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Colheita da Safra de Soja em Mafra (SC) Alcança 15% da Área Plantada

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A colheita da soja da safra 2024/25 em Mafra, no Planalto Médio de Santa Catarina, avançou consideravelmente nos últimos dias, alcançando 15% da área plantada, que totaliza 10 mil hectares. A informação é da Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia (Copérdia).

Segundo fontes do departamento técnico da Copérdia, o rendimento médio das lavouras está excelente, variando entre 4.680 e 4.800 quilos por hectare. No entanto, as chuvas registradas nos últimos dias na região, que oscilaram entre 5 e 10 milímetros, têm gerado algumas dificuldades nas atividades de campo. As condições meteorológicas mais favoráveis para o avanço do trabalho ocorrem à tarde, quando o tempo está mais seco e ensolarado. Pela manhã, o clima é predominantemente nublado e chuvoso, o que impacta no ritmo das operações.

De acordo com o levantamento realizado pela Safras & Mercado, a área destinada ao cultivo de soja no Estado de Santa Catarina na safra 2024/25 deverá atingir 830 mil hectares, o que representa um crescimento de 2,5% em relação aos 810 mil hectares da temporada passada. A produção esperada para a safra de soja é de 3,171 milhões de toneladas, um aumento de 5,8% em comparação com as 2,998 milhões de toneladas obtidas em 2023/24. O rendimento médio das lavouras deve chegar a 3.840 quilos por hectare, superando os 3.720 quilos por hectare registrados na safra anterior.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Açúcar reage no mercado internacional, mas pressão persiste no Brasil com queda nas cotações

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Mercado internacional de açúcar volta a subir

O mercado global de açúcar registrou recuperação na última quarta-feira (22), após apresentar comportamento misto no início da semana. As bolsas internacionais voltaram a operar em alta, refletindo ajustes técnicos e movimentações pontuais dos investidores.

Em Nova York, os contratos do açúcar bruto encerraram o dia com valorização. O contrato com vencimento em maio/26 subiu 0,14 centavo, fechando a 13,57 cents de dólar por libra-peso. Já o julho/26 avançou 0,09 cent, para 13,81 cents/lbp, enquanto o outubro/26 teve alta de 0,08 cent, encerrando a 14,23 cents/lbp. Os contratos de vencimentos mais longos também registraram ganhos, ainda que de forma mais moderada.

Açúcar branco acompanha alta em Londres

Na bolsa de Londres, o movimento positivo também foi observado no açúcar branco. O contrato agosto/26 subiu US$ 1,70, sendo negociado a US$ 423,70 por tonelada.

O vencimento outubro/26 avançou US$ 2,50, alcançando US$ 422,00 por tonelada, enquanto o dezembro/26 registrou alta de US$ 3,10, fechando a US$ 423,60 por tonelada. Os demais contratos também acompanharam a tendência de valorização ao longo do pregão.

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Mercado interno segue pressionado em São Paulo

Apesar da recuperação externa, o mercado brasileiro continua enfrentando pressão. O indicador do açúcar cristal branco em São Paulo, calculado pelo Cepea/Esalq, voltou a ser divulgado após o feriado e apresentou queda de 0,35% na quarta-feira (22).

Com isso, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 99,04. No acumulado de abril, o indicador já registra recuo de 6,09%, evidenciando um cenário de enfraquecimento nas cotações ao longo do mês.

Excedente global e demanda fraca pesam sobre preços

De acordo com análises de mercado, o açúcar segue sob pressão estrutural, mesmo com oscilações pontuais. Nos últimos dias, os contratos apresentaram comportamento divergente entre as bolsas, com Londres já indicando uma tentativa de recuperação.

Ainda assim, o cenário geral permanece negativo. Na semana anterior, os preços em Nova York atingiram o menor nível em aproximadamente cinco anos e meio, influenciados pela expectativa de excedente global e pela demanda internacional mais fraca.

Avanço da safra amplia pressão no mercado físico

No Brasil, o mercado físico também reflete esse ambiente de baixa. A combinação de demanda retraída e expectativa de aumento da oferta, com o avanço da safra 2026/27, mantém as cotações pressionadas.

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Além disso, compradores têm adotado uma postura mais cautelosa, reduzindo o ritmo de negociações e aguardando possíveis novas quedas nos preços.

Etanol amplia perdas e acumula forte queda em abril

O mercado de etanol também segue em trajetória de baixa em São Paulo. O Indicador Diário Paulínia apontou o etanol hidratado a R$ 2.563,00 por metro cúbico na quarta-feira (22), o que representa queda de 1,48% em relação ao dia anterior.

No acumulado de abril, a retração chega a 15,34%, reforçando a continuidade do movimento de desvalorização no setor de biocombustíveis.

Cenário segue desafiador para o setor sucroenergético

Mesmo com a recuperação pontual nas bolsas internacionais, o setor sucroenergético enfrenta um cenário desafiador. A pressão no mercado interno, somada às incertezas globais sobre oferta e demanda, mantém o viés de baixa tanto para o açúcar quanto para o etanol no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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