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Clima segue favorável à 2ª safra mesmo com redução das chuvas, aponta Itaú BBA
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Condições climáticas nos últimos 30 dias
O relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, trouxe uma análise abrangente sobre o cenário climático brasileiro. Apesar da redução nas chuvas em boa parte do território nacional, o clima foi considerado positivo para o desenvolvimento da segunda safra. Os maiores volumes de precipitação se concentraram na região Norte.
As temperaturas permaneceram acima da média em grande parte do país, mas começaram a recuar com a chegada do outono. Em março, o Oceano Pacífico entrou oficialmente em condição de neutralidade, encerrando os efeitos da La Niña.
Distribuição das chuvas e impacto no solo
Como esperado para o período, as chuvas começaram a diminuir, com volumes mais significativos sobre os estados da região Norte, no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e sul de Minas Gerais. No caso do Mato Grosso do Sul, a precipitação elevada favoreceu a reposição da umidade do solo, principalmente na parte sul do estado.
Por outro lado, a escassez de chuvas no Rio Grande do Sul e no norte de Minas Gerais resultou na redução da umidade do solo nessas regiões.
Condições para o milho da segunda safra
As chuvas registradas no último mês beneficiaram a conclusão do plantio do milho da segunda safra, além de favorecerem o desenvolvimento inicial das lavouras nas principais regiões produtoras.
Em áreas do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, os volumes superaram 150 mm. No leste de Goiás, no entanto, os acumulados foram mais baixos, o que pode ter afetado parcialmente a recomposição da umidade do solo.
Temperaturas e massas de ar frio
Com a chegada do outono, as primeiras massas de ar frio começaram a avançar pelo Sul do Brasil, resultando em temperaturas mínimas mais baixas nas regiões Sul e Sudeste. Já nas regiões Centro-Oeste e Norte, o calor persistiu, com temperaturas acima da média para o período.
Tendências para a segunda quinzena de abril
Para a segunda metade de abril, os modelos climáticos indicam que as chuvas devem se concentrar na faixa central do país. Os volumes mais significativos são esperados no Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e norte de São Paulo.
As precipitações devem ficar acima da média entre o Centro-Oeste e o Sudeste. A expectativa é de que o Paraná registre os maiores acumulados na região Sul, enquanto o Rio Grande do Sul deverá continuar com chuvas abaixo da média.
Perspectiva das temperaturas e cenário climático global
A tendência é de que as temperaturas permaneçam acima da média na faixa central do país, especialmente nos estados de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. No Sul, as temperaturas devem ficar dentro ou abaixo da média, com destaque para o Rio Grande do Sul, que poderá registrar marcas abaixo da média histórica.
Segundo o boletim mais recente da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA), o Oceano Pacífico voltou à neutralidade em março. A previsão indica que essa condição deve persistir até, pelo menos, o trimestre entre agosto e outubro.
Apesar da estabilidade atual, os modelos climáticos ainda apresentam incertezas para o segundo semestre. A probabilidade do retorno do fenômeno La Niña é estimada em aproximadamente 40%.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Torneio em Fortaleza promove pesca esportiva e sustentabilidade
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do I Torneio 12 Horas de Pesca de Praia, realizado na Beira-Mar de Fortaleza (CE). O evento reuniu pescadores esportivos, representantes de entidades do setor e entusiastas da pesca recreativa em uma iniciativa voltada à promoção da prática responsável e sustentável da atividade.
Durante o torneio, além do suporte técnico, a equipe do MPA realizou ações de divulgação dos principais instrumentos e políticas públicas voltados à pesca amadora e esportiva. Assim, foram apresentados o Plano Nacional para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva (PNPAE), o Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil, o Painel do Pescador Amador e Esportivo e materiais educativos sobre boas práticas na atividade.
De acordo com a chefe de serviço do Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Giovana Curcio, “essas iniciativas integram os esforços do Ministério para ampliar o conhecimento sobre o setor, apoiar a formulação de políticas públicas e incentivar o desenvolvimento sustentável da pesca esportiva em todo o país”.
Ela acrescenta que a participação do Ministério no evento reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da pesca amadora e esportiva, reconhecendo a atividade como importante ferramenta de lazer, turismo, geração de renda e conservação dos recursos pesqueiros. “O MPA segue trabalhando para ampliar o acesso à informação, fortalecer a governança do setor e incentivar práticas que conciliem o esporte, a educação ambiental e a sustentabilidade”, concluiu.
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