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Colheita da safrinha avança em Dourados (MS) e atinge 70% da área cultivada

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Avanço expressivo da colheita em Dourados

A colheita da safrinha de milho no município de Dourados, localizado no sul de Mato Grosso do Sul, evoluiu de forma significativa nas últimas duas semanas. Segundo levantamento do departamento técnico da NovaConsult – Serviços em Agronomia, cerca de 70% dos 145 mil hectares plantados já foram colhidos.

Produtividade em alta

De acordo com o engenheiro-agrônomo Raul Campos, o rendimento médio das lavouras tem se mostrado positivo, variando entre 6.600 e 7.200 quilos por hectare. Ele explica que o milho está mais seco, o que tem favorecido o avanço da colheita. “No fim de semana, houve uma chuva de 10 a 20 milímetros na região, mas a expectativa é de retomada dos trabalhos no campo a partir de amanhã”, afirma.

Campos destaca ainda que todas as lavouras da região estão na fase final de maturação ou prontas para serem colhidas. “A produtividade em Dourados deve superar a média estadual, mesmo que outras regiões apresentem rendimentos ainda mais altos. Aqui, a média deve variar entre 10.200 e 10.800 quilos por hectare”, completa.

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Panorama estadual: área e produção em crescimento

Dados da consultoria Safras & Mercado apontam que a área plantada com a segunda safra de milho em Mato Grosso do Sul deve alcançar 2,201 milhões de hectares em 2025. Esse número representa um aumento de 3,6% em relação aos 2,124 milhões de hectares cultivados em 2024.

A produção esperada também é significativamente maior. A projeção para este ano é de 13,849 milhões de toneladas, volume bem acima das 7,754 milhões de toneladas colhidas na safra anterior. O rendimento médio estadual deve atingir 6.290 quilos por hectare, frente aos 3.650 quilos por hectare registrados em 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne de búfalo estreia na Feicorte 2025 com pratos inspirados no tropeirismo e aposta em novos mercados

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A carne de búfalo será apresentada pela primeira vez na Feicorte, realizada de 23 a 26 de junho, no Recinto de Exposições Jacob Tosello, em Presidente Prudente (SP). A iniciativa marca a estreia da proteína bubalina em um dos principais encontros da cadeia produtiva de carnes do país.

A ação é conduzida por associados da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB), que irão apresentar ao público preparações que unem carne e derivados do leite de búfala, reforçando o potencial gastronômico e a versatilidade do produto.

Degustações destacam carne de sol e produtos lácteos de búfala

Entre os destaques da programação, o público poderá degustar carne de sol de búfalo acompanhada de manteiga de búfala aromatizada e stracciatella. Outra preparação que integra o cardápio é a paçoca de pilão feita com carne bubalina, resgatando referências da culinária tradicional brasileira.

Além das receitas com carne, também serão apresentados derivados do leite de búfala, como muçarela, burrata, manteiga e stracciatella, utilizados nas combinações servidas durante o evento.

Segundo o criador de búfalos em Sarapuí (SP) e ex-presidente da ABCB, Caio Rossato, a presença da espécie em uma feira voltada ao setor de carnes amplia a visibilidade do produto e aproxima o consumidor final da cadeia produtiva.

“A presença do búfalo em eventos ligados à carne e ao leite permite apresentar os produtos e ampliar o conhecimento do público sobre as qualidades, o sabor e as texturas da proteína e dos derivados lácteos”, afirmou.

Carne de búfalo resgata tradição do tropeirismo

A escolha da paçoca de pilão como uma das preparações apresentadas na feira tem ligação direta com a história do tropeirismo no Brasil. O prato remete à alimentação utilizada por viajantes que transportavam animais por longas distâncias no período colonial e imperial.

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De acordo com Rossato, essa tradição gastronômica percorreu rotas importantes do Sul e Sudeste do país, passando por estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e São Paulo, até chegar ao mercado de Sorocaba.

Estratégia de valorização e expansão do consumo

A participação na Feicorte também tem como objetivo ampliar o reconhecimento da carne de búfalo no mercado brasileiro, reforçando seu potencial como alternativa à carne bovina tradicional.

Para a ABCB, eventos do setor são fundamentais para aproximar produtores, indústria e consumidores, promovendo a diversificação do consumo de proteínas e derivados lácteos.

“A degustação em feiras como esta ajuda a divulgar os produtos e permite que o consumidor conheça melhor o sabor e as diferentes formas de utilização da carne e dos lácteos de búfala”, reforçou Rossato.

Com a estreia na Feicorte, o setor bubalino busca consolidar espaço em um dos principais palcos da pecuária de corte no Brasil, ampliando sua presença em eventos estratégicos da cadeia da carne.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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