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Cavalgada Temática em Três Pontas destaca tradição e impulsiona turismo rural
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Realizada no último fim de semana, a Cavalgada Temática do Mangalarga Marchador movimentou Três Pontas como parte do Roteiro do Café e do Vinho. Promovida em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Três Pontas e apoiada pelo Sistema Faemg Senar, a iniciativa reuniu cavaleiros e amazonas de diversas regiões, celebrando a tradição, a cultura rural e a integração com o meio ambiente.
Percurso valorizou paisagens e pontos históricos locais
O trajeto da cavalgada percorreu cenários típicos da região, passando por propriedades rurais e locais de destaque no município, como a Fazenda Pedra Negra, a Hípica da Veiga (antiga Usina Boa Vista) e o Sítio Ponte Nova, onde está instalada a Vinícola S. Durante o percurso, os participantes tiveram a oportunidade de vivenciar momentos de convivência, resgatar as raízes do campo e apreciar as belezas naturais do sul de Minas Gerais.
Sistema Faemg Senar reforça apoio à equideocultura
Caio Oliveira, gerente regional do Sistema Faemg Senar, ressaltou a importância do evento para o fortalecimento do turismo rural e da cultura local. Ele destacou ainda a parceria entre o Sistema Faemg Senar e a Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), que atua no desenvolvimento e qualificação profissional do setor da equideocultura, contribuindo para o crescimento desse segmento do agronegócio.
Produtores rurais tiveram espaço para exposição e venda
Durante a cavalgada, os produtores rurais de Três Pontas também puderam expor e comercializar seus produtos em um empório montado especialmente para o evento. A iniciativa, organizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais com o apoio do Sistema Faemg Senar, valorizou o trabalho dos agricultores familiares e proporcionou maior visibilidade à produção local.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha
Mercado Externo
O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.
Mercado Interno
A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.
As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.
No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.
Preços
Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.
Indicadores
- Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
- Área colhida: 90%
- Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
- Milho silagem:
- Área: 345.299 hectares
- Colheita: 87%
- Produtividade média: 37.840 kg/ha
- Soja (RS):
- Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
- Colheita: 68%
- Produtividade média: 2.871 kg/ha
- Feijão 1ª safra:
- Área: 23.029 hectares
- Produtividade média: 1.781 kg/ha
- Feijão 2ª safra:
- Área: 11.690 hectares
- Produtividade média: 1.401 kg/ha
- Arroz irrigado:
- Área: 891.908 hectares
- Colheita: 88%
- Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise
A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.
O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.
No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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