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Chile apresenta novidades alimentícias na Apas Show 2025: vinho, pisco, cerveja e mais

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ProChile leva diversidade chilena à Feira Apas Show 2025

O Chile marcará presença na Feira Apas Show 2025, que ocorrerá de 12 a 15 de maio no Expo Center Norte, em São Paulo, com um estande recheado de novidades e produtos inovadores no setor de alimentos e bebidas. Por meio do ProChile, instituição do Ministério das Relações Exteriores do Chile, serão apresentadas 22 empresas chilenas que buscam estreitar relações comerciais com o mercado brasileiro.

A participação do país no evento visa reforçar a diversidade de sua oferta, com produtos que abrangem desde os tradicionais vinhos chilenos até itens mais inovadores, como pisco, cerveja chilena e vinhos orgânicos premium. Além disso, estarão em destaque produtos como nozes, frutas secas, sucos, purês de frutas e frutas vermelhas – itens que já fazem parte do cotidiano dos consumidores brasileiros e que ganham cada vez mais espaço no mercado.

Novidades e inovações no setor alimentício

O Chile se destaca, principalmente, pela variedade e qualidade dos seus produtos alimentícios. Entre os itens que estarão disponíveis durante a feira, estão os já consagrados vinhos e frutas secas (como nozes e avelãs), que são exportados em grandes volumes. Contudo, também serão exibidos produtos mais recentes e inovadores, como o pisco, tradicional bebida alcoólica chilena, e a cerveja chilena, que promete conquistar o paladar dos brasileiros.

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Ademais, as opções de vinhos premium, produzidos em menor escala, incluindo os orgânicos, vêm ganhando relevância no mercado, destacando-se por seu valor agregado e por atender à crescente demanda por produtos sustentáveis e diferenciados.

Aumento nas exportações do Chile para o Brasil

Em 2024, o Chile alcançou um aumento significativo nas suas exportações para o Brasil, que ultrapassaram US$ 4,99 bilhões, representando um crescimento de 15,78% em relação ao ano anterior. No segmento de alimentos, as exportações de maçãs frescas se destacaram, somando US$ 115 milhões, seguidas pelos blends de vinhos tintos engarrafados, com US$ 89 milhões.

Além disso, o Chile exportou leite em pó no valor de US$ 20 milhões e nozes por US$ 17 milhões em 2024, consolidando o país como um importante fornecedor de alimentos para o mercado brasileiro.

Brasil: um mercado estratégico para o Chile

Hugo Corales, diretor de ProChile no Brasil, destaca a importância do mercado brasileiro para as exportações chilenas. “O Brasil é um mercado estratégico, especialmente para as pequenas e médias empresas chilenas, que se beneficiam da proximidade geográfica e da logística facilitada. Além disso, o Brasil é o nosso quarto maior destino de exportações no mundo e o maior parceiro comercial do Chile na América Latina”, afirmou Corales.

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A Feira Apas Show 2025 é uma oportunidade estratégica para as empresas chilenas expandirem suas operações no Brasil, um mercado cada vez mais receptivo a novidades e inovações alimentícias. Com a diversificação de produtos e o fortalecimento dos laços comerciais, o Chile visa consolidar sua posição como um dos principais fornecedores de alimentos e bebidas para o Brasil e outros mercados da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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