg/dia e 0,8 kg/dia, mesmo com suplementação mínima.

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Segundo Dantas, a antecipação das decisões reduz impactos produtivos e reprodutivos no rebanho.

Quando não há planejamento, os prejuízos podem ser significativos, incluindo queda de desempenho e aumento de custos operacionais.

Boas práticas ajudam a atravessar o período crítico

Entre as recomendações práticas para o produtor estão:

  • Monitoramento semanal da altura do pasto
  • Planejamento da lotação futura
  • Adubação nitrogenada em áreas prioritárias
  • Implantação de pastejo rotacionado

Essas medidas ajudam a preservar tanto a quantidade quanto a qualidade da pastagem.

Falta de manejo pode gerar perdas de até R$ 500 por hectare

A ausência de planejamento pode resultar em perdas econômicas expressivas, incluindo:

  • Redução do ganho de peso
  • Maior necessidade de suplementação
  • Aumento da mortalidade
  • Queda na produtividade do abate

“Sem planejamento, os prejuízos podem chegar a R$ 500 por hectare”, destaca o especialista.

Soluções para manejo eficiente das pastagens

A Nossa Lavoura oferece insumos e soluções voltadas ao manejo estratégico, incluindo:

  • Adubos NPK balanceados
  • Sementes de pastagens mais resistentes
  • Corretivos de solo

Segundo Dantas, o uso combinado dessas ferramentas permite ampliar a reserva de forragem e reduzir custos.

“Com planejamento e tecnologia, o produtor atravessa a seca com mais segurança e produtividade”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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