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Comitiva do Governo Federal visita projetos de agricultura e aquicultura no semiárido

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Uma comitiva do Governo Federal esteve presente em diversos projetos para o desenvolvimento agrícola na região do semiárido em Petrolina (PE), na última quarta-feira (21/05). O grupo liderado pela primeira-dama, Janja Lula da Silva, contou com o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, além dos ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária) e Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional).  

A atividade fez parte da programação do “II Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural”, que acontece até esta quinta-feira (22/05) com a participação dos ministros da Agricultura da União Africana. O evento busca soluções conjuntas para o combate à fome, com foco em conservação ambiental e sustentabilidade.   

Um dos projetos visitados foi o Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Bebedouro, desenvolvido por meio de uma parceria entre o MPA e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O projeto busca o fortalecimento da cadeia produtiva do pescado, com monitoramento ambiental, aumento da produção e incentivo à piscicultura familiar, para o repovoamento dos ambientes aquáticos no estado.  

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Entre as ações desenvolvidas pelo projeto, está a construção de 12 tanques para pesquisa e criação de peixes e camarões, a reforma de tanques de alvenaria e a restruturação de viveiros escavados. Além disso, as instalações do centro estão sendo modernizadas, com a reforma das áreas técnicas e de pesquisa.    

O investimento total no projeto é de R$ 1,3 milhão. Para André de Paula, a iniciativa “reforça o compromisso do governo com a produção aquícola sustentável, de base científica e tecnológica e apoio direto à aquicultura regional”.   

Embrapa Semiárido – A comitiva também visitou a sede da Embrapa Semiárido e produtores locais para apresentar à delegação africana as tecnologias desenvolvidas pela unidade para a convivência com a seca, como agricultura irrigada, fruticultura tropicalizada e desenvolvimento de rebanhos mais resistentes. Os convidados puderam conferir diversas inovações que permitiram que a região de Petrolina superasse os desafios da seca, tornando-se referência na produção sustentável de alimentos. 

  

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Preço do boi gordo perde força antes do Dia das Mães e mercado aponta acomodação da arroba

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O mercado físico do boi gordo encerrou a semana em ritmo mais lento e com sinais de acomodação nos preços, mesmo diante da proximidade do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o consumo de carnes no Brasil. O cenário reflete uma combinação de demanda doméstica moderada, maior competitividade das proteínas concorrentes e cautela das indústrias frigoríficas nas compras de animais para abate.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, frigoríficos de estados como São Paulo, Goiás e Minas Gerais tentaram alongar escalas de abate com ofertas em patamares mais baixos. Em contrapartida, em Mato Grosso houve encurtamento das escalas, levando parte da indústria local a reajustar preços para garantir abastecimento.

Mercado acompanha limite da cota chinesa

Além do comportamento do consumo interno, o setor pecuário monitora com atenção a evolução da cota de exportação de carne bovina para a China. A expectativa é de que o limite atual seja atingido em meados de junho, o que aumenta as incertezas sobre o ritmo dos embarques brasileiros durante o terceiro trimestre de 2026.

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira e qualquer alteração no fluxo de exportações tende a impactar diretamente a formação de preços da arroba no mercado doméstico.

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Preço da arroba do boi gordo por estado

Na modalidade a prazo, os preços da arroba do boi gordo apresentaram estabilidade na maior parte das praças pecuárias monitoradas até o dia 7 de maio:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00 por arroba, queda de 2,78% frente aos R$ 360,00 da semana anterior;
  • Goiás (Goiânia): R$ 340,00 por arroba, recuo de 1,45%;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 340,00 por arroba, estável;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 350,00 por arroba, sem alterações;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 360,00 por arroba, estável;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 330,00 por arroba, sem mudanças em relação ao mês anterior.
Carne bovina perde competitividade no atacado

No mercado atacadista, os preços também apresentaram acomodação, mesmo em um período tradicionalmente favorável ao consumo, impulsionado pela entrada dos salários e pelas compras relacionadas ao Dia das Mães.

Segundo Iglesias, os atuais níveis de preços da carne bovina limitam novas altas mais intensas, já que parte da população encontra dificuldade para absorver reajustes adicionais no varejo.

A carne bovina continua perdendo competitividade frente às proteínas mais acessíveis, principalmente a carne de frango, que segue ganhando espaço no consumo doméstico.

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Os cortes bovinos registraram os seguintes preços médios na semana:

  • Quarto do dianteiro: R$ 23,00 por quilo, queda de 2,13%;
  • Cortes do traseiro: R$ 28,00 por quilo, recuo de 1,75%.
Exportações de carne bovina seguem fortes em abril

Apesar da acomodação do mercado interno, as exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo robusto.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada em abril, considerando 20 dias úteis.

A receita obtida pelo país somou US$ 1,572 bilhão, com média diária de US$ 78,625 milhões. O preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 6.241,50.

Na comparação com abril de 2025, os números mostram:

  • Alta de 29,4% na receita média diária;
  • Crescimento de 4,3% no volume médio diário embarcado;
  • Avanço de 24,1% no preço médio da tonelada.

O desempenho das exportações segue sendo um dos principais fatores de sustentação para o setor pecuário brasileiro, especialmente em um momento de maior cautela no consumo doméstico.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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