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Com preços firmes, exportações de frango ampliam receita em fevereiro

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O Brasil exportou 460,6 mil toneladas de carne de frango e miudezas comestíveis em fevereiro, volume 5,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 436,6 mil toneladas. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A receita obtida com as vendas externas chegou a cerca de R$ 4,49 bilhões, avanço de 9,8% em relação aos aproximadamente R$ 4,09 bilhões faturados um ano antes.

Além do aumento no volume embarcado, os preços internacionais também contribuíram para o resultado. O valor médio pago pela carne de frango brasileira ficou próximo de R$ 9,7 mil por tonelada, cerca de 4,1% acima do registrado em fevereiro do ano passado.

No acumulado do primeiro bimestre, o Brasil exportou 907,6 mil toneladas da proteína, crescimento de 2,4% na comparação com o mesmo período de 2025. A receita obtida com os embarques alcançou aproximadamente R$ 8,98 bilhões, aumento de 3,3% na mesma base de comparação.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango, com forte presença em mercados da Ásia e do Oriente Médio. A competitividade do produto brasileiro, associada à escala de produção e ao status sanitário do país, mantém a proteína entre os principais itens da pauta de exportações do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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Preços do etanol caem mais de 7% em São Paulo e refletem pressão de oferta e demanda retraída

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Queda acentuada nos preços do etanol em São Paulo

Os preços do etanol hidratado e anidro registraram forte queda no mercado spot do estado de São Paulo na última semana, segundo dados do Cepea.

Entre os dias 13 e 17 de abril, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi cotado a R$ 2,5920 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), representando uma queda de 7,01% em relação ao período anterior.

Já o etanol anidro apresentou recuo ainda mais intenso. O indicador fechou em R$ 2,9575 por litro (sem PIS/Cofins), com retração de 7,43%. Este é o menor patamar desde 1º de agosto do ano passado, quando o combustível ficou abaixo dos R$ 3,00 por litro.

Negócios seguem limitados, apesar de leve melhora

De acordo com pesquisadores do Cepea, o ritmo de negociações apresentou uma leve melhora ao longo da semana, mas ainda permaneceu limitado.

As transações ocorreram em volumes reduzidos e de forma pontual, refletindo um mercado ainda cauteloso e com baixa liquidez.

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Distribuidoras adiam compras e mantêm postura conservadora

No lado da demanda, distribuidoras continuam adotando uma estratégia de cautela, postergando ao máximo a reposição de estoques.

Esse comportamento indica um cenário de incerteza, no qual os compradores evitam assumir posições mais robustas, contribuindo para a pressão sobre os preços.

Aumento da oferta pressiona o mercado

Do lado dos vendedores, o movimento foi mais agressivo, com maior volume de etanol sendo ofertado no mercado.

Esse aumento está diretamente ligado ao início das operações de novas unidades produtoras, ampliando a disponibilidade do biocombustível e intensificando a concorrência entre ofertantes.

Incertezas com etanol de milho e açúcar preocupam o setor

Além dos fatores internos, o mercado também é impactado por incertezas externas. Segundo o Cepea, os agentes seguem apreensivos com:

  • O aumento da oferta de etanol de milho na safra 2026/27
  • As oscilações nas cotações internacionais do açúcar

Esses elementos podem influenciar diretamente a formação de preços e a competitividade do etanol no mercado brasileiro.

Cenário aponta continuidade da volatilidade

Com oferta crescente, demanda retraída e incertezas no horizonte, o mercado de etanol tende a permanecer volátil no curto prazo.

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O comportamento das distribuidoras, o avanço da safra e o cenário internacional serão determinantes para os próximos movimentos de preços no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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