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Cerveja paranaense Frutopia é eleita a melhor do Brasil e destaca potencial do setor artesanal

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A Frutopia, cerveja artesanal do Paraná de estilo sour produzida com polpa de amora e morango, foi eleita a melhor do Brasil em 2025. O rótulo é fruto da parceria entre a Yellow Bird Brewery, de Pinhais, e a Hespanha Brewery, de Paranaguá.

O reconhecimento foi anunciado durante a etapa nacional da 5ª Copa Cerveja Brasil, organizada pela Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), realizada na noite de quinta-feira (23). O prêmio Best of Show, principal categoria da competição, destacou o Paraná entre 823 rótulos avaliados por cerca de 100 jurados de todo o país, consolidando o Estado como referência nacional no segmento de cervejas artesanais.

Paraná se consolida como polo cervejeiro

O resultado reforça a vocação do Paraná para produção de cervejas de qualidade. Segundo o Anuário da Cerveja 2025, elaborado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, o Estado possui 175 cervejarias registradas, produzindo 7,8 milhões de litros de cerveja por ano, figurando entre os maiores polos cervejeiros do país.

O crescimento do setor se deve a políticas de incentivo e ambiente favorável a investimentos. Entre 2020 e 2024, a indústria cervejeira investiu cerca de R$ 5 bilhões no Paraná, com apoio do programa de incentivos fiscais Paraná Competitivo.

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Um dos destaques desse desenvolvimento foi a inauguração da Maltaria Campos Gerais, em 2024, com capacidade para produzir 280 mil toneladas de malte por ano. Além de reduzir custos e dependência de importações, a unidade consolidou o Paraná como maior produtor de malte e cevada do Brasil.

Turismo e economia criativa impulsionam o setor

O setor cervejeiro também fortalece o turismo e a economia criativa no Estado. Com apoio do Governo do Paraná, por meio da Secretaria do Turismo e do Viaje Paraná, foi lançada em 2024 a Rota Cervejeira de Curitiba, iniciativa da Associação das Microcervejarias do Estado do Paraná (Procerva), que reúne mais de 20 bares, pubs e cervejarias em 17 bairros da capital.

Na Região Metropolitana, a Rota da Cerveja Artesanal de Pinhais já conta com sete empreendimentos e se consolidou como principal atração turística do município.

Nos Campos Gerais, a Heineken inaugurou em 2024 a experiência Inside the Star, passeio guiado pela unidade de Ponta Grossa que apresenta todas as etapas da produção da cerveja e reforça o turismo industrial no Estado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo de pastagens antes da seca pode reduzir custos e garantir ganho de peso na pecuária

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Manejo antecipado das pastagens é decisivo para enfrentar a seca

A aproximação da estação seca exige atenção redobrada dos pecuaristas no manejo das pastagens. Com a redução das chuvas, há queda na produção e na qualidade da forragem, o que impacta diretamente o desempenho dos rebanhos.

Esse período de transição é considerado estratégico, pois ainda permite a formação de reserva de pasto e ajustes no sistema produtivo para reduzir perdas ao longo dos meses de menor crescimento das plantas.

Oferta de forragem pode cair até 70% na seca

De acordo com o técnico em agricultura e vendedor externo da Nossa Lavoura, Robson Luiz Slivinski Dantas, o manejo adequado nesse momento é determinante para evitar prejuízos.

Segundo ele, a redução das chuvas desacelera o crescimento das pastagens e compromete sua qualidade nutricional.

“Um manejo adequado pode garantir uma oferta de matéria seca entre 2% e 3% do peso vivo dos animais, evitando déficits que comprometem o ganho de peso e geram perdas econômicas importantes”, explica.

Além da redução na oferta, a qualidade da forragem também cai significativamente, com aumento da fibra e redução de proteína e digestibilidade.

Falta de planejamento aumenta custos e degrada pastagens

Entre os principais erros cometidos por produtores nesse período estão:

  • Superlotação das áreas
  • Ausência de pastejo rotacionado
  • Falta de adubação estratégica
  • Não monitoramento da altura do pasto
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Essas práticas aceleram a degradação das áreas e reduzem a capacidade de suporte.

“Quando o produtor não mede a oferta de pasto e mantém a lotação elevada, ele consome a reserva antes do período crítico. O resultado é aumento dos custos e menor produtividade”, alerta Dantas.

Ajuste de lotação é chave para preservar forragem

Uma das principais estratégias recomendadas é o ajuste gradual da taxa de lotação.

A redução planejada do número de animais por hectare ajuda a preservar a reserva de forragem para a seca.

“É possível preservar até 50% a mais de pasto quando a lotação é ajustada de forma estratégica”, afirma o especialista.

O manejo também deve priorizar áreas de descanso e organização do pastejo rotacionado.

Adubação no fim das águas ainda traz ganhos produtivos

Mesmo no fim do período chuvoso, a adubação pode contribuir para aumentar a produção de forragem.

A aplicação de nitrogênio, em áreas com bom potencial produtivo, pode elevar a produção entre 20% e 40%, favorecendo a formação de reservas.

Essa prática melhora o aproveitamento da área e ajuda a sustentar o rebanho durante a seca.

Planejamento garante desempenho e reduz perdas na seca

Com planejamento adequado, é possível manter ganhos de peso entre 0,5 kg/dia e 0,8 kg/dia, mesmo com suplementação mínima.

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Segundo Dantas, a antecipação das decisões reduz impactos produtivos e reprodutivos no rebanho.

Quando não há planejamento, os prejuízos podem ser significativos, incluindo queda de desempenho e aumento de custos operacionais.

Boas práticas ajudam a atravessar o período crítico

Entre as recomendações práticas para o produtor estão:

  • Monitoramento semanal da altura do pasto
  • Planejamento da lotação futura
  • Adubação nitrogenada em áreas prioritárias
  • Implantação de pastejo rotacionado

Essas medidas ajudam a preservar tanto a quantidade quanto a qualidade da pastagem.

Falta de manejo pode gerar perdas de até R$ 500 por hectare

A ausência de planejamento pode resultar em perdas econômicas expressivas, incluindo:

  • Redução do ganho de peso
  • Maior necessidade de suplementação
  • Aumento da mortalidade
  • Queda na produtividade do abate

“Sem planejamento, os prejuízos podem chegar a R$ 500 por hectare”, destaca o especialista.

Soluções para manejo eficiente das pastagens

A Nossa Lavoura oferece insumos e soluções voltadas ao manejo estratégico, incluindo:

  • Adubos NPK balanceados
  • Sementes de pastagens mais resistentes
  • Corretivos de solo

Segundo Dantas, o uso combinado dessas ferramentas permite ampliar a reserva de forragem e reduzir custos.

“Com planejamento e tecnologia, o produtor atravessa a seca com mais segurança e produtividade”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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