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Chuvas ao final de abril favorecem desenvolvimento das lavouras de café arábica

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Chuvas impulsionam o desenvolvimento das lavouras

As chuvas registradas no final de abril em praticamente todas as regiões produtoras de café arábica foram consideradas positivas pelos pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). As precipitações têm favorecido a fase final de desenvolvimento dos grãos da safra 2025/26 e já proporcionam melhores condições para as plantações voltadas à temporada seguinte, de 2026/27.

Condições climáticas beneficiam plantações de sequeiro

Embora ainda seja cedo para qualquer estimativa sobre a produção de 2026/27, o Cepea destaca que as atuais temperaturas amenas, aliadas ao aumento da umidade neste início de outono, são essenciais para o bom desempenho das lavouras, especialmente as de sequeiro. De acordo com os pesquisadores, as primeiras floradas da próxima safra estão previstas para ocorrer a partir de setembro de 2025.

Colheita ainda não começou na maioria das regiões produtoras

No campo, agentes consultados pelo Cepea relataram que alguns produtores de café arábica já iniciaram pontualmente a catação em áreas mais precoces, como na região de Franca (SP). No entanto, a colheita ainda não teve início efetivo na maioria das praças, devido à maturação desigual dos grãos.

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Preocupação com a qualidade da safra persiste

Apesar dos avanços observados, permanece a preocupação com a qualidade final da safra 2025/26. A maturação ainda irregular, resultado das variações climáticas enfrentadas ao longo do ciclo produtivo, pode impactar negativamente tanto a qualidade dos grãos quanto a bebida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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FAO en Alter do Chão: Gobierno de Brasil participa en los debates sobre el sector de la acuicultura

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El Ministerio de Pesca e Aquicultura (MPA) estuvo presente este lunes (10) en Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), representado por el ministro Edipo Araujo. Él participó en el evento organizado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO), con el apoyo de INFOPESCA y la Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta es la primera vez que este evento se realiza en el municipio.

El ministro participó en el taller “Estado y perspectivas futuras de las principales especies de peces comerciales cultivadas en la cuenca amazónica”. La iniciativa busca intercambiar conocimientos técnicos actualizados, analizar desafíos comunes y explorar oportunidades de cooperación regional enfocadas en el desarrollo sostenible de la acuicultura de especies nativas. El enfoque abarca especies nativas de alto valor productivo y comercial, como el tambaqui (Colossoma macropomum), el pirarucú (Arapaima gigas), el pacú y el paco (Piaractus spp.), el matrinxã (Brycon spp.), el bagre amazónico (Pseudoplatystoma spp.), así como variedades híbridas.

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FAO
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Foto: Cláudio Braga

En consecuencia, el taller contribuye a la elaboración de recomendaciones para el sector. “Actualmente, la acuicultura brasileña alcanza alrededor de 882,3 mil toneladas anuales, superando la producción de la pesca extractiva, que registra aproximadamente 485,7 mil toneladas por año. Estas cifras indican la creciente participación de la actividad acuícola en la oferta de pescado, en la conservación de los stocks pesqueros naturales, en la seguridad alimentaria y nutricional, en el desarrollo regional y en la generación de ingresos para las familias, especialmente para las mujeres, destacó Edipo.

 

Por la tarde, el ministro participó en una mesa redonda en la Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), donde se abordaron temas relacionados con las políticas públicas y las perspectivas para la pesca y la acuicultura. La agenda también incluyó una visita técnica al Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), campus de Santarém.

Leia a versão em Português aqui.

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Ana Célia Costa 

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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