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Confinamento de gado: projeções indicam recuperação na rentabilidade nos próximos meses

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Rentabilidade no confinamento de gado apresenta recuperação nas projeções

De acordo com os últimos levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a rentabilidade dos abates realizados em março foi a mais baixa dos últimos sete meses, com um índice de apenas 1,3% ao mês. No entanto, as projeções para os próximos meses indicam uma trajetória de recuperação significativa no setor, com a rentabilidade estimada para os abates de julho alcançando 2,5% ao mês.

Cenário desafiador e custos elevados

Embora o cenário de custos operacionais continue desafiador, especialmente devido ao aumento nos preços dos alimentos para os animais, os pesquisadores do Cepea destacam que essa recuperação nas margens financeiras do confinamento ocorre em meio a uma elevação das despesas. O aumento dos custos com alimentação tem pressionado o sistema, mas, conforme o estudo, a valorização da arroba tem sido um fator crucial para sustentar a viabilidade econômica do setor.

Valorização da arroba impulsiona a atividade

O Centro de Pesquisas ressalta que, mesmo diante dos desafios relacionados aos altos custos de produção, a valorização da arroba tem contribuído diretamente para o aumento das margens de lucro, tornando a atividade de confinamento mais atraente e viável economicamente. Este cenário sugere uma recuperação sólida e potencialmente sustentável para os próximos meses, o que deve beneficiar a rentabilidade do setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pecanicultura em debate: especialistas discutem produtividade, rentabilidade e perspectivas de mercado da noz-pecã

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A cadeia produtiva da noz-pecã estará em evidência durante o VII Seminário da Noz-Pecã, que será realizado no dia 8 de julho, no Ginásio São Carlos, em Anta Gorda (RS). O evento reunirá produtores, técnicos e especialistas para discutir os principais desafios e oportunidades da pecanicultura brasileira, com foco no aumento da produtividade, na qualidade dos frutos e na rentabilidade dos pomares.

Um dos destaques da programação será a palestra do coordenador técnico do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Jaceguáy Barros, que apresentará uma análise sobre os fatores que influenciam o desempenho econômico da atividade e as perspectivas de crescimento do mercado da noz-pecã no Brasil.

Manejo eficiente é fundamental para aumentar a rentabilidade

Durante a apresentação, serão discutidos os desafios enfrentados pelos produtores em todas as etapas da cultura, desde a implantação dos pomares até sua expansão e consolidação comercial.

Entre os temas abordados estarão práticas de manejo, produtividade, qualidade dos frutos, planejamento da produção e estratégias para elevar a competitividade da atividade.

Segundo Jaceguáy Barros, o objetivo é oferecer uma visão ampla da pecanicultura, mostrando que a rentabilidade depende de um conjunto de fatores técnicos e mercadológicos.

“Vamos comentar os principais desafios e oportunidades da pecanicultura no momento de implantação, ou mesmo para quem já está com o pomar sendo conduzido, ou ainda para uma ampliação do pomar, questões estas que afetam a produção, a produtividade, a qualidade e principalmente a rentabilidade do produtor”, destaca.

Consumo da noz-pecã cresce e amplia oportunidades para os produtores

Além dos aspectos relacionados à produção, a palestra também destacará a evolução do mercado consumidor da noz-pecã, impulsionada pelo aumento da divulgação de seus benefícios nutricionais e pela crescente valorização dos alimentos saudáveis.

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Nos últimos anos, campanhas de promoção do consumo e ações de fortalecimento da cadeia produtiva têm ampliado o reconhecimento da noz-pecã entre consumidores e aberto novas oportunidades para os produtores brasileiros.

De acordo com Barros, a combinação entre qualidade nutricional e maior conscientização do público favorece o crescimento da cultura.

“A noz-pecã é uma alternativa bastante interessante em função da sua qualidade nutricional e da ampliação do consumo, resultado do trabalho de divulgação que vem consolidando o fruto seco como um importante alimento para a saúde humana”, afirma.

Evento reforça desenvolvimento da pecanicultura brasileira

O VII Seminário da Noz-Pecã será uma oportunidade para atualização técnica, troca de experiências e discussão sobre tendências de mercado, reunindo profissionais envolvidos em diferentes elos da cadeia produtiva.

Com o avanço do consumo interno e a crescente profissionalização dos pomares, especialistas avaliam que a pecanicultura apresenta potencial para ampliar sua participação no agronegócio brasileiro, desde que os produtores invistam em tecnologia, manejo eficiente e planejamento estratégico para garantir produtividade e qualidade dos frutos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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